<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2125232124153696526</id><updated>2011-12-03T04:17:44.554-08:00</updated><title type='text'>Ciclo do Contratempo</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Lucas Benedecti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03918975084398072168</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/-tqx6ynQDrkQ/TpSWRSKzLpI/AAAAAAAAA14/5s34x1xEha0/s220/foto%2Bcurriculo.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>46</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2125232124153696526.post-8453720016689745058</id><published>2011-07-29T21:03:00.000-07:00</published><updated>2011-08-04T08:22:20.055-07:00</updated><title type='text'>Amores incompreendidos dos golfinhos</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-2zxw0NpJRag/TjOD91QKtzI/AAAAAAAAAs8/nk9GNGRX2zA/s1600/connan-mockasin%2Balbum.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-2zxw0NpJRag/TjOD91QKtzI/AAAAAAAAAs8/nk9GNGRX2zA/s320/connan-mockasin%2Balbum.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5634992657060771634" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Connna Mockasin&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Álbum: Forever Dolphin Love&lt;br /&gt;Ano: 2011&lt;br /&gt;Phantasy Sound&lt;br /&gt;15 faixas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Terra da Grande Nuvem Branca. Situada a cerca de 2.000 km a sudeste da Austrália. Antiga colônia inglesa. País formado por ilhas. Capital: Wellington. Nova Zelândia é seu nome. De lá vem a banda que comentaremos adiante. O grupo Connan and the Mockasins que tocava blues-pop, em 2004, sofreu uma mutação. Passou a se chamar Connan Mockasin. Mudou totalmente de estilo. Aproximou-se de um pop psicodélico. Tudo isso devido ao homem de frente desses neozelandeses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O líder da banda é Connan Hosford, uma figura loura e performática. Mutável. Carrega consigo sua guitarra oval azul clara. Sua inquietude ao tocar nos remete ao espírito de um anti-herói. Está nos seus olhos irônicos, quase invisíveis. Lembrei-me de Brian Jones (ex-Rolling Stones), não só por seu visual. Explora as entranhas das notas de seu instrumento. No limite da afinação, constrói uma música sensível. Uma grande muralha oriental. Ao nos defrontarmos com o poder contido em suas melodias, suspenção no ar.  O tempo se desmancha em notas, que, por instantes, aleatórias, fazem todo sentido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Forever Dolphin Love é um disco duplo (o segundo, ao vivo) sobre viagens lunares desse personagem que se torna Connan (ver clipes). O som é uma volta aos anos 1960, por vezes. Psicodelismo, entre 1970. Jam session: baixo, bateria e a descoberta de aparelhos eletrônicos, digitais. O possível para encenar uma tragédia grega ou um conto moderno de amor eterno. Música ambiente apocalíptica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passa-se um pente fino em todos os sons de instrumentos que soam por aqui. Mais reverb no vocal, chorus. Desafio de expressar o timbre pseudoexistente: voz de criança recheada de efeitos. Sinfonia de guitarras dissonantes ao fundo. E o que se poderia concretizar em alguns acordes simples, torna-se um universo. A fantasia proveitosa está nos toques delicados, na ambientação majestosa. Brian Eno estaria feliz se conseguisse tudo isso em seu primeiro disco solo. OK, ele conseguiu até mais do que isso.  Aliás, seria muito interessante ouvir a opinião de Eno sobre esse álbum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trata-se de um trabalho maduro, por parte do veterano Connan. Esse é seu quinto lançamento com sua banda (mesmo que com mudanças) desde o início de carreira. Em 2007, mudou-se para a Inglaterra, onde participou de alguns projetos (com Fatboy Slim, por exemplo) e trabalhou como músico de apoio de várias bandas. Late of the pier, Mystery Jets e Warpait são algumas delas. Foi sua recente parceria com o DJ Erol Alkan e sua gravadora, que resultou em Forever Dolphin Love.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No álbum estão guardadas pequenas fórmulas de um experiente músico. Fórmulas que em nenhuma hora soam prontas. Desenrolam-se a cada audição. Deve-se estar pronto para fechar os olhos e mergulhar na singularidade de Connan. A canção de 10 minutos que nomeia o disco, de certa forma, o resume. Minimalismo constante e fugas brilhantes de sonoridade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/E7CaTJ2SvG8" allowfullscreen="" frameborder="0" height="251" width="441"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;object height="281" width="450"&gt;&lt;param name="movie" value="http://culturebox.france3.fr/player.swf?video=34645"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://culturebox.france3.fr/player.swf?video=34645" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="281" width="450"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://culturebox.france3.fr/all/34645/connan-mockasin-en-live-avec-forever-dolphin-love" target="_blank"&gt;Découvrez &lt;b&gt;Connan Mockasin en live avec "Forever Dolphin Love"&lt;/b&gt; sur Culturebox !&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2125232124153696526-8453720016689745058?l=ciclodocontratempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/feeds/8453720016689745058/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2125232124153696526&amp;postID=8453720016689745058&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/8453720016689745058'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/8453720016689745058'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/2011/07/amores-incompreendidos-dos-golfinhos.html' title='Amores incompreendidos dos golfinhos'/><author><name>Lucas Benedecti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03918975084398072168</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/-tqx6ynQDrkQ/TpSWRSKzLpI/AAAAAAAAA14/5s34x1xEha0/s220/foto%2Bcurriculo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-2zxw0NpJRag/TjOD91QKtzI/AAAAAAAAAs8/nk9GNGRX2zA/s72-c/connan-mockasin%2Balbum.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2125232124153696526.post-1440481713226096936</id><published>2010-05-11T17:29:00.000-07:00</published><updated>2011-07-29T21:15:48.411-07:00</updated><title type='text'>Não se preocupe com o MGMT</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-7ZNlPhnxJNc/TjOFVk400xI/AAAAAAAAAtE/-3ZM4A9sZ-I/s1600/220px-MGMT_Congratulations.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 220px; height: 220px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-7ZNlPhnxJNc/TjOFVk400xI/AAAAAAAAAtE/-3ZM4A9sZ-I/s320/220px-MGMT_Congratulations.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5634994164496388882" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;MGMT&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Álbum: Congratulations&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ano: 2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Columbia Records&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9 Faixas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O problema do segundo disco de uma banda é sempre o mesmo. Vem logo a pergunta: “está melhor que o primeiro?”. Difícil falar disso quando se analisa um disco somente comparando-o ao trabalho anterior da banda. É um erro e sempre aparecem decepções, pois tudo que é sólido desmancha no ar. Prefiro ver como uma obra única, mesmo que se possa fazer pontes com o disco anterior. Mas vamos então à resenha do segundo álbum do MGMT: “Congratulations”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Inspirado na surf music” – declaração há tempos vinda do vocalista Andrew VanWyngarden – o segundo disco da banda soa mais introspectivo e menos “psicodélico”. E isso talvez tenha desagradado um pouco a crítica. O MGMT que lançava em todas músicas passadas as tendências quis apenas soar como expressiva banda de rock, sem perder a identidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A melhor canção do álbum, também single, “Flash Delirium”, é uma ópera do surf music contemporânea. Porém, “Congratulations” soa como um disco de músicas medianas, já que o que se buscou não é o forte da banda. Definir o que o MGMT faz de melhor, sem dúvidas é criar texturas juntamente com aquela sensação de paz e harmonia que embalava as composições dos anos 60. A banda possui também claras influências dos anos 80, mas não as explora tão bem, quando só repete acordes de teclado comuns à década. É chato ouvir uma coisa que soa como Libertines piorado ou uma tentativa de ser Pink Floyd.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas é de se admirar a coragem da banda em apostar num caminho diferente e em resgatar a surf music, como na composição que inicia o disco “It’s working”. A música “Brian Eno”, em homenagem ao produtor e músico, soa estranha por ser MGMT e ao mesmo tempo divertida. A dramática “Someone’s Missing” e a singela “Congratulations” são o lado mais intimista e positivo para quem admira a voz ecoada e violões de Andrew.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Siberian Breaks” é uma faixa de 12 minutos que explora elementos oitentistas. “Lady Dada’s Nightmare” é a referência ao Pink Floyd de que falo. Enfim, já se percebe a variedade deste segundo álbum da banda. Uma mistura que pode ser indigesta, mas funcionar como experiências no grupo, que odeia carregar o peso do elogiado primeiro disco, “Oracular Spectacular” (2007), nas costas, com razão. Deixe-os trabalhar. Gostaria de avisar: críticos, não se preocupem com o MGMT.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2125232124153696526-1440481713226096936?l=ciclodocontratempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/feeds/1440481713226096936/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2125232124153696526&amp;postID=1440481713226096936&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/1440481713226096936'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/1440481713226096936'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/2010/05/nao-se-preocupe-com-o-mgmt.html' title='Não se preocupe com o MGMT'/><author><name>Lucas Benedecti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03918975084398072168</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/-tqx6ynQDrkQ/TpSWRSKzLpI/AAAAAAAAA14/5s34x1xEha0/s220/foto%2Bcurriculo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-7ZNlPhnxJNc/TjOFVk400xI/AAAAAAAAAtE/-3ZM4A9sZ-I/s72-c/220px-MGMT_Congratulations.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2125232124153696526.post-438944836261711748</id><published>2010-04-19T15:19:00.000-07:00</published><updated>2011-11-29T10:01:40.098-08:00</updated><title type='text'>Pequeno, Médio e Grande Cidadão</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_q7o8WAoBipQ/S8zYrRHWpuI/AAAAAAAAAcI/6Y3ScQ9nRNw/s1600/142_ga_cidadao_01.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 265px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_q7o8WAoBipQ/S8zYrRHWpuI/AAAAAAAAAcI/6Y3ScQ9nRNw/s400/142_ga_cidadao_01.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5461978685933790946" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;Fortaleza, 18 de abril de 2010&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Quinze minutos antes de começar o show do Pequeno Cidadão de encerramento da IX Bienal Internacional do Livro, esperava na fila, pouco acreditando que ainda conseguiria ver o show. Era uma fila para aqueles que não possuiam ingresso. Para aqueles que não trocaram o ingresso por livros, mas que esperam por uma vaga a ser aberta, por sobra de lugares. A primeira coisa que sobe à cabeça é desorganização do evento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os ingressos haviam sido distribuídos antecipadamente, sem aviso prévio. Quando humildemente fui perguntar qual a fila em que deveria me encaixar e o que estava acontecendo naquela fila dupla, com ignorância, certo cidadão que recebia os tickets respondeu-me: “Tem ingresso? Não? Então vá para lá”. Sem mais delonga, foi tratar de receber outros com ingresso. Os nervos subiram à flor da pele, mas esperar sem nervosismo era o que me restava. Não só a mim, mas aqueles da fila “dos sem ingresso” que também se sentiram desrespeitados. Mas nada que tenha nos impedido de ver o show, mesmo que num lugar recuado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O espaçoso auditório principal do Centro de Convenções estava cheio. Pais, filhos, adolescentes, casais, todos no mesmo espaço, esperando a apresentação. Muitos ali fãs de Arnaldo Antunes, Titãs, Ira!, fãs do rock nacional, outros esperando por musicas infantis. Logo subiram ao palco Arnaldo, Edgar Scandurra, Antonio Pinto, Taciana Barros e três dos filhos dos integrantes do grupo: Estela, Luzia e Edgar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Aqui tem pequenos cidadãos?” – gritava Arnaldo. “Aqui tem médio cidadão? Aqui tem grande cidadão?” – continuava, enquanto o público os ovacionava. Quando as três guitarras no palco, uma de Scandurra, outra de seu filho e outra de Taciana, iniciaram os primeiros acordes da música “Pequeno Cidadão”, acompanhadas da voz grave de Arnaldo Antunes, tudo pareceu se transformar. Em cores, sons, vozes de crianças, vídeo e interação o espetáculo se moveu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_q7o8WAoBipQ/S8zYxWbanbI/AAAAAAAAAcQ/tl5QfDu92C4/s1600/142_ga_cidadao_02.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_q7o8WAoBipQ/S8zYxWbanbI/AAAAAAAAAcQ/tl5QfDu92C4/s400/142_ga_cidadao_02.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5461978790439329202" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Tratando de temas infantis como a hora de dormir, o som dos animais e as brincadeiras infantis que criam universos ilimitados, os músicos e acompanhantes conseguiram, talvez, o objetivo principal da noite: encontrar dentro de si o pouco que existe de criança, de moleque. Para isso, a noite se transformou numa brincadeira coletiva, onde atores circenses faziam malabarismo, onde se ouvia solos de guitarra e a música das borboletas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa maneira não só de educar, mas viver e experimentar as coisas é que se concentra, a essência do projeto Pequeno Cidadão. As músicas são intimistas a ponto de que é possível perceber o carinho e dedicação na composição destas. Com isso, só temos a ganhar com as canções que trazem em si a alma do envolvimento entre pais e filhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_q7o8WAoBipQ/S8zY4_XA5AI/AAAAAAAAAcY/Nrrz_tUVKUE/s1600/142_ga_cidadao_08.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 265px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_q7o8WAoBipQ/S8zY4_XA5AI/AAAAAAAAAcY/Nrrz_tUVKUE/s400/142_ga_cidadao_08.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5461978921685804034" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O extraordinário que nos vem em forma de poesia, de música, é de todos nós, pequenos ou grandes. As sensações vêm da relação que há nessa união entre criança e adulto, de uma nova maneira de viver, seja fantasiando ou não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem esperava rock, ganhou, pois Edgar Scandurra mostrou porque nasceu para ser guitarrista e rockeiro, com seus solos ágeis e belos. Quem esperava músicas “infantis”, teve uma apresentação da melhor qualidade. Provando, mais uma vez, que música para criança não é necessariamente música da Xuxa, que ainda existe mentes criativas, para fazer uma música sincera.&lt;br /&gt;&lt;p style="text-align: right;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: right;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fotos:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;h2  style="text-align: right; font-style: italic;font-family:times new roman;" id="tit_galeria"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Valéria Mendonça e Ding Musa&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2125232124153696526-438944836261711748?l=ciclodocontratempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/feeds/438944836261711748/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2125232124153696526&amp;postID=438944836261711748&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/438944836261711748'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/438944836261711748'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/2010/04/pequeno-medio-e-grande-cidadao.html' title='Pequeno, Médio e Grande Cidadão'/><author><name>Lucas Benedecti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03918975084398072168</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/-tqx6ynQDrkQ/TpSWRSKzLpI/AAAAAAAAA14/5s34x1xEha0/s220/foto%2Bcurriculo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_q7o8WAoBipQ/S8zYrRHWpuI/AAAAAAAAAcI/6Y3ScQ9nRNw/s72-c/142_ga_cidadao_01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2125232124153696526.post-4062606022570465555</id><published>2010-03-20T10:51:00.000-07:00</published><updated>2010-03-20T11:00:14.148-07:00</updated><title type='text'>Micachu &amp; the Shapes -  De volta ao navio abandonado</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://imafraiddave.files.wordpress.com/2009/05/micachu.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 250px; height: 250px;" src="http://imafraiddave.files.wordpress.com/2009/05/micachu.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Micachu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Álbum: Jewellery&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ano:2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rough Trade Records &amp;amp; Accidental Records&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13 Faixas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De letras fortes, melodias incomuns, de sons eletrônicos e instrumentos modificados, Micachu &amp;amp; The Shapes estão armados. A banda mais pop-underground londrina dos últimos tempos, formada pela jovem compositora Mica Levi, 22, lança seu álbum de estréia intitulado “Jewellery”. São 14 músicas que desafiam o punk e o “indie” contemporâneo, tanto pelas letras viscerais, como pelas composições desconexas e embriagadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A desconstrução é contínua no disco. Basta ouvir as três primeiras reveladoras músicas. A forma de compor de Mica é martelada, metrificada descontinuamente. O som cru e rasgado das cordas, inclusive de sua guitarra modificada, que tem o nome de “Chu”, se alia a sons excêntricos de teclados e efeitos eletrônicos. Apesar de definirem como “pop”, poucas são as músicas que encaixam em estilos pré-definidos. De um pop-paranóico, como em “Golden Phone”, do psicodelismo em “Floor”, e da eletrônica-shoegaze “Calculator”, nasce a singularidade de Micachu. A voz delicada de Mica, seja cantada ou falada, desperta-nos para um mundo desconhecido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A experimentação, que abrange desde a utilização de sons raros a algo parecido com a “música aleatória” de John Cage, carrega a força da banda. Aliado a isto, temos um fundo real e raramente pop. Influências que poderíamos optar? Talvez Björk. E mais milhões de bandas introspectivas inglesas que surgiram dos anos 1990 até agora, que pulsam por uma música nova.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, “Jewellery” é um álbum de sensações, que vai do estranhamento à boa dose de experimentações estéticas positivas, para quem estiver preparado. Por exemplo, em “Sweetheart”, temos uma bomba de palavras que percorrem angústias e mil sentidos em 52 segundos. Um outro lado é mostrado na embriagada, sombria e minimalista “Guts”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2125232124153696526-4062606022570465555?l=ciclodocontratempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/feeds/4062606022570465555/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2125232124153696526&amp;postID=4062606022570465555&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/4062606022570465555'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/4062606022570465555'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/2010/03/micachu-shapes-de-volta-ao-navio.html' title='Micachu &amp; the Shapes -  De volta ao navio abandonado'/><author><name>Lucas Benedecti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03918975084398072168</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/-tqx6ynQDrkQ/TpSWRSKzLpI/AAAAAAAAA14/5s34x1xEha0/s220/foto%2Bcurriculo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2125232124153696526.post-3049460351380905306</id><published>2008-07-19T12:20:00.000-07:00</published><updated>2008-07-19T12:27:48.090-07:00</updated><title type='text'>Outros ares do Weezer</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/SII_u_V_bzI/AAAAAAAAAOk/Rpz-whkTAa8/s1600-h/weezerred.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://bp2.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/SII_u_V_bzI/AAAAAAAAAOk/Rpz-whkTAa8/s320/weezerred.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5224808594213400370" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Weezer&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Disco: Red Album&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ano: 2008&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Geffen&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11 faixas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:10;"  &gt;Vermelho. Esta é a cor escolhida pelo Weezer para “nomear” seu sexto disco. Cor de sangue, da paixão, enfim, de temas sempre abordados nas letras da banda californiana. O álbum produzido por Rick Rubin e Jacknife Lee surge no mínimo como um desafio para a banda de “superar” o anterior, mediano, “Make Believe” (2005). Uma das alternativas para isso foram as músicas antigas, lado “B”, demos que Rivers Cuomo, vocalista e guitarrista, havia gravado no período de 1992 até 2007, inclusive, lançadas num disco pela Geffen: “Alone: the home recordings of Rivers Cuomo”.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:10;"  &gt;As fórmulas para um bom “single”, para o powerpop do Weezer, funcionam na maioria das vezes. Especialistas em criar refrões grundentos e músicas colegiais, o Weezer possui força tanto para o lado do pop, como o do rock, a lembrar os seus discos: Green Album (2001) ou Maladroit (2002). Ao abrir o disco com “Troublemaker” há a certeza de que ouvimos o velho Weezer, com um espírito um tanto mais teen, voltado para o pop. O primeiro single, “Pork and Beans”, o grupo mais maduro, com melodias que crescem, guitarras sempre impecáveis e toque de piano. Viu como a fórmula deles funciona? Algumas músicas fazem parte de demos antigas, colocadas em novas roupagens, ouça “Dreamin’” e logo compreenda o que é uma música antiga num álbum novo, um pouco de quebra de clima, mas não deixa de ser aquela canção melosa e saudosista que Cuomo talha com carinho. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:10;"  &gt;O Red Album apresenta uma maior interação dos outros integrantes da banda. O baixista Scott Shriner canta “Cold Dark World”, uma canção forte em seu refrão, na companhia da voz de Cuomo, numa instrumentação perfeita; em “Thought I Knew”, é a vez do guitarrista Brian Bell assumir os vocais, uma melodia simples e batida, levada pelo violão, que não apresenta novidade; por fim, o baterista Patrick Wilson canta “Automatic”, um rock meio preso nas suas letras que não estão em sintonia com a melodia?! Há de se comentar que todos são afinados, cantam legal, porém, quando o disco está perto do fim, temos “The angel and the One”, em que os sentimentos de Rivers são colocados para fora numa canção grandiosa e aí surge todo o brilho de sua voz, que dispara na frente dos outros. Aliás, uma música que dispara na frente do álbum, como os próprios integrantes da banda afirmam: “um dia sentei com meu violão e comecei a tocar esta música repetidamente. Meus dedos cortaram tanto, mas eu só continuava a tocá-la” – afirma Patrick Wilson. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:10;"  &gt;Há de se falar também na imprevisível “The Greatest Man That Ever Lived (Variations On A Shaker Hymn)”. Rap (explorado igualmente na animada “Everybody Get Dangerous”)&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;misturado ao powerpop e Queen, nas influenciáveis &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;óperas.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Audacioso, o Weezer ainda traz covers de The Band, como faixas bônus. Na versão brasileira, a música “The weight” aparece numa versão um pouco mais rápida, mas bastante fiel à versão original, ao mesmo tempo parece uma canção do Weezer, pelas guitarras e backing vocals. Boas lembranças, bom resgate. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2125232124153696526-3049460351380905306?l=ciclodocontratempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/feeds/3049460351380905306/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2125232124153696526&amp;postID=3049460351380905306&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/3049460351380905306'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/3049460351380905306'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/2008/07/outros-ares-do-weezer.html' title='Outros ares do Weezer'/><author><name>Lucas Benedecti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03918975084398072168</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/-tqx6ynQDrkQ/TpSWRSKzLpI/AAAAAAAAA14/5s34x1xEha0/s220/foto%2Bcurriculo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/SII_u_V_bzI/AAAAAAAAAOk/Rpz-whkTAa8/s72-c/weezerred.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2125232124153696526.post-5616477541906150456</id><published>2008-06-17T10:04:00.000-07:00</published><updated>2008-06-18T08:35:51.607-07:00</updated><title type='text'>Golpes de Atari</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/SFfymFexyDI/AAAAAAAAAOU/DQpVFSkw3CU/s1600-h/crystal-castles_CAPA.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://bp2.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/SFfymFexyDI/AAAAAAAAAOU/DQpVFSkw3CU/s320/crystal-castles_CAPA.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5212901829824858162" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Crystal Castles&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Disco: Crystal Castles&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Ano: 2008&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Lies/ Last Gang&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;16 Faixas&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;Dentre as várias cenas e tendências da música eletrônica, encontramos um tipo peculiar, que vem sendo cada vez mais explorado ultimamente, em clubes especializados, geralmente, metropolitanos, seja para dançar, ou escutar ali quietinho. O &lt;i style=""&gt;eletro house, &lt;/i&gt;o punk e o rock se encontram novamente. Instrumentos elétricos unem-se aos eletrônicos, formando o som das novas gerações. É o próprio som da cidade, urbano: desesperador, egocêntrico, minimalista. Uma fuga propriamente dita, no caso de Crystal Castles, duo de Toronto. A vocalista, Alice Glass, esconde sua voz por trás de efeitos, gritos e sussurros, enquanto as batidas eletrônicas de Ethan Kath dão o panorama métrico de cada sentimento ali contido.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Imagine uma geração criada em torno de video games, aparelhagem eletrônica, de uma vida urbana acentuada, embebedadas pela música eletrônica alemã e pelo tédio. Tudo começou com uma simples &lt;i style=""&gt;brincadeira&lt;/i&gt; de gravar músicas no lap top e coloca-las no My Space. Num teste de microfone, fez-se o primeiro &lt;i style=""&gt;single&lt;/i&gt; “Alice Pratice”, destruidor em gritos de Alice Glass, poderosa. O que era para ser teste resultou num quase Sonic Youth eletrônico. Com uma forte influência oitentista, o Crystal Clastles lança seu primeiro disco, homônimo ao nome do grupo. O duo, formado em 2004, declara-se fã de algumas bandas contemporâneas, como o Klaxons e Bloc Party, ao lançar remixes destas duas. Mas não se vê uma influência direta, em grande parte do disco.&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/SFfzRLbYh8I/AAAAAAAAAOc/JNVTu8f47R8/s1600-h/crystalcastles_H2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 259px; height: 203px;" src="http://bp1.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/SFfzRLbYh8I/AAAAAAAAAOc/JNVTu8f47R8/s320/crystalcastles_H2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5212902570155608002" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Música eletrônica é a primeira definição a ser colocada aqui. Neste quesito, temos grande exploração de sintetizadores e vozes modificadas, além, claro das batidas ambientes. Por outro lado, Alice declara em tom punk: “queremos que as pessoas sintam náuseas”. E se é isso que querem, conseguem, muitas vezes. Vozes são vomitadas, enquanto temos vontade de simplesmente dançar, deixar levar-se pela emoção dos sintetizadores minimalistas. Uma distorção sempre presente, um sentimento dark aproximando-se do The Knife, em “Siilent Shout”. Tudo interligado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:10;"  &gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Composições como “Crimewave”, com colaboração de Health, “Vanished”, ou “Untrust us”, definem o que há de melhor dessa mistura. O disco está forjado dos sentimentos mais sujos aos mais surreais. Altamente denso. Mesmo nas melodias pop, um insegurança e um mistério surgem. São as vozes modificadas num ar soturno, é o eletrônico entrando em decomposição. É como Primal Scream, em XTRMNTR, chegando à insanidade, mais eletrônico, entretanto.&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2125232124153696526-5616477541906150456?l=ciclodocontratempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/feeds/5616477541906150456/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2125232124153696526&amp;postID=5616477541906150456&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/5616477541906150456'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/5616477541906150456'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/2008/06/golpes-de-atari.html' title='Golpes de Atari'/><author><name>Lucas Benedecti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03918975084398072168</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/-tqx6ynQDrkQ/TpSWRSKzLpI/AAAAAAAAA14/5s34x1xEha0/s220/foto%2Bcurriculo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/SFfymFexyDI/AAAAAAAAAOU/DQpVFSkw3CU/s72-c/crystal-castles_CAPA.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2125232124153696526.post-7790291132629885058</id><published>2008-05-28T15:10:00.000-07:00</published><updated>2008-05-28T15:17:08.644-07:00</updated><title type='text'>O jovem artista</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/SD3ZbpenevI/AAAAAAAAAOM/PAD24MWxwvc/s1600-h/vitor+araujo.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp0.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/SD3ZbpenevI/AAAAAAAAAOM/PAD24MWxwvc/s320/vitor+araujo.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5205555813324126962" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fortaleza, 24 de maio de 2008&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Quem será Vitor Araújo? Está é a pergunta que me fizera outrora, antes de seu show. Apesar de assistir aos seus vídeos, ouvir suas belas versões para piano de músicas como “Asa Branca” e “Paranoid Android”, gostaria de conhecê-lo mais a fundo. Seus pensamentos, suas propostas, sua performance e seu carisma no palco. Estava confiante numa boa apresentação, mas tais perguntas ainda me sondavam.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Antecipadamente, uma apreciação ao Teatro José de Alencar de Fortaleza: grandioso, charmoso e agradável, do mesmo jeito que havia visto tempos atrás. Ali perto um painel no qual o menino de 18 anos pisava em seu piano. Era Vitor e aquilo foi necessário para me deixar mais curioso. Como assim pisar num piano? Lá estava ele em pé, com seus tênis all star na foto. E fiquei pensando em toda sua formação clássica ao instrumento e nessa quebra, esse choque que me foi apresentado em forma de uma atitude nada comum para um concertista. O que os outros ali pensavam? O que se passava na cabeça daqueles senhores e senhoras ao ver determinada imagem? Bem, a surpresa viria...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Dei uma volta por fora do Teatro. De repente, reparo num rapaz que me olhou fixamente, mas que tinha passos apressados. Viro-me e penso duas vezes. Assustado, concluo: aquele era Vitor Araújo! Gritei seu nome, ele olhou, mas nada que o parasse. Arrependi-me de não segui-lo. Uma vontade enorme de conversar me atingiu. Mas, bem, “ele estava indo para um momento de concentração”, pensei. Agora era tempo de escolher um lugar e esperar por sua música.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Sentei-me na diagonal, no andar de cima, de forma que eu veria Vitor quase de perfil e parte de suas mãos nas teclas. No palco, um piano de calda e uma luz branca em forma de círculo. O Teatro, com capacidade para 800 pessoas, encontrava-se levemente cheio. Após recomendações e um pequeno discurso do projeto Vida, subia ao palco o astro da noite, com sua humilde camiseta azul marinho e calça jeans. Entrou e tocou as primeiras notas em pé, bateu no piano e dedilhou as cordas, com sua audácia efervescente. Logo, uma versão de “Asa Branca” surgia e virava filme para quem o assistia. Vitor “brincava” ao piano. Era cômico, por vezes, delicado e, por fim, verdadeiro nos seus tons maiores e menores. Lembrava-me o nordeste mesmo seco ou chuvoso, as crianças, a natureza. E o menino estava ali executando uma “Asa Branca” só dele, incomparável. Com um ótimo começo assim, ainda iríamos longe. Todos boquiabertos enquanto a outra canção era de Yann Tiersen, que compôs a trilha do filme “O fabuloso destino de Amélie Poulain”. Depois veio Chico Buarque em seu repertório de bom-gosto. Sua habilidade ao piano era encantadora, assim como seus arranjos. A partir daí, o pianista começava a se soltar mais em suas falas e ao instrumento. As lindas composições de Heitor Villa-Lobos cabem brilhantemente no repertório. Enquanto Vitor falava em sentimentos, de sentir a música e esquecer dos problemas cotidianos, partíamos para o surreal.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;O vibrante som do piano dava arrepios. Em uma de suas composições Vitor pediu silêncio para que a música chegasse até nós, como um todo, e uma pouco de nossa ajuda para um breve vocal. Veio o silêncio total e as notas soavam leves. Nesse momento era como se fossemos tele transportados para um lugar dos deuses. Apenas duas notas saiam do coro/público, preenchendo o local, criando o momento mais bonito da apresentação. Vitor agradecia-nos. Entramos em comunhão naquele momento. E o menino vindo de Recife podia muito mais. Encerrava o espetáculo com uma belíssima interpretação de “Trenzinho Caipira”, misturado ao jazz e canções para crianças. Tocava de pé, batucava ao piano, fazia graça. O “bis” veio marcado por “Paranoid Android”, dos ingleses do Radiohead, a pedidos da platéia. E, realmente, foi um final excelente, com direito a um passeio por todas as fases/períodos da música erudita, improvisadas ao jazz e rock. Vitor, sempre humilde e feliz, se despedia. Eu, já emocionado, não acreditei no que tinha presenciado naquele momento. Quis correr para falar com Vitor. Mas não precisava mais, poderia ser outra hora. Eu já o conhecia. &lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2125232124153696526-7790291132629885058?l=ciclodocontratempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/feeds/7790291132629885058/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2125232124153696526&amp;postID=7790291132629885058&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/7790291132629885058'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/7790291132629885058'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/2008/05/o-jovem-msico.html' title='O jovem artista'/><author><name>Lucas Benedecti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03918975084398072168</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/-tqx6ynQDrkQ/TpSWRSKzLpI/AAAAAAAAA14/5s34x1xEha0/s220/foto%2Bcurriculo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/SD3ZbpenevI/AAAAAAAAAOM/PAD24MWxwvc/s72-c/vitor+araujo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2125232124153696526.post-5093543524438332784</id><published>2008-05-16T12:12:00.000-07:00</published><updated>2008-05-16T12:27:35.604-07:00</updated><title type='text'>Love is in the Air</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/SC3dyW5GErI/AAAAAAAAAN8/JqvUiR7xBZQ/s1600-h/HECULES_+CAPA.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 298px; height: 298px;" src="http://bp2.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/SC3dyW5GErI/AAAAAAAAAN8/JqvUiR7xBZQ/s320/HECULES_+CAPA.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5201057001891041970" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Hercules &amp;amp; Love Affair&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Disco: Hercules &amp;amp; Love Affair&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ano: 2008&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DFA Records&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10 Faixas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;Que New York é um pólo de grandes nomes da música contemporânea, ninguém pode negar. De lá surgiu mais uma grande surpresa de 2008: o projeto Hercules &amp;amp; Love Affair, comando pelo DJ Andrew Butler. No disco homônimo ao projeto, há o eletrônico dançante, seja Disco, ou House, com participações especiais de Antony Hegarty (do Antony and the Johnsons), Nomi e Kim Ann Foxman. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;O dance americano nunca esteve tão perto de um experimentalismo como este. Andrew Butler, que desde os 15 tocava em festinhas e já compunha algumas músicas, foi responsável por criar o H&amp;amp;LA. Ao ponto de tremer as estruturas da dance music, Butler buscou em Kraftwerk, no pop 70’s e 80’s e nos vocais mais desafiadores de todos a fórmula para seu disco. Para quem nunca imaginou Antony cantando outro estilo, é tempo de ouvir canções como “Blind” (primeiro &lt;i style=""&gt;single&lt;/i&gt;), “Raise me up”, ou “Time will”, além dos backing vocals emocionantes e criativos. Mas não é só Antony que faz bonito no álbum, Kim Ann Foxman dá vida a musica “Athene”, numa batida dançante a lembrar Daft Punk, sua voz enigmática ecoa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/SC3ei25GEsI/AAAAAAAAAOE/uhiZ6cVBy0k/s1600-h/hercules300.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp0.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/SC3ei25GEsI/AAAAAAAAAOE/uhiZ6cVBy0k/s320/hercules300.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5201057835114697410" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;br /&gt;Melodias são presenteadas com violões, teclados e batidas eletrônicas, enquanto a delicadeza de cada vocalista transporta-se a nossa percepção. Dentre canções melódicas como “Time will” ou “Iris”, fica a lembrança da dupla francesa, Air. As mais dançantes compõem o álbum em sua maioria e ganham arranjos vanguardistas como em “Hercules’ Theme” ou “Raise me up”. O &lt;i style=""&gt;single &lt;/i&gt;Blind é a pérola do disco, tanto em composição ou interpretação de Antony, que demonstra mais uma vez seu potencial como um cantor para ritmos variados. Nesta música, tudo se encaixa perfeitamente, seja na letra combinada a voz de Hegarty, ou nas batida que alcança proporções exatas quanto ao dance.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:10;"  &gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Outras experimentações são extremamente interessantes, quando teclados e trompetes atacam de surpresa em melodias “clean”, a exemplo de “This is my Love”. “You Belong” e “True False, Fake Real” roubam um pouco de experiências do pop eletrônico. Por fim, resta-nos “Easy”, a mais intimista do disco, a contar histórias por sussurros, enigmática e reveladora, Björk iria gostar, não?! Butler, certamente acertou em escolher seus parceiros. Porém, olhando pelo viés contrário, incorpora algo simplista em seu eletrônico. As batidas comuns às vezes se repetem por toda música. Mas o que está contido aqui e se revela é um som ambiente, mesmo que dançante. Bom ou ruim, cria-se um estilo, uma maneira própria de se compor.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;*MySpace: &lt;a href="http://www.myspace.com/herculesandloveaffair"&gt;http://www.myspace.com/herculesandloveaffair&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2125232124153696526-5093543524438332784?l=ciclodocontratempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/feeds/5093543524438332784/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2125232124153696526&amp;postID=5093543524438332784&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/5093543524438332784'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/5093543524438332784'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/2008/05/love-is-in-air.html' title='Love is in the Air'/><author><name>Lucas Benedecti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03918975084398072168</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/-tqx6ynQDrkQ/TpSWRSKzLpI/AAAAAAAAA14/5s34x1xEha0/s220/foto%2Bcurriculo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/SC3dyW5GErI/AAAAAAAAAN8/JqvUiR7xBZQ/s72-c/HECULES_+CAPA.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2125232124153696526.post-1341097561686171044</id><published>2008-04-23T16:39:00.000-07:00</published><updated>2008-04-23T16:54:47.895-07:00</updated><title type='text'>Folk, freak, folk</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/SA_KsuG8qCI/AAAAAAAAAN0/6VxlgchFL-o/s1600-h/dodosthe-visiter.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 244px; height: 242px;" src="http://bp3.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/SA_KsuG8qCI/AAAAAAAAAN0/6VxlgchFL-o/s320/dodosthe-visiter.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5192591765021698082" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:10;"  &gt;The Dodos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Disco: Visiter&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Ano: 2008&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;French kiss&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:10;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:10;"  &gt;14Faixas&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:10;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:10;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:10;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:10;"  &gt;O folk vive uma revolução. Ou evolução? Bem, os termos entram em choque, quando ainda é um pouco cedo para afirmar algo concreto sobre bandas novas que aderem ao folk. Mas o estilo passa por mudanças, acoplando-se a outros ritmos, incorporando-os ou resgatando suas raízes mais distantes. Não é à toa que nascem nomes como folktronico, freak folk, anti-folk ou apocalyptic folk. O Freak Folk, mais precisamente, é nome designado para as bandas que apareceram nos anos 2000, como Joanna Newson, Devendra Banhart, Sufjan Stevens e Animal Collective. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Nisso, surge The Dodos, banda californiana, um duo de violão (Meric Long) e bateria (Logan Kroeber). E, em seu terceiro disco, “Visiter”, completam os nomes de bandas/cantores citados acima. Completam no sentido de realmente contribuir para o “movimento folk”. Uma combinação mutante entre batidas fantasmagóricas, da percussão de Logan, violão criativo e voz cativante de Meric Long, criam&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;ambientes múltiplos. Desde um folk mais tradicional, como percebemos em “Walking” e “It’s the Time Again”, ao freak, com direito a gritos, nas preciosas “Fools” e “Joe’s Waltz”. Alguma semelhança com Animal Collective? As baterias progressivas, cheias de tambores graves fazem nos crer numa parceria com a banda. Mas nada disso, há uma incorporação, meras influências que geram uma das percussões mais criativas já feitas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;O tema bucólico ainda pode ser observado em algumas letras. Mas o novo folk permite-se falar de amor, questionar Deus e falar de coisas contemporâneas. Experiências com o psicodelismo deixam o disco mais interessante ainda. Pelo meio de “Paint the Rust”, temos um violão distorcido, que complementado ao slide nas mãos de Long, lembram Jack White nos momentos de surto. “Jodi”, com sua percussão nervosa e violões acentuados, compõe um ritmo entre o rock, nas melodias; folk, nos detalhes; e pop no refrão grudento. Em “Visiter”, as músicas, ora podem alcançar sete minutos, cheias de movimentos, ora atravessam mensagens de segundos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;The Dodos provam que também são bons em melodias lentas. “The season” possui uma delicadeza profunda, em seus vocais e violões. Entretanto, transforma-se em batidas primitivas e vozes do além. “God?” é extremamente poderosa, com seus devaneios, gritos e questionamentos. O folk independente nasce com espaço para brilhar e em 2008 já mostra suas virtudes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;*vídeo da música "Fools": &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=YhLRxui7vXU&amp;amp;feature=related"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=YhLRxui7vXU&amp;amp;feature=related&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:10;"  &gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2125232124153696526-1341097561686171044?l=ciclodocontratempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/feeds/1341097561686171044/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2125232124153696526&amp;postID=1341097561686171044&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/1341097561686171044'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/1341097561686171044'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/2008/04/folk-freak-folk.html' title='Folk, freak, folk'/><author><name>Lucas Benedecti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03918975084398072168</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/-tqx6ynQDrkQ/TpSWRSKzLpI/AAAAAAAAA14/5s34x1xEha0/s220/foto%2Bcurriculo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/SA_KsuG8qCI/AAAAAAAAAN0/6VxlgchFL-o/s72-c/dodosthe-visiter.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2125232124153696526.post-510969222239452329</id><published>2008-04-14T12:18:00.000-07:00</published><updated>2008-04-15T17:38:07.319-07:00</updated><title type='text'>O rock de garagem abalado</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/SAOu_H1uu_I/AAAAAAAAANs/Jx02xpQ-cGE/s1600-h/KILLS+-+MidnightBoom.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://bp3.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/SAOu_H1uu_I/AAAAAAAAANs/Jx02xpQ-cGE/s320/KILLS+-+MidnightBoom.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5189183595120344050" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;The Kills&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Disco: Midnight boom&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ano: 2008&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Domino Records&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12 Faixas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:10;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ao recapitularmos os trabalhos já lançados do The Kills, “Keep on Your Mean Side” (2003) e “No Wow” (2005), temos um rock de forte energia, aliado ao blues, guitarras barulhentas, a voz de Alison Mosshart e a tímida bateria eletrônica. Ainda que no segundo disco apareçam harmonias mais cativantes, a dupla, com sua imagem pós-punk, lança seu terceiro disco, “Midnight Boom”, talhado em boas expectativas por parte de fãs e crítica.&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;“U.R.A. Fever”, como primeiro single, saíra antes mesmo do disco neste ano. E a primeira impressão surge: nada demais, para quem esperava algo visceral, inovador ou ainda mais sujo. Pelo contrário, melodias simples, de tendências pop, onde não há sequer um grito de “VV”, apelido de Alisson Mosshart. As vozes do guitarrista Jamie “Hotel” Hince e da vocalista se encaixam muito bem, porém, isto não é novidade, assim como a composição da música. Esta é a história do single que não ajudou a compreender o disco que viria. Apenas deixara rastros de um disco possivelmente mediano. Entretanto, singles não costumam ser o sinônimo de uma obra completa e, por incrível que pareça, costumam ser músicas medianas, senão ruins. Vale colocar isso para muitas gravadoras que estão lançando seus artistas, com raras exceções, obviamente. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;O terceiro disco veio a mostrar-nos outras habilidades da dupla. O que se pode dizer de “Midnight Boom” é que as batidas eletrônicas ganham maior espaço, assim como a voz de “Hotel”. Guitarras detalhistas, o som também encontra-se mais “limpo”, em sua integridade, no quesito de produção. A veia pop-dance aparece para surpreender em músicas como “Cheap and Cheerful” ou “Tape Song”. Porém, esta última se transforma num refrão arrasador, quando VV&lt;i style=""&gt;,&lt;/i&gt; acompanhada de guitarras distorcidas, faz brilhar o punk. Estão aqui também canções que poderiam muito bem se encaixar em disco anteriores, pela própria gravação e barulheira: “Hook and Line” ou a sombria/grunge “Alphabet Pony”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Algumas harmonias e dissonâncias fazem lembrar Sonic Youth e Primal Scream na fase de misturas eletrônicas, em “Last day of Magic” ou “M.E.X.I.C.O.C.U.”. Drogas e rock’n’roll são temas de algumas letras. O visual preto continua o mesmo, embalado por certo pessimismo e escapismos. Apesar de apostar em batidas eletrônicas dançantes, com direito a palminhas, o Kills sempre vem armado de ao menos uma boa canção acústica, nos seus dois discos anteriores. E, desta vez, “Goodnight Bad Morning” fez mais do que sua parte no disco. A música é de uma delicadeza extrema, ao som de piano, violão e vozes da dupla. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;Perdeu-se um pouco do rock de garagem para a chegada do pop-eletrônico. Até aí tudo bem, há mudanças que vêm para o bem. Mas quando o mais forte do Kills eram guitarras distorcidas, plugadas a mais de um delay, e a bela voz de VV ecoando no palco, trocou-se algo que era único, comprometendo, em partes, o “Midnight Boom”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2125232124153696526-510969222239452329?l=ciclodocontratempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/feeds/510969222239452329/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2125232124153696526&amp;postID=510969222239452329&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/510969222239452329'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/510969222239452329'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/2008/04/o-rock-de-garagem-abalado.html' title='O rock de garagem abalado'/><author><name>Lucas Benedecti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03918975084398072168</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/-tqx6ynQDrkQ/TpSWRSKzLpI/AAAAAAAAA14/5s34x1xEha0/s220/foto%2Bcurriculo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/SAOu_H1uu_I/AAAAAAAAANs/Jx02xpQ-cGE/s72-c/KILLS+-+MidnightBoom.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2125232124153696526.post-2956959604639283851</id><published>2008-03-26T15:41:00.000-07:00</published><updated>2008-03-26T15:51:15.176-07:00</updated><title type='text'>A garota russa perdida no espaço</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R-rRjYFLPqI/AAAAAAAAANk/RjvFkF3ipmM/s1600-h/A_Mad_%26_Faithful_Telling.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://bp0.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R-rRjYFLPqI/AAAAAAAAANk/RjvFkF3ipmM/s320/A_Mad_%26_Faithful_Telling.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5182184726932962978" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:85%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devotchka&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Disco: &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:10;"  &gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:85%;" &gt;A Mad &amp;amp; Faithful Telling&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ano: 2008&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ANTI-Records&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10 faixas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;"&gt;Depois de um EP que merece notável destaque no cenário de rock alternativo, intitulado “Curse Your Little Heart” de 2006, e um disco romântico e enigmático “How It Ends”, de 2004, o Devotchka volta com suas influências latinas e leste-européias mais afiadas do que nunca em 2008. “A Mad &amp;amp; Faithful Telling” nos traz qualidade instrumental impecável, ritmos incomuns dançantes ou por vezes melosos, e letras que falam de fé e amores incompreendidos emergindo culturas várias ao passo que Nick Urata canta versos em espanhol as músicas “globais”, digamos assim. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Aqui é quando o México encontrou a Grécia, ou a Índia encontrou o bolero, numa interpretação americana. Parece estranho, mas para quem conhece o grupo, sabe o que são capazes de fazer. Ouça a primeira faixa “Basso Profundo” para encontrar um Devotchka bem animado fazendo um trabalho muito parecido com os discos anteriores. Mas a noção de um refrão pegajoso (este pode ser só um backing vocal com vocais “uuuhll”), vem a surgir por meio de viagens por cantigas psicodélicas. Um fato interessante neste disco: o psicodelismo tímido. Vão aparecendo notas dissonantes, volumes que crescem ou decrescem, detalhes aqui e ali de eletrônico. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;As canções românticas e nostálgicas ganharam um espaço relativamente alto em “A Mad &amp;amp; Faithful Telling”, disco com apenas 10 faixas, sendo duas instrumentais (por sinal ótimas experimentações com violinos e acordeom, a lembrar Yann Tiersen). Se antes tudo era alegre e dançante nas composições anteriores, temos três canções realmente afiadas que traduzem o romantismo de forma sincera, cativante e atual. São elas: “The Clockwise Witness”, “Undone” e “New World”, filhas da boa canção “How it Ends” ou fazer inveja ao Arcade Fire.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;O tanto que se preservou neste quinto disco, na questão de instrumentação e estilo, também se experimentou com influências da música moderna, em refrões (“The Clockwise Witness”), batidas emprestadas do rock (“Transliterator”), e backing-vocals cativantes (“New World”). Esta “salada” representa uma valsa-rock-moderna em “Blessing In Disguise” ou uma psicodélica-balada-mexicana em “Along the Way”. O tão experimental Devotchka encontra seu caminho a cada disco que lança, sob doses da música que resgata a multi-cultura, o melancólico e a antítese. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2125232124153696526-2956959604639283851?l=ciclodocontratempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/feeds/2956959604639283851/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2125232124153696526&amp;postID=2956959604639283851&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/2956959604639283851'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/2956959604639283851'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/2008/03/garota-russa-perdida-no-espao.html' title='A garota russa perdida no espaço'/><author><name>Lucas Benedecti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03918975084398072168</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/-tqx6ynQDrkQ/TpSWRSKzLpI/AAAAAAAAA14/5s34x1xEha0/s220/foto%2Bcurriculo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R-rRjYFLPqI/AAAAAAAAANk/RjvFkF3ipmM/s72-c/A_Mad_%26_Faithful_Telling.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2125232124153696526.post-7817300800554412375</id><published>2008-03-11T09:49:00.000-07:00</published><updated>2008-03-11T10:16:49.896-07:00</updated><title type='text'>Jonny, o Compositor - A pluralidade de um guitarrista</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R9a7JNS3IKI/AAAAAAAAAMk/mKi5QeXexMg/s1600-h/jonny-greenwood.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://bp3.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R9a7JNS3IKI/AAAAAAAAAMk/mKi5QeXexMg/s320/jonny-greenwood.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5176530588570951842" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;Não faz muito tempo, o Radiohead havia estourado nos anos &lt;st1:metricconverter productid="90. A" st="on"&gt;90. A&lt;/st1:metricconverter&gt; canção visceral “Creep”, embalada pela MTV, ganhara um lugar no coração dos jovens. Por detrás da voz melancólica de Thom Yorke, guitarras explodiam e ganhavam vida ao movimento frenético impulsionado pelo coração de Jonny Greenwood. Foi quando tudo começou. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Os cabelos no rosto e suas performances meio tímidas, desafiadora&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;s e agressivas por minutos, eram marca registrada de Jonny. Com sua velha Fender Telecaster, emergia do Radiohead como um ícone. Surgia como um anti-herói da guitarra, assim como Frank Black do Pixies, ou o próprio Kurt Cobain, sem vomitar solos ou fazer poses. Em “Pablo Honey”, primeiro disco da banda, gravado em três semanas, riffs rápidos e agudos marcam a personalidade do guitarrista. Além da “pegada” forte, Jonny mostrava-se um músico capaz de arranjar pianos e experimentar múltiplos efeitos nas composições do grupo.&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Entretanto todas as evoluções, experimentações e harmonias não aconteceriam se o Radiohead não seguisse o caminho de sempre buscar o novo. O segundo disco, “The Bends”(1995), veio de uma fase de composições mais depressivas, segundo Thom Yorke, após a turnê do disco anterior. E com isso, vieram músicas como “Fake Plastic Trees”, “My Iron Lung”, “Street Spirit” e “Just”. Nesta última, Thom diz que havia uma competição entre ele e Jonny para saber quem colocava mais acordes na música. O duo criativo do Radiohead, então, ganha capas de revistas para explicar as composições e uma possível relação homossexual, que acabou sendo desmentida.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;A música profunda do Radiohead parece brotar das veias de Jonny e Thom, quando em cima do palco. E daí mais instrumentos vão aparecendo ao lado de Greenwood, que outrora apenas pensava tocar sua guitarra na banda. A criação de um ambiente soturno já pode ser vista em músicas como “Bullet Proff...I Wish I Was” ou “Sulk”. Dissonâncias, novas melodias são buscadas até chegar ao “OK Computer”(1997), fase &lt;st1:personname productid="em que Jonny" st="on"&gt;em que Jonny&lt;/st1:personname&gt; pode most&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;rar uma transição em seu estilo de compor. As guitarras distorcidas ficam mais a margem do disco, dando lugar a harmonias complexas, experimentadas em teclados plugados a efeitos diversos, sintetizadores, loops em seu próprio instrumento, xilofone e efeitos de lap top. Um disco que marcou a história do rock, e o Radiohead sempre a provar que poderia evoluir nas composições. Basta ouvir as guitarras dedilhadas que se transformam em três, quatro ou cinco em “Let Down”. A potência da harmoniosa “Karma Police”, a sinfônica “Paranoid Android” e a sombria “Climbing Up the Walls”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R9a7YtS3ILI/AAAAAAAAAMs/rDcM0Ic3pb0/s1600-h/jonny+Greenwood+-+piano.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp1.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R9a7YtS3ILI/AAAAAAAAAMs/rDcM0Ic3pb0/s320/jonny+Greenwood+-+piano.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5176530854858924210" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;As mudanças estão por toda parte, há o psicodelismo, influências eruditas, que, aliás, estão nas veias de Greenwood, que quando pequeno estudou viola e recentemente compõe, em carreira solo, para orquestras. O “OK Computer” marca também o início de letras escritas por Jonny, como “The Tourist”, que vem ao caso. A música faz menção aos turistas americanos &lt;st1:personname productid="em Paris. Jonny" st="on"&gt;em Paris. Jonny&lt;/st1:personname&gt; os observara agitados, enquanto estes queriam ver a cidade em 10 minutos, porém, não enxergavam a verdadeira beleza do lugar. “Hey, man, slow down, slow down, slow down, idiot, slow down, slow down!”, repete o refrão cantado por Thom Yorke. Uma guitarra bem trabalhada, vozes em coro reproduzidas por sintetizador, compõe “o ambiente perfeito para encerrar o disco”, afirma Greenwood.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Após toda popularidade e aclamação do “OK Computer”, Thom Yorke declarou passar pela depressão: uma nova fase do Radiohead estava para nascer. Trancados em estúdio, gravaram dois álbuns: “Kid A” (2000) e “Amnesiac” (2001). Havia um espírito embalado por experimentações, ao estilo minimalista vindo do Jazz, no pensamento de ir sempre além do que já haviam experimentado. O Radiohead passa a compor músicas de tons eletrônicos, com as vozes de Thom modificadas no computador. Há também arranjo de metais, baterias desafiadoras, novos instrumentos, cordas, e uma grande aparelhagem ao redor dos músicos. As guitarras passaram para segundo plano, enquanto Jonny dava mais ênfase aos teclados, lap top e seu novo instrumento: as Ondas Maternot, presente em músicas como “The National Anthem”, “How to Disappear Completely” e “Pyramd song”. O lado obscuro da banda, assim como as composições do guitarrista para seu novo instrumento, traria conseqüências para seu histórico de músicas solos. Suas ondas soam profundas, e daí surgiriam, em breve, pensamentos para uma orquestração nascente desde esses tempos. No palco, não seria possível saber qual o próximo instrumento que Jonny utilizaria: era um músico rodeado por seus pedais, guitarras, teclados, lap top e outros.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R9a74dS3IMI/AAAAAAAAAM0/90-yienZce8/s1600-h/ondes+maternot.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp0.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R9a74dS3IMI/AAAAAAAAAM0/90-yienZce8/s320/ondes+maternot.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5176531400319770818" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;"Ondas Maternot"&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;        &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;O Radiohead destacava-se por ser diferente, trazendo, com qualidade, novas possibilidades para a música moderna, ao mexer com variados estilos, criando um pandemônio de letras e melodias, vista por muitos como depressivas, estranhas, por vezes, ou “geniais”(!). O tempo passou, até que foram considerados “os melhores do mundo” por várias mídias. E veio outro baque para Thom e seu grupo. A banda daria um tempo para “respirar”. Cada um no seu canto, possibilitando o trabalho solo de Jonny Greenwood, e o posterior trabalho do Radiohead, intitulado Hail to the Thief.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt; &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;O primeiro trabalho solo de Greenwood trazia um ambiente soturno, recheado de experimentações, que vão de percussões, até um diálogo entre teclados e cordas (no caso, viola, seu instrumento). “Bodysong”(2003) veio como idéia para trilha sonora de um filme homônimo, documentário, de Simon Pummell. Batidas eletrônicas são ouvidas, enquanto Jonny mostra-se um eficiente compositor, ao dar vida para o filme, no casamento de imagem e som. Algumas músicas que tomam o jazz como referência, “Splitter” e “Milky Drops from Heaven”, ganharam a participação de seu irmão Colin, baixista do Radiohead. A melancolia mistura-se ao energético. O caótico à harmonia. Antagonismos se cruzam para a fórmula eclética de Greenwood. Entre o erudito em sua forma completa temos “Tehellet” e “Peartree”. Outras, como “Covergence”, dedicam-se a quatros minutos de percussões sobrepostas. Jonny utiliza-se de banjo, eletrônica e baixo para fazer a obscura “24 hours Charleston”. O potencial do compositor, o primeiro do Radiohead a lançar disco solo, revela-se em estrutura ampla. A visão musical de Jonny atinge rumos certeiros, quanto ao futuro da música. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R9a8adS3INI/AAAAAAAAAM8/8HOde3U50ps/s1600-h/Bodysong-Original-Soundtrack.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 232px; height: 232px;" src="http://bp0.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R9a8adS3INI/AAAAAAAAAM8/8HOde3U50ps/s320/Bodysong-Original-Soundtrack.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5176531984435323090" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;"Bodysong"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;No mesmo ano, “Hail to the Thief” dá um novo ar à banda que parecia submersa entre fantasmas. Guitarras reaparecem logo na primeira faixa (2+2=5), e ótimas composições surgem para a reafirmação da banda no cenário mundial da música. Composições de Jonny, como “Wolf at the door” e “There There” (em parceria com Yorke), remetem a um segundo “OK Computer”, visto por alguns críticos. A banda, em turnê, faz grandes apresentações como no festival de Glastonbury 2003. Em "There there", Jonny está com suas percussões a anunciar o primitivo, a decadência e o desespero de um futuro apocalíptico. Logo sua guitarra sobrepõe a melodia num dedilhado único, criando atmosfera para a música monumental, esta que acaba mostrando também a forma agressiva que Jonny encontra para se expressar. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Foi em 2004 que Greenwood entrou para a BBC Radio 3 de Londres como músico residente. Lá lançou três composições para as Ondas Maternot e orquestra: &lt;i style=""&gt;Smear&lt;/i&gt;, &lt;i style=""&gt;Popcorn Superhet Receiver &lt;/i&gt;e &lt;i style=""&gt;Piano for Children. &lt;/i&gt;Mais uma vez entre o caos e a harmonia, Jonny mostrava-se criativo e desafiador. Sua composição de quase vinte minutos, &lt;i style=""&gt;Popcorn Superhet Receiver, &lt;/i&gt;ganhou prêmio da BBC, por meio de votos de ouvintes, em 2006. Complexa e cheia de intimismo, a música que conquistou os ouvintes ingleses, deu a Jonny um reconhecimento ainda maior e um certo otimismo em continuar seus trabalhos orquestrados.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R9a85dS3IOI/AAAAAAAAANE/K_OgLKMMTmk/s1600-h/jonny+Greenwood+-+orquestra.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 349px; height: 261px;" src="http://bp0.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R9a85dS3IOI/AAAAAAAAANE/K_OgLKMMTmk/s320/jonny+Greenwood+-+orquestra.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5176532517011267810" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;"Jonny e orquestra"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Como pano de fundo, temos o Radiohead sem gravadora (terminado o contrato com a EMI). Preparando o novo disco e divulgando músicas novas, a banda estava numa indecisão de como lançaria o então intitulado “In Rainbows”. Experimentações entre esse período são muito válidas, como o encontro de Thom e Greenwood no Ether Festival, executando &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;“Arpeggi/Weird Fishes”&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;, música depois adaptada para guitarra, baixo e bateria. Um encontro excepcional, a partir de uma música climática, que fez Thom Yorke se emocionar. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Greenwood avançara ao passo de levar um pouco dessas orquestrações para o Radiohead, no "In Rainbows"&lt;span style="background: yellow none repeat scroll 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;"&gt;&lt;/span&gt; (2007), mais recente disco do grupo. As percussões em “Videotape” e as cordas em “Down is the New Up”, “Nude” e “Faust Arp” demonstram. Um trabalho que está resumido em tudo que o Radiohead já passou, já foi e ainda é. Depressivo, visionário, inovador e criativo.&lt;span style=""&gt;   &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;O adjetivo “estático” definitivamente não cabe para Jonny, que além de um disco duplo de sua banda, vem a lançar seu segundo disco solo, trilha sonora para o filme de Paul Thomas Anderson, &lt;i style=""&gt;There will be blood &lt;/i&gt;(Sangue Negro, no Brasil). O longa-metragem joga-nos para o início do século XX, final do XIX, contando a história de um ex-minerador, que envereda pelo ramo do petróleo no interior do EUA. Num choque de imagens, ao começar pelos 11 minutos iniciais do filme sem diálogos, vemos nascer a obra de Greenwood. Forte, assim como a interpretação de Daniel Day-Lewis, num “empresário” nômade e solitário, Daniel Plainview, em busca de dinheiro em terras desertas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R9a9RtS3IPI/AAAAAAAAANM/MN_EsQwsboo/s1600-h/jonny-therewillbeblood+%28capa%29.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp1.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R9a9RtS3IPI/AAAAAAAAANM/MN_EsQwsboo/s320/jonny-therewillbeblood+%28capa%29.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5176532933623095538" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Plainview é uma personagem compulsiva, na trama. Seguindo o rastro do dinheiro, Daniel tem uma relação complicada com todos que estão ao seu redor. Uma auto-destruição então é iniciada a partir de suas compulsividades e distúrbios psicológicos. O filme, baseado no romance “Oil” (1927), de Upton Sinclair, investe nessa corrida pelo ouro negro, abrangendo toda a paisagem, costumes e religião no começo de uma era industrial.&lt;span style=""&gt;   &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;There will be blood &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;torna-se grandioso por sua fotografia, que se alia às poderosas composições de Jonny Greenwood para o filme. Imagem e trilha são melhores compreendidas quando &lt;st1:personname productid="em conjunto. O" st="on"&gt;em conjunto. O&lt;/st1:personname&gt; suspense presente em músicas como “Future Market” (esta faz lembrar músicas dos filmes de Hitchcock) ou “There will be Blood” marcam Plainview em seus momentos mais insanos. Dissonâncias fazem parte da obra em sua maioria. Contudo, as harmoniosas “Open Spaces” e “Prospectors Arrive” estão dentro de um tema tênue no filme, que se encaixa na relação pai e filho. A última citada possui um piano de temática progressiva, que é tocada quase por completa no filme. As artes se encontram para nos presentear com uma só apreciação.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R9a9u9S3IRI/AAAAAAAAANc/m-2LHjNTlzE/s1600-h/there-will-be-blood-1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp2.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R9a9u9S3IRI/AAAAAAAAANc/m-2LHjNTlzE/s320/there-will-be-blood-1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5176533436134269202" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;“Para fazer um filme, o grande colaborador final que você possui é o compositor. Jonny foi realmente o primeiro a ver o filme. E quando ele voltou com um apanhado de músicas, isso de fato ajudou-me a conhecer sua impressão sobre o filme. E foi incrível, pois não tinha idéia do que havia feito.” – considera Paul Thomas Anderson, em entrevista para &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.ew.com/ew/article/0,,20155516_20155530_20158721_4,00.html"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;From Entertainment Weekly&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;a href="http://www.ew.com/ew/article/0,,20155516_20155530_20158721_4,00.html"&gt; (EW)&lt;/a&gt;. Greenwood lembra que Paul gostaria de algo próximo a trilhas do gênero horror. Entretanto Jonny, de fato, preenche o filme não com uma trilha deste gênero, mas próxima da escuridão, em que os fatos vão levando. &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;Anderson, ao confiar plenamente nas composições de Jonny, trabalhou em parceria com este, pode-se dizer. Os elementos acústicos colocados sob medida no filme dão o subjetivismo necessário à arte. E se Thom Yorke já disse recentemente na Rolling Stone nacional nº17, que “Por alguma razão, nós (Radiohead) pensamos demais. Somos atores do método. Para nós, é sempre difícil.”, comprova-se um trabalho de Jonny Greenwood elaborado por um esforço que valeu ouro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2125232124153696526-7817300800554412375?l=ciclodocontratempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/feeds/7817300800554412375/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2125232124153696526&amp;postID=7817300800554412375&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/7817300800554412375'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/7817300800554412375'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/2008/03/jonny-o-compositor-pluralidade-de-um.html' title='Jonny, o Compositor - A pluralidade de um guitarrista'/><author><name>Lucas Benedecti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03918975084398072168</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/-tqx6ynQDrkQ/TpSWRSKzLpI/AAAAAAAAA14/5s34x1xEha0/s220/foto%2Bcurriculo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R9a7JNS3IKI/AAAAAAAAAMk/mKi5QeXexMg/s72-c/jonny-greenwood.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2125232124153696526.post-8036396533669527453</id><published>2008-02-24T09:59:00.000-08:00</published><updated>2008-02-24T10:09:24.860-08:00</updated><title type='text'>Hot hot hot chip</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R8GyQV-KmMI/AAAAAAAAAMc/sCnrL94RWLU/s1600-h/Hot+chip+-+made+in+the+darkkkkkkkk+-CAPAAAA.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://bp2.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R8GyQV-KmMI/AAAAAAAAAMc/sCnrL94RWLU/s320/Hot+chip+-+made+in+the+darkkkkkkkk+-CAPAAAA.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5170609841043577026" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; Hot Chip&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Disco: Made in the Dark&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ano: 2008&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EMI, DFA, Astralwerks&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13 Faixas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:10;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;br /&gt;Dentre as bandas eletropop, que às vezes embalam a onda “New Rave”, está o Hot Chip, lançando seu terceiro disco “Made in The Dark”. Adentrando sua passagem tímida pelo Tim Festival 2007, num período meio conturbado para a banda que estava em fim de turnê, verificou-se a incógnita que seria o disco. Se, ao explorar músicas mais intimistas no segundo disco, “The Warning”, continuariam num caminho a fundo com músicas minimalistas ou haveria surpresas para o novo álbum.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Veio “Made in The Dark”, ao contrário, a explorar músicas maximalistas, na maior parte do disco, como afirma o próprio Alexis Taylor, cantor, líder da banda. Algumas influências, citadas por ele, chegam ao Heavy Metal, Prince, Beatles. Apesar disso, o techno alemão é bem perceptível nas faixas deste disco. Guitarras estão mais visíveis e compõe algumas baladas como a canção homônima “Made in the dark”. E se há algo que o Hot Chip sabe criar bem são os climas recheados de vocais, teclados e compassos lentos. Vemos no disco músicas como “We’re Looking for a Lot of Love”, “Whistle for Will” e “In the Privacy of our Love”, compondo a metade mais melancólica e lenta, baladas que Taylor diz adorar. Estas remetem aos anos 80, por vezes, ou de influências radioheadianas.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Entretanto, vamos à parte mais excêntrica, que integra o disco em maioria. “Out at the Pictures”, faixa que abre o disco, é animada, refletindo que o Hot Chip é, sim, o dono da festa. O primeiro single, “Shake a Fist”, começa com batidas dark, e elementos não muito comuns na banda. Atinge pelo meio batidas eletrônicas fortes, possivelmente tiradas do funk carioca. “Ready for the Floor” foi o segundo single mais pop de todos que alcançou a sexta posição na “UK singles Chart”. De certa forma, a música define o que se chama eletropop, deriva de lados românticos e eletrônicos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Músicas mais “maduras” aparecem, como “Touch too Much”, a própria “Made in the Dark”, “One pure Thought”, que puxa para o brit pop, ao começo e logo fica dançante. Um caso a parte aparece em “Wrestlers”, música em parceria com o LCD Soundsystem, que é no mínimo curiosa, pela sua letra cantada de forma rápida, teclados que surgem pelo meio e pelo tom pop, sem cair na mesmice. “Hold On”, faixa de seis minutos, define o por quê da &lt;i style=""&gt;new rave. &lt;/i&gt;Animada, criativa, dançante, ao passear pelas vertentes propostas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:10;"  &gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;“Made in the Dark”, enfim, define-se como um bom disco de eletropop, com faixas que cairiam bem numa festa eletrônica. Apesar das influências citadas, está compactado num formato que o Hot Chip propõe desde o início. Embora, para a música como um todo na carreira da banda, restringe-se, por vezes, em seus mecanismos ao compor.&lt;/span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2125232124153696526-8036396533669527453?l=ciclodocontratempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/feeds/8036396533669527453/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2125232124153696526&amp;postID=8036396533669527453&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/8036396533669527453'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/8036396533669527453'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/2008/02/hot-hot-hot-chip.html' title='Hot hot hot chip'/><author><name>Lucas Benedecti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03918975084398072168</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/-tqx6ynQDrkQ/TpSWRSKzLpI/AAAAAAAAA14/5s34x1xEha0/s220/foto%2Bcurriculo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R8GyQV-KmMI/AAAAAAAAAMc/sCnrL94RWLU/s72-c/Hot+chip+-+made+in+the+darkkkkkkkk+-CAPAAAA.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2125232124153696526.post-3022026725277619342</id><published>2008-02-05T10:12:00.000-08:00</published><updated>2008-02-05T10:25:36.681-08:00</updated><title type='text'>Novos Vampiros de Nova Iorque</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R6ioR_jfOZI/AAAAAAAAAME/MovgYZWO27U/s1600-h/Vampire+Weekend+-+vAMPIRE+WEEKEND+CAPA.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://bp0.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R6ioR_jfOZI/AAAAAAAAAME/MovgYZWO27U/s320/Vampire+Weekend+-+vAMPIRE+WEEKEND+CAPA.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5163561999851796882" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:10;"  &gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Vampire Weekend&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Disco: Vampire Weekend&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Ano: 2008&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;XL Recordings&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;11 faixas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:10;"  &gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:10;"  &gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:10;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;O tempo passa e continuamos a ouvir que determinada banda será a salvação do rock a cada estação do ano. O novo rock caminha para estilos múltiplos definindo e buscando alternativas para necessidades consumíveis. Além disto, há uma combinação, misturas de ritmos e culturas, nem sempre compreendidas. Contudo, tendem a ser uma jogada positiva quando boas referências são buscadas na música. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Vampire Weekend vem a ser mais uma banda dessas que são lançadas primeiramente na internet. O som indie, que vem de New York logo gerou comentários na rede mundial sobre a banda que revelaria o novo rock. E seu primeiro disco lançado no começo de 2008, intitulado com o mesmo nome do grupo, aposta em uma mistura afro-western, ou afropop... &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Porém, como toda banda de rock, Vampire Weekend bebe de fontes como Beatles, Talking Heads, um pouco punk, e de música erudita?! Bom, não se sabe o que realmente está levantado depois de tantas misturas musicais num único disco. Encontra-se músicas super simples como “Cape Cod Kwassa Kwassa”, “A-Punk”, com boas referências, mas instrumentalmente simples. Que não apresentam aquela energia do novo rock. Agrupam-se com estilos outros como o reggae, ou a leve batida afro, a tomar idéias de Paul Simon. Outras se assemelham com bandas nova-iorquinas que apostaram num estilo parecido: Clap Your Hands Say Yeah e The Walkmen.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R6ipi_jfObI/AAAAAAAAAMU/oAP54y8GosU/s1600-h/Vampire.Weekend.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp0.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R6ipi_jfObI/AAAAAAAAAMU/oAP54y8GosU/s320/Vampire.Weekend.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5163563391421200818" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;"O nome da banda é Vampire Weekend. Somos especialistas em seguir muitos estilos"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;Os momentos mais fortes e que superam tendências estão em músicas como “M79”, “I Stand Corrected”, “Walcott”, a primeira joga-nos para a indecisão acima: música erudita? São arranjos de cordas, floreios e a até a voz de Ezra Koenig que nos fazem pensar numa música moderna transcendente. Momentos em que a banda soa cheia. &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;Se o Clash soube aproveitar o reggae, o Vampire Weekend soube aproveitar, além deste, a velha veia européia da música. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Nesta medida, há permissão para baterias desafiadoras, melodias mais bem formuladas, como as acima citadas, e um reggae moderno em “The Kids Don’t Stand a Chance”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:10;"  &gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;“Vampire Weekend” é um disco desafiador e não deixa a desejar, completa-se num ciclo de vertentes mais variadas possíveis, sem deixar o rock de lado.&lt;/span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2125232124153696526-3022026725277619342?l=ciclodocontratempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/feeds/3022026725277619342/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2125232124153696526&amp;postID=3022026725277619342&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/3022026725277619342'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/3022026725277619342'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/2008/02/novos-vampiros-de-nova-iorque.html' title='Novos Vampiros de Nova Iorque'/><author><name>Lucas Benedecti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03918975084398072168</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/-tqx6ynQDrkQ/TpSWRSKzLpI/AAAAAAAAA14/5s34x1xEha0/s220/foto%2Bcurriculo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R6ioR_jfOZI/AAAAAAAAAME/MovgYZWO27U/s72-c/Vampire+Weekend+-+vAMPIRE+WEEKEND+CAPA.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2125232124153696526.post-8342872160144311400</id><published>2008-01-25T15:00:00.000-08:00</published><updated>2008-01-25T09:57:56.271-08:00</updated><title type='text'>Quando ninguém esperava, Black Mountain.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R5odNvjfOVI/AAAAAAAAALk/15qMT0T_Hyc/s1600-h/Black+Mountain+-+IN+THE+FUTURE.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://bp1.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R5odNvjfOVI/AAAAAAAAALk/15qMT0T_Hyc/s320/Black+Mountain+-+IN+THE+FUTURE.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5159468445047142738" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:times new roman;" &gt;Black Mountain &lt;/span&gt;  &lt;span style="font-weight: bold;font-family:times new roman;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Disco: In The Future&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:times new roman;" &gt;&lt;br /&gt;Ano: 2008&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:times new roman;" &gt;&lt;br /&gt;Jagjaguwar&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-weight: bold;font-family:times new roman;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10 Faixas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;Num belo dia você junta seus amigos para tocar. E o que aparece entre o repertório? Hendrix? Pink Floyd? Led Zeppelin? Black Sabbath? Velvet Underground? Talvez Neil Young? Bandas e artistas que revolucionaram o rock, certamente, e que continuam a influenciar pelo menos noventa por cento de bandas iniciantes. E foram basicamente essas que possibilitaram o início de criação para a banda canadense Black Mountain, formada em 2004. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;Um grupo de amigos e músicos, chamado Black Mountain Army, deu origem ao som de extrema diversidade e capacidade encontrado no Black Mountain. Em “In the Future”, segundo disco do grupo, há um som feito de rocha, impulsionado por misturas antagônicas. Do folk ao heavy metal, traçado por guitarras, sintetizador, baterias e vocais por vezes angelicais. O psicodelismo e o progressivo estão em jogo para reafirmar a tendência do chamado pós-rock. Mas não há somente isso, o &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;lirismo possui força em canções que representam o folk-rock, formando o ecletismo da banda.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R5od8_jfOWI/AAAAAAAAALs/Z6o5_9rBDrY/s1600-h/Black+Mountain+foto+1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp2.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R5od8_jfOWI/AAAAAAAAALs/Z6o5_9rBDrY/s320/Black+Mountain+foto+1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5159469256795961698" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:times new roman;font-size:85%;"  &gt;"Black Mountain"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Descrever o Black Mountain não é tarefa fácil. A diversidade encontrada aqui é pesada, como o próprio som do grupo costuma ser entre faixas às vezes de outro mundo. Ao começar por Stephen McBean, vocalista e guitarrista, que possui mais outras duas bandas: Pink Mountaintops e o Jerek with a Bomb. Stephen é um líder que coloca sua guitarra para falar, sendo romântica ou agressiva, ou combinando-a com seu vocal. Este, por sua vez, está atrelado à senhorita Amber Webber, cantora envolvida no Lighting Dust, assim como o baterista Joshua Wells. Nesta mistura de bandas e experimentos, viajamos no sentimentalismo, na angústia encontrada &lt;st1:personname productid="em Black Mountain." st="on"&gt;em Black Mountain.&lt;/st1:personname&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;Em “Stormy High”, faixa abre o disco, guitarras mudando de tom em solo curto, ouve-se os gritos de Amber Webber. Esta coisa cheia de formas, com fortes influências dos 70’s, descreve e define o som do Black Mountain. Porém, isto é só uma amostra curta do que virá pela frente. “Stormy High” nem é tão especial assim, por possuir uma fórmula curta. Poderia ser hit nos anos 70, e até confundida com uma música do Deep Purple. Na segunda, “Angels”, há uma virada de quase 180 graus. Uma melodia lenta, pulsante e contagiante coloca-nos em harmonia plena. As vozes de McBean e Webber se misturam e se encaixam com perfeição, num tom nostálgico. “Angels” é devastadora, ainda mais com o solo lá pelo meio da música. Metricamente perfeita, uma verdadeira canção.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R5oetvjfOXI/AAAAAAAAAL0/g-d4BZz12Aw/s1600-h/stephen+mcbean.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp1.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R5oetvjfOXI/AAAAAAAAAL0/g-d4BZz12Aw/s400/stephen+mcbean.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5159470094314584434" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=";font-family:lucida grande;font-size:85%;"  &gt;"Stephen McBean"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Mas logo surge “Tyrants”, para completar outra virada. Ao começar pelo heavy-metal, sugerido no primeiro minuto de música, e logo depois um progressivo emergente das profundezas da bateria e baixo. Vem a voz lírica de Stephen, leve e limpa, enquanto teclado e guitarra dão corpo. A melodia é cortada outra vez por um violão e agora podemos viajar, como se ouvíssemos Pink Floyd. O vocal gritado de Amber é de dor. E em voz solo, ela pode realmente se soltar numa melodia mais agressiva. E chegando pelo quinto minuto, mais guitarras em crescente movimento, baterias explodem, o poder da banda se eleva. Em ritmo de viradas e mais viradas Joshua mostra sua bateria potente e sabiamente colocada. Voltemos ao lirismo e violão: viagem encerrada com perfeição de oito minutos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;E “Wucan” abre mais caminhos. Seus solos são contagiantes, guitarras falam, o sintetizador é bem colocado, vocais fazem sua parte em refrão: “So we can come together”. Amber sempre caindo com perfeição em suas passagens. Duas baterias compõem o fundo muito marcante. Surge o espaço de improviso para o sintetizador que sabe utilizar recursos incorporados.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Um espaço zen, que nos sugere ir tão alto quanto o sol.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R5ofa_jfOYI/AAAAAAAAAL8/C8pL47vLGFs/s1600-h/amber+and+joshua.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp2.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R5ofa_jfOYI/AAAAAAAAAL8/C8pL47vLGFs/s320/amber+and+joshua.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5159470871703665026" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;"Joshua Wells e Amber Webber"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;A próxima faixa, “Stay Free”, tende ao folk, com vocais agudos de Stephen, violões e letra bucólica. Numa melodia bonita, que faz lembrar Neil Young, concentra-se em transmitir bons momentos. O sintetizador, pequenas passagens de violão e até mesmo um violoncelo no final fazem a diferença. “Queens Will Play” faz parte de uma nova seleção no disco. Começa soturna, com a voz tremida de Amber a nos falar de escuridão e demônios, a lembrar o velho Black Sabbath. Um coro surge de leve, encaminhado por guitarras e sintetizador, que explodem pelo final da música. O solo rasgado da guitarra de McBean faz lembrar os bons momentos de muitos guitarristas dos anos 70. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;“Evil Ways” mostra um lado caótico da banda, onde tambores, guitarra e teclados são a exclamação do mal. Lúcifer é citado e a voz de McBean está realmente transformada. Solo enlouquecido em volume máximo, destruidor. Com um espaço mais uma vez para o baterista Joshua Wells mostrar sua habilidade. Então “Wild Wind” é a próxima canção. De tempo curto, mas de beleza inversamente proporcional a este. A música soa como a banda toda estivesse colocando seus sentimentos ali. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;A gigante “Bright Lights”, de dezesseis minutos, tem pelo menos uns quatro momentos ou “movimentos”, que resumem todo o espírito da banda. Progressiva, agressiva, bela, atinge com todos os instrumentos nossos corações. Um bom rock, criativo e revolucionário por destruir preconceitos. Os vocalistas formam um diálogo e o dissolvem em inúmeras possibilidades de interação. Lá pelo meio, temos quase uma missa anunciada e tudo se reconstrói. Gritos libertários. Tudo em seu peso máximo, eles querem mais. &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;Contudo, “Night Walks” vem encerrar o disco. Amber canta ao som único de um sintetizador. Sua voz ecoa. Parece um choro. A profundidade desta é de chamar a atenção. Ela é uma sombra e a noite anda por entre esta voz. O coro nos leva a outra dimensão. É a despedida, é a despedida. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;Curioso? O ano mal começou e “In the Future” é o álbum que recebe destaques no Orkut e Blogs pela Internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;My Space da Banda : &lt;a href="http://www.myspace.com/blackmountain"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;http://www.myspace.com/blackmountain&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2125232124153696526-8342872160144311400?l=ciclodocontratempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/feeds/8342872160144311400/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2125232124153696526&amp;postID=8342872160144311400&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/8342872160144311400'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/8342872160144311400'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/2008/01/quando-ningum-esperava-black-mountain.html' title='Quando ninguém esperava, Black Mountain.'/><author><name>Lucas Benedecti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03918975084398072168</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/-tqx6ynQDrkQ/TpSWRSKzLpI/AAAAAAAAA14/5s34x1xEha0/s220/foto%2Bcurriculo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R5odNvjfOVI/AAAAAAAAALk/15qMT0T_Hyc/s72-c/Black+Mountain+-+IN+THE+FUTURE.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2125232124153696526.post-7588571090802314170</id><published>2008-01-13T21:00:00.000-08:00</published><updated>2008-01-13T16:18:53.060-08:00</updated><title type='text'>O que querem os Hives?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R4qkrMkUUPI/AAAAAAAAALU/-dVv3731J2Q/s1600-h/HIVES_CAPA_WHITEANDBLACK.jpeg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://bp0.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R4qkrMkUUPI/AAAAAAAAALU/-dVv3731J2Q/s320/HIVES_CAPA_WHITEANDBLACK.jpeg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5155113785493836018" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;The Hives&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Disco: The Black and White Album&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Ano: 2007&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Interscope Records&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;14 Faixas&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;Os suecos do The Hives sempre são lembrados pelos gritos de Pelle Almqvist ou pelo seu primeiro hit “Hate to say I told you so”. O que, certamente, são fatos indispensáveis. O estilo garage, meio punk com rock rapidinho, música de no máximo 3 minutos são decorrentes de todos seus discos. Porém, novidades aparecem no quarto disco da banda. Como toda banda de rock precisa evoluir para sobreviver, com Hives não foi diferente. E os estereótipos acabam conosco. Esperamos sempre o mesmo som da banda. Aí justificam: “os caras só sabem tocar aquilo mesmo”. Bom, mas se pensarmos assim, Radiohead nunca teria ido onde foi. OK?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;Não que os rapazes sejam os melhores do rock atual, está longe disso. Mas conseguem fazer músicas com refrões desafiadores e agradáveis, coisa que muita banda anda com dificuldade, mesmo que isso não seja o mais desafiador do rock. O Hives mais uma vez faz um rock “primitivo”, com guitarra, baixo e bateria, em “The Black and White Album”. “Primitivo” é uma palavra forte, “básico” seria convencional. Entretanto, colocam elementos novos como um experimento dance ou uma música instrumental obscura. E, acredite, o tão famoso vocalista mudou um pouco sua voz gritada para isso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R4qmmskUUQI/AAAAAAAAALc/zGmPYEbjgp4/s1600-h/the-hives_1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp2.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R4qmmskUUQI/AAAAAAAAALc/zGmPYEbjgp4/s320/the-hives_1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5155115907207680258" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;“The Black and White Album” foi produzido por gente do pop como Pharrell Williams e do rock, como Dennis Herring e Jacknife Lee. Uma mistura notável neste álbum. Escute as duas primeiras músicas que iniciam o disco: elas poderiam estar em qualquer outro disco do Hives. São pegajosas, a primeira começa até com um grito, e respeitam a formulação de guitarras rapidinhas e batidas animadoras. O destaque para a segunda, “Try It Again” são os gritinhos infantis que caíram bem na estrutura, acompanhado por guitarras bases fortes, típicas de White Stripes. A quarta faixa, “Well, Alright”, segue no mesmo ritmo, animado, mas lá pelo meio uma queda: surpresa?! - Sim. São sintomas da mudança. Com “Hey Little World”, as guitarras providas de Whammy, estão a lembrar Jack White, mais uma vez. Ruídos e pequenas batidas eletrônicas aparecem, refrões e percussões que te pegam muitas vezes, rock sincero que dá para mexer os esqueletos. &lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;A quinta música que compõe o disco, “A Stroll Through Hive Manor Corridors” é instrumental, lenta, de clima soturno, que poderia estar num disco do The Cure, quem sabe. Mas está aqui, perdida. Tanto que a próxima faixa repete a mesma estrutura básica já comentada. Um refrão seguido por teclado repetitivo, não é que parece com Killers? De onde vem essa coisa-máquina-pegajosa? Do power pop?! Chegamos, então, na faixa crucial, intitulada “T.H.E.H.I.V.E.S”. O baixo e guitarra parecem dark no começo, com aquela voz “Welcome”, mas quando surge a voz de Almqvist, o que é isso? A mudança pop, esse monstro que engole tudo pela frente hoje &lt;st1:personname productid="em dia. E" st="on"&gt;em dia. E&lt;/st1:personname&gt; essas letras citadas uma por uma? Copiaram do Hot Chip? Pelo menos ficou bem melhor... &lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;E por falar em power pop é o que temos na faixa seguinte, “Return the favour”. Os gritinhos e guitarras, porém, lembram Ramones. Mais pegada pop na irritante “Giddy up”, de canto modificado, inspirado pelo rap. O disco nos mostra em maioria canções derivadas do punk. Mas o destaque está em “You dress up for Amargeddon”. O começo nem é tão inspirado, mas o refrão se encaixa com perfeição de um hino punk, algo único neste álbum. &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;Experimentos como na “Puppet On A String” são válidos. Piano marcante e vozes no pano de fundo. Algo que deu certo. Criativo e de qualidade. Chegamos à última faixa, “Bigger Hole To Fill”, que abrange pontos bons, como a batida meio influênciada pelo eletrônico, mas o refrão se torna repetitivo, ao longo do disco. Algo visceral é visto com raridade neste disco. E isto vai de encontro aos lançamentos anteriores da banda. Deixa a desejar em partes.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2125232124153696526-7588571090802314170?l=ciclodocontratempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/feeds/7588571090802314170/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2125232124153696526&amp;postID=7588571090802314170&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/7588571090802314170'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/7588571090802314170'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/2008/01/o-que-querem-os-hives.html' title='O que querem os Hives?'/><author><name>Lucas Benedecti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03918975084398072168</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/-tqx6ynQDrkQ/TpSWRSKzLpI/AAAAAAAAA14/5s34x1xEha0/s220/foto%2Bcurriculo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R4qkrMkUUPI/AAAAAAAAALU/-dVv3731J2Q/s72-c/HIVES_CAPA_WHITEANDBLACK.jpeg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2125232124153696526.post-8677936247648006658</id><published>2008-01-09T00:41:00.000-08:00</published><updated>2008-01-09T19:40:05.844-08:00</updated><title type='text'>A origem</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No princípio era o rock'n'roll. Depois, somente rock. E hoje são mais de 300 variações dentre o estilo.  E devemos muito às primeiras bandas, esquecemos um pouco disso às vezes. Sabe, conhecendo um pouco mais da história do rock, vemos o quanto esta é rica e fascinante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pegue Chuck Berry, Elvis, Bill Haley, Little Richards, Jerry Lee Lewis. E ainda outros mais como Louis Jordan ( o cara era maluco, com sua dança, usando seu sax e possivelmente precursor do "rap") e Bo Diddley que fazia músicas com um acorde apenas e uma guitarra que lembra até Sonic Youth(!). Estamos falamos somente dos anos 50. Este é basicamente o caldeirão que irá influenciar Beatles e Rolling Stones nos anos posteriores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Peguemos então os Beach Boys, que não se limitaram ao Surf Music,  criando seu disco Pet Sounds, rico e evoluido. Disco este que contagiou Paul McCartney e o levou a pensar em "algo" simplesmente assim como "Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band", um dos discos mais influentes de toda a história do rock.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir daí, temos rumos diversos para esperimentos. Veja também o Velvet Underground com seu som soturno, fazendo contatos com o Punk. Progressivo, Heavy Metal, Hard Rock. O Folk de Bob Dylan. E tudo começa a explodir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Peguemos bandas atuais e ainda vemos características de bandas precursoras do velho rock. Num simples vídeo do Beach Boys enxergamos o Belle and Sebastian com suas mesmas experiências em vídeo. Nos riffs do Sex Pistols, Chuck Berry. Nas letras de Alex Turner, um pouco de Dylan. E é quando tudo se encaixa, tudo se entrelaça, está interligado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso afirmo, qualquer susto ou preconceito não convém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R4WPkckUUNI/AAAAAAAAALE/A9jw-sYFJJY/s1600-h/PET.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp0.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R4WPkckUUNI/AAAAAAAAALE/A9jw-sYFJJY/s320/PET.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5153683204901982418" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;* Pet Sounds - Beach Boys&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R4WQC8kUUOI/AAAAAAAAALM/WJX9u_lZC2g/s1600-h/BEATLES+st.+peppers.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp2.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R4WQC8kUUOI/AAAAAAAAALM/WJX9u_lZC2g/s320/BEATLES+st.+peppers.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5153683728887992546" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;*Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band - Beatles&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2125232124153696526-8677936247648006658?l=ciclodocontratempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/feeds/8677936247648006658/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2125232124153696526&amp;postID=8677936247648006658&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/8677936247648006658'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/8677936247648006658'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/2008/01/origem.html' title='A origem'/><author><name>Lucas Benedecti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03918975084398072168</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/-tqx6ynQDrkQ/TpSWRSKzLpI/AAAAAAAAA14/5s34x1xEha0/s220/foto%2Bcurriculo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R4WPkckUUNI/AAAAAAAAALE/A9jw-sYFJJY/s72-c/PET.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2125232124153696526.post-2417236127116698816</id><published>2007-12-26T07:49:00.000-08:00</published><updated>2007-12-26T08:03:28.486-08:00</updated><title type='text'>Fim de Ano</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Bom, primeiramente desejar um Feliz Natal e um ótimo 2008 para todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devo dizer que o ano não foi ruim, espero que tenham gostado do conteúdo daqui.&lt;br /&gt;Viajo amanhã e volto dia 2 de janeiro. Admito que não preparei lista exclusiva do &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;"Ciclo do Contratempo"&lt;/span&gt; de melhores do ano, mas escrevi algumas coisas para o Boris vs Laika ( &lt;a href="http://borisvslaika.clickbest.net/"&gt;http://borisvslaika.clickbest.net/&lt;/a&gt; ) .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos lá lista de vídeos, singles, revelações e discos(ainda a ser postada) de 2007.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um abraço,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                              Lucas Benedecti&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2125232124153696526-2417236127116698816?l=ciclodocontratempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/feeds/2417236127116698816/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2125232124153696526&amp;postID=2417236127116698816&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/2417236127116698816'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/2417236127116698816'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/2007/12/fim-de-ano.html' title='Fim de Ano'/><author><name>Lucas Benedecti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03918975084398072168</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/-tqx6ynQDrkQ/TpSWRSKzLpI/AAAAAAAAA14/5s34x1xEha0/s220/foto%2Bcurriculo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2125232124153696526.post-1807104910896820740</id><published>2007-12-17T15:23:00.001-08:00</published><updated>2007-12-17T15:29:23.200-08:00</updated><title type='text'>O novo grito da Nação</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R2cFIckUULI/AAAAAAAAAK0/16uPxbq2920/s1600-h/Fome+de+TUDO+_+CAPA.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5145086741959692466" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R2cFIckUULI/AAAAAAAAAK0/16uPxbq2920/s320/Fome+de+TUDO+_+CAPA.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Nação Zumbi&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Disco: Fome de tudo&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Ano: 2007&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Deckdisc&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;12 faixas&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;É carnaval, é inferno, é fome, festa na mata. Ficção científica nordestina. Olinda e Recife são citadas. Multi-cor, ultra-som, olhos de espelho, cabeça de leão. De todo lado surge um som. Seja samba, rock, eletrônica, o infinito. A música mundi-regional, que brota do realismo surreal da Nação Zumbi. Em “Fome de tudo” temos o trabalho mais conciso da Nação desde os tempos de Chico Science. A “fome” se torna tema central para algo tão visceral e explosivo. Porém, temas reluzem como ouro por aqui. Há espaço para o intimismo, para o diálogo, discussões e questionamentos nas letras de Jorge du Peixe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Nação Zumbi veio armada e colorida, com sinestesias, guitarras espaciais e o maracatu atômico. Elevemos nossas almas para ouvir o poderio das mais refinadas distorções nordestinas. Um trabalho feroz que está quente por si. Remete-nos a imagens nordestinas, ao paraíso frustrado e a muitas figuras importadas de bem longe. Nem somente de ritmos nordestinos vive a banda, aliás, o regional não existe mais puro, dá lugar à nova fórmula. Esta foi obtida de tempos vividos, experiência que deu lugar à consciência e ao amadurecimento do trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira faixa, “Bossa nostra”, que também é o primeiro single, tem poder das guitarras de Lucio Maia, por sinal um guitarrista sempre em ascensão, da batida e pegada forte na bateria e das letras cheias de figuras de linguagem, cada vez melhores, de Jorge du Peixe. “Cada cor tem o seu cheiro, cada hora lança sua dor”, na mente dos adeptos do Mangue Beat. Crítica, espontânea e rica, com um refrão corta caminhos e expressões pop com uma única frase: “Elevei minha alma pra passear”. Em “Infeste”, segunda música, temos um dos refrões mais pertinentes do disco. Com o peso das guitarras distorcidas, e tambores estourando num ritmo quante, canta du Peixe: “costas quentes/ dentes acesos/ olhos de espelho/ cabeça de leão/ lançando o perigo na ponta do enfeite/ estica o caminho quem manda no chão”. O perfil da terra, do nordestino e das condições de tempo são mostrados em pura poesia mágica. O diferencial da Nação está sempre ali do futuro ao passado. Em “Carnaval”, a descrição da folia de Olinda e Recife aparece como “multi-cor”, “ultra-som”. E Jorge brinca: “Olha o frevo aí, trava a perna”. Notas curtas e picadinhas na guitarra recheada de efeitos dão vida a musica. Aqui surge a partição de parte da Orquestra Popular de Recife. Trompetes modernos em estilo jazzístico e “Órgão National” são parte de participações especiais, mais do que eficientes no disco. &lt;/p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5145087884420993218" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R2cGK8kUUMI/AAAAAAAAAK8/XkI8a42vxtQ/s320/foto_1.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;“Inferno”, que surge soturna, conta com a participação da cantora Céu. Numa definição especialíssima do próprio “inferno”, temos vocais sussurrados e a voz profetisa de Céu que aparecem dando toque essencial a uma das músicas mais bem produzidas e significativas do disco. As guitarras são contidas e explodem no clímax. A percussão é um detalhe que dá alma e a Nação soube utilizá-la nesta música. Daí segue uma música que quebra um pouco as influências do rock, “Nascedouro”. Samba, metais, violão e ritmos cubanos. Caminhos outros seguidos funcionam. E são misturas e arranjos modernos que fariam inveja ao Radiohead. “Onde tenho que ir” possui cítara, batida quase eletrônica e rock em suas entranhas. “Assustado”, uma pegada genial no baixo, percussão e guitarras wah-wah soando perfeitamente numa melodia tribal, próximo do dub, do reggae, e por final um refrão que tem descendências da guitarra de Hendrix, palmas e tambores. Toga Ogan e Jorge du Peixe fazem uma de suas melhores canções/letras, certamente, que lembram muito Chico Science.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegamos a “Fome de tudo”, faixa mais pesada do disco. Visceral, moderna, transcendental. Vozes modificadas, guitarras em peso máximo gritam eletronicamente, tambores e bateria de Pupillo em atuação condizente com tudo. O que a fome faz? O que já fez? “A fome de tudo universal com o tempo inteiro ao seu favor”. “A fome tem uma saúde de ferro” – exclama Jorge du Peixe. São temas difíceis de se encontrar por aí, mas dizem quase tudo sobre um sub-mundo tratado pela Nação Zumbi. “Toda surdez será castigada” aparece como uma cantiga melancólica. Aqui há pessimismo, em melodia triste, du Peixe e Junio Barreto cantam. A letra remete a tempos de guerra onde “já soltaram as bombas em alto volume/ mesmo assim nem fizeram sombra/ na zuada o silêncio gira/ vagueia e acaba matando a manhã.” Efeitos de lap-top ajudam a dar clima espacial, numa melodia trabalhada por tambores e bateria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Mais do mesmo em “A culpa” e “Originais do sonho”, com a diferença de programações eletrônicas, rudimentos carregados de Pupillo na bateria, ficção científica e o experimentalismo nas letras. Fazem lembrar o tempo em que Chico cantava em que uma sobremesa lhe esperava em casa. E se todos dias nascem deuses, como diz na letra da última canção, “No olimpo”, a banda foi iluminada por um na realização desta. Uma ciranda embalada por esperança e uma alegria única. Dotada de harmonia, frenesi e arranjo memorável de cordas. Dançante e ao mesmo destruidora. Retrata os novos tempos com leveza e sabedoria. O som e espírito da Nação Zumbi renascem sempre que escutamos uma obra como essa. &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2125232124153696526-1807104910896820740?l=ciclodocontratempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/feeds/1807104910896820740/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2125232124153696526&amp;postID=1807104910896820740&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/1807104910896820740'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/1807104910896820740'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/2007/12/o-novo-grito-da-nao.html' title='O novo grito da Nação'/><author><name>Lucas Benedecti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03918975084398072168</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/-tqx6ynQDrkQ/TpSWRSKzLpI/AAAAAAAAA14/5s34x1xEha0/s220/foto%2Bcurriculo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R2cFIckUULI/AAAAAAAAAK0/16uPxbq2920/s72-c/Fome+de+TUDO+_+CAPA.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2125232124153696526.post-8773969812979781920</id><published>2007-12-05T13:54:00.000-08:00</published><updated>2007-12-17T15:23:07.411-08:00</updated><title type='text'>Thurston Moore - Trees Outside The Academy</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R1cfM24O-9I/AAAAAAAAAKs/ZU9Yv2-FIJs/s1600-h/thurston_cover400.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5140611805416979410" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R1cfM24O-9I/AAAAAAAAAKs/ZU9Yv2-FIJs/s200/thurston_cover400.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R1ceh24O-8I/AAAAAAAAAKk/QSH75MrHFnI/s1600-h/thurston_cover400.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Thurston Morre&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Disco: Trees Outside The Academy&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ano: 2007&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ecstatic Peace&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12 Faixas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As guitarras bases distorcidas dão lugar a violinos e violões. A bateria/percussão fica na pegadinha Sonic Youth. Solos merecem ainda a velha guitarra elétrica. Mas agora as melodias têm mais prioridade, a barulheira fica de lado, em parte. Vocais susurrados, como só Thurston Moore sabe fazer. Junte, além disso, letras e canções de tom noise/folk a participações especiais que fizeram a diferença no disco. Essa mistura levou-nos à essência de “Trees Outside The Academy”, disco solo de Moore.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de doze anos sem lançar discos (solos, obviamente), o cantor, guitarrista e compositor resolveu se aventurar por aquilo que não havia explorado: o acústico. É curioso, no mínimo, ver Thurston “trocar” seu instrumento elétrico por um violão. Mas, por incrível que pareça, ele faz algo parecido com o instrumento acústico, explorando solos e lições vindas desde o começo de carreira. Aí vem a pergunta que todos fazem: parece com Sonic Youth? – Claro! Afinal, estamos falando de um dos mentores da banda, e seu jeito de compor não se modificará por completo. O que muda basicamente aqui são os arranjos, dando-nos canções mais “pop” e/ou mais fáceis de ser compreendidas. Não há o som seco e sujo do SY. Entretanto, alguns acordes do violão de Moore nos fazem lembrar sua banda, além da bateria e percussão comandada por Steve Shelly.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para compor o disco, Thurston uniu-se ao guitarrista do Dinosaur Jr, J. Mascis, que emprestou seu estúdio caseiro e acabou fazendo algumas guitarras no CD. O violino que surge com freqüência é de Sâmara Lubelski. Foi um achado, um simples toque faz muita diferença. E, se a moda agora é colocar violino em toda banda de canto de esquina, Moore já arrumou a sua violinista. Foi um instrumento que se adaptou ao seu trabalho de maneira peculiar, fazendo bases lentas, harmoniosas, sem exageros ou floreados. A dramaticidade do instrumento é realizada aos poucos, ao movimento de cada música percebe-se o quão preciosos são seus graves e agudos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há de se notar que vilões corda de aço ganham expressão nas mãos dos músicos. Não temos ritmos muito rápidos, tem-se mais prioridade em sentimentos que vão desde um solo de guitarra elétrica cortando tudo, violinos ou a voz de Thurston nos repetindo algo. “Frozen Gtr” e “The shape is in a trance” refletem bem isso, dando início ao disco. São canções simples, mas bem trabalhadas, lembrando algo de Sonic Youth, pela bateria. Entretanto, vemos brilhar a terceira faixa, “Honest James”, certamente a mais comovente do disco, por sua letra, melodia, vocais e violões. Chega a ser quase instrumental (mais da metade da música, na verdade) e nos coloca no céu literalmente por sua delicadeza. Christina Carter, vocalista do Charalambides, e Moore cantam juntos nessa faixa, fazendo todo o diferencial do disco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adentramos o “Trees Outside The Academy” e vemos mais progressões de violões e solos num clima sempre tenso, como lá pelo meio de “Silver&gt;Blue”. Uma característica das guitarras são sempre a busca pelo além. Surpreende-nos, muitas vezes. Ruídos também se misturam às músicas, como não poderia faltar. Temos canções acústicas maduras que Thurston Moore foi capaz de criar, em “Fri/Emd” ou “Never Day”, folk misturado a roupagens modernas, entretanto, a primeira tende ao pop. Guitarras sujas pouco aparecem, mas formam parte do disco. “Wonderful Witches”, primeiro single do disco, explica isso, buscando influências grunge e do próprio Sonic Youth. Há também “Off Work” que mescla percussão, ao som esclarecedor do violino e guitarras sujas, criando uma sonoridade única. Divide-se em duas, sendo instrumental, chegando sempre ao obscuro e caótico, como um adolescente brincando com sua guitarra. Daqui a pouco vem o acústico e a resolução é simples: a história tem seu final doce. Moore gosta também de pianos, basta ouvir a “American Coffin”, que surge ao ruído e logo aparece, como num sonho, longe e cheia de ecos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando se trata de criatividade, não há discussões sobre as músicas de Moore, sempre atento ao inatingível. O rei do noise rock dedica ainda nos seus discos faixas com 36 segundos de apenas ruídos. Porém, formula canções de seis minutos instrumentais cheias de clímax e ímpeto, nervosas como no caso de “Trees Outside The Academy”, que dá nome ao disco. Suas músicas são eternas experiências que arrancam das veias certa revolta e liberdade. Thurston é corajoso. Espere tudo dele, inclusive a última “música”, que nos remete ao passado do músico com 13 anos apenas. Já fazia travessuras quando nem tinha instrumentos em mãos. São lembranças que consistem num apego do próprio compositor. Para nós não significa muita coisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se Thurston atinge os limites anti-pop?! Nem tanto. São coisas que se perdem com o tempo. Mas o tempo é algo interessante, é relativo. As canções que observamos aqui revelam o íntimo e não há alvos a serem atingidos diretamente. Música para sentir.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2125232124153696526-8773969812979781920?l=ciclodocontratempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/feeds/8773969812979781920/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2125232124153696526&amp;postID=8773969812979781920&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/8773969812979781920'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/8773969812979781920'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/2007/12/thurston-moore-trees-outside-academy.html' title='Thurston Moore - Trees Outside The Academy'/><author><name>Lucas Benedecti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03918975084398072168</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/-tqx6ynQDrkQ/TpSWRSKzLpI/AAAAAAAAA14/5s34x1xEha0/s220/foto%2Bcurriculo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R1cfM24O-9I/AAAAAAAAAKs/ZU9Yv2-FIJs/s72-c/thurston_cover400.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2125232124153696526.post-4269642414321306844</id><published>2007-11-28T15:01:00.000-08:00</published><updated>2011-09-16T21:37:42.549-07:00</updated><title type='text'>Diário pós-viagem - Rio de Janeiro, Tim Festival e Histórias p'ra contar</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Três da manhã do dia 25 de outubro, Fortaleza. Levantamos. Lembro-me,ainda, que com muito sono. Eu e Maria Amélia, minha namorada, estávamos prestes a ir para o Rio de Janeiro. A lua era linda, grande e amarela, naquela madrugada. De dentro do carro, com os ingressos comprados para ver o Tim Festival, olhávamos frios para a cidade, como se ela não nos importasse mais. O objetivo era voar bem longe de Fortaleza. Veríamos os shows da Björk, Antony and the Johnsons, Arctic Monkeys e Hot Chip. A princípio, seria isto. Entretanto, o diferencial não estava somente nas bandas ou conhecer o Rio, as pessoas que estavam lá foram essenciais para que a viagem se tornasse o que foi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embarcamos. Havia o receio da chuva que, no dia anterior, acabara bloqueando a passagem para o túnel Rebouças, causando também desmoronamentos na “cidade maravilhosa”. Porém, nada estragara nosso animo. Fomos presenteados com a visão do nascer do sol, dentro do avião. Partíamos às 5 e 30 da manhã, para chegarmos às 8 no Rio. Como havia horário de verão, ajustei meu relógio para 9h. A chuva era fina na cidade, fazia 23°C. Do aeroporto Tom Jobim, partíamos para Copacabana. Nada de muitas surpresas no caminho para a casa de minha tia Cláudia, onde ficaríamos, até surgir o Centro, o porto, o Pão de Açúcar e as igrejas – dando-nos o espetáculo de imagens grandiosas. As propagandas – por sinal muito belas – do Tim compunham parte da cidade. Havia grandes blocos de concreto na forma do símbolo do festival, coloridos e espalhados por vários pontos e imensos cartazes em prédios e pontos de ônibus. Seguíamos num trânsito lento, com chuva leve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em casa, descansamos um pouco. Os ingressos foram entregues a nós, pois minha tia que os havia comprado e guardado. Ganhei um pôster do Tim, com programação do evento e logo anunciei que iria grudá-lo no meu quarto, quando voltasse de viagem. Tratamos de andar um pouco pela rua Ministro Viveiros de Castro, para conhecer a feira de frutas e legumes, naquela quinta-feira. Compramos morango, nêspera, – fruta que não encontramos por Fortaleza – uma pequena ameixa e um guarda-chuva. Na volta, encontramos Wallace, um grande amigo que também iria ao Tim. Subimos para casa, comemos as frutas e conversamos sobre música. Björk entrava sempre como assunto: a sua voz, roupas e hospedagem no Rio... Wallace mostrava-se o mais fanático pela cantora e todos diziam não acreditar ainda no show.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de um tempo, já eram mais ou menos 5 horas. A chuvinha fina não parava. Pegaríamos o metrô, Wallace nos levaria ao Centro. No caminho, o céu nublado formava uma paisagem peculiar. No meio de dois prédios surgia um grande morro. Eu, chocado e maravilhado, descobrira naquele momento a enorme beleza do Rio de Janeiro. Da estação Cardeal Arcoverde, partimos para Uruguaiana. No Centro, visitamos lojas de instrumentos musicais, vimos a Biblioteca Nacional, na Cinelândia, e passamos pelo Centro Cultural Banco do Brasil, com Wallace de guia. Neste último, vimos um pouco da exposição “Lusa – A matriz Portuguesa”, que dá início à comemoração dos 200 anos da chegada da família real ao Brasil. Depois dali, um ótimo lanche no Subway (valeu pela dica, Wall). Umas dez horas da noite, ainda com pingos de chuva, tomamos um ônibus para casa: eu e Amélia descemos em Copacabana e Wallace na Barra da Tijuca. Deveríamos descansar, pois amanhã era o dia tão esperado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante a manhã do dia 26, eu, tia Cláudia e Amélia saímos para passear em Copacabana. Fazia sol. Vimos os hotéis, a praia e, claro, as vacas do “Cow Parade” espalhadas pela orla. Passamos por Ipanema e entramos no hotel Fasano. Foi lá que conhecemos o bar “Londra”. Capas de discos penduradas nas paredes, a temática era escura e inspirava-se no rock inglês. Poltronas e sofás de couro eram bordados com a arte “God save the Queen” dos Sex Pistols. Enquanto duas grandes bandeiras estilizadas do Reino Unido, como cores da Itália, ficavam nas duas extremidades do bar. Seria ótimo tomar um drink ali, mas estava fechado, só abriria de noite. Continuamos o passeio rumo ao Leblon. A vista era linda da orla e o morro Dois Irmãos aparecia no fundo. Mais adiante, avista-se o Sheraton, hotel em que Björk estava hospedada. Lindo. Um prédio com cerca de vinte andares que ficava “colado” a um morro enorme e com vista para o azul do mar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A próxima parada: comunidade da Rocinha. Pela simples indicação do motorista da van, decidimos subir a Rocinha. De cara, vimos algo bem diferente da zona Sul. A favela toda construída no morro era de impressionar. Subíamos numa passagem estreita, onde somente a van em que estávamos e um carro seriam capazes de passar. Em alguns trechos, nem isso. Acho que por isso havia muitas motos por ali. Um amontoado de fios, pessoas e casinhas nos invadiam. O transporte ia enchendo e comecei a observar melhor as pessoas da comunidade. Pessoas humildes e trabalhadoras estavam em sua maioria dentro da pequena  van, ao mesmo tempo em que havia duas garotas conversando sobre internet e tinham celular de última geração. Uma das jovens, porém, contava suas dificuldades em conseguir dinheiro no trabalho. O que posso dizer é que me senti em Fortaleza, no momento em que vi uma propaganda grudada no poste das “bandas de forró” que se ouvem por aqui. Daí relacionei a fisionomia das pessoas, o lugar meio descuidado e a própria pobreza no plano material. Digo material, porque culturalmente o povo carioca parece-me mais profundo e enraizado nos seus costumes. Conheci a Rocinha de um modo distante, contudo, fizemos algo que muitos cariocas admitiram não fazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na descida do morro, outro cenário: o luxo. Casarões e carros importados mostravam o contraste que presenciávamos naquele momento. Voltávamos em direção a Copacabana. O trânsito intenso nas avenidas da orla quase nos fez ir a pé para casa, mas esperamos na van, exaustos. Chegamos umas três horas da tarde e decidimos comer ali por perto no Cervantes o famoso sanduíche com abacaxi. Depois fomos para casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esperamos Wallace no térreo do prédio, pois ele iria com a gente para o show. Em pouco tempo apareceu com sua camisa roxa da Björk. Subimos. O show da Björk era o mais esperado pelos 3 que estavam comigo. Eu aguardava mais o do Arctic Monkeys. Comentava-se qual seria o “set list” da cantora, qual sua roupa e se cantaria com Antony Hegart. Estava na hora de partir. De ônibus, fomos até a Marina da Glória, onde aconteceria o festival.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao atravessar a passarela do aterro do Flamengo, via-se de longe o grande letreiro iluminado em forma de seta escrito “Tim Festival”. Estávamos lá! E, muito empolgados, tiramos fotos e caminhamos para a fila. Agora éramos cinco, pois Juliana, amiga de Wallace, entrara para o grupo. Tudo era divertido na fila, enquanto Wallace e sua amiga contavam as aventuras no show, que foram outrora, do Franz Ferdinand. Mais meia-hora na fila e chega Alex direto de viagem, de mochila e tudo para ver Björk e Antony conosco. Logo entramos para a Marina da Glória. Tudo muito bem planejado. Havia contêineres coloridos que cercavam o lugar, vídeos sendo exibidos, bares, lanchonetes, luzes de néon, num espaço rodeado por água do mar. Letreiros iluminados mostravam-nos as tendas com os nomes das atrações. Após pegarmos a pulseira que daria direito ao show do Antony and the Johnsons e Björk, ficamos esperando dentro da tenda superequipada, com lugar para 4 mil pessoas. A fila para comprar bebida estava grande.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O piano de calda no palco não deixou dúvidas de que o primeiro a subir seria Antony. Com seu visual andrógino, descabelado e todo vestido de preto, ele aparece. Sua banda, composta por dois violinos, um baixo e um violoncelo, completam o visual dark: todos de preto para combinar?! O cantor inglês parece todo tímido, mas logo se solta com sua voz, ao piano. A pouca iluminação é para que o clima nos envolva melhor. Mas parece que não adiantava, pessoas conversavam do começo ao fim da apresentação. Antony, contudo, era bastante aplaudido entre as músicas. “Fistful of love”, “Cripple and the starfish” e “You are my sister” foram algumas das músicas mais esperadas e, muito bem executadas, fizeram parte de um repertório não muito extenso. Um show tipicamente acústico deixou a desejar pela falta de volume do piano tocado por Antony e, talvez, pela ausência de uma bateria em algumas músicas. A voz de Antony, todos concordaram, era realmente maravilhosa ao vivo. Prova disso foi o final com “Hope there’s someone”. Sua voz ecoava pela tenda e todos ficavam atônitos. Hegarty desejou-nos bom show (da Björk) e disse que talvez subiria no palco para cantar com a islandesa. Sabia que todos queriam Björk e o lugar não era tão apropriado para seu show. Foram apenas quarenta minutos de apresentação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A musa Björk era muito esperada. Estava rodeado de fãs. No palco, começavam as mudanças. O cenário da cantora é todo enfeitado de bandeiras, com telões e equipamentos pesados. Sapos, peixes e outros animais estavam estampados na decoração tribal/oriental. A ansiedade tomou conta do público, que gritava seu nome. Quem primeiro apareceu foi o grupo de metais, composto por dez islandesas, todas maquiadas e vestidas no estilo “Volta”. Tocavam uma introdução, caminhando para o canto direito do palco. Nessa hora o público ia ao delírio. O restante do grupo foi entrando, dando corpo a música. Havia bateria, lap-tops e teclados. Quando Björk entra com “Earth Intruders”, ouve-se apenas os gritos da multidão que cantava. A pequena estava no seu vestido dourado reluzente de plástico, descalça e com sua coroa na cabeça. A partir de então começava o espetáculo. Björk ia de um lado para o outro, enquanto o público dançava o ritmo tribal. E tudo se tornava mágico com sua interpretação a cada música. O show passou não só a explorar seu último disco, mas canções de toda sua carreira como cantora solo. “Hunter” foi enigmática e assustadora. “Unravel” me pegou pelo pescoço, puxou-me para outra dimensão e me fez chorar. “I miss you” e “Army of me” foram cantadas em coro por todos que estavam ali. “Pagan Poetry”, mais do que linda, tornou-se destaque na apresentação. Björk ria, fazia carinha de bruxa, dançava e dizia “obrigado”, em português mesmo. Os lasers verdes, a espuma branca que ela soltava da mão, a incrível sonoridade e estilo do “reactable”, unida ao pique do DJ björkiano, e as islandesas sempre acompanhando as músicas, não saíram de minha cabeça ainda. “Wanderlust” teve maravilhosa apresentação também. Até ali Antony não apareceu, nem apareceria, pois estava no palco das Divas. Mas a pequena islandesa por si só deu um show à parte. Em uma hora e meia de show, não acreditávamos que tudo havia acabado. Mas Björk voltou para o “grand finale”. Uma música que valeu por mil: “Declare Independence” compôs o Bis. A cantora apresentava a banda e agradecia muito, enquanto as meninas islandesas formavam um círculo em torno da musa. “Declare Independence” tem um ritmo forte, crescente e eletrônico e todos se uniam num ritual cego, cantando e pulando. Lembrava uma festa rave. Pedaços de papeis luminosos jorravam do palco e o público enlouquecia. Era uma noite de festa e tudo acabou como num sonho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estávamos estarrecidos, perdidos no meio de tanta gente. Agora, eu, Alex e Amélia procurávamos um lugar fora da tenda, pois nos perdemos dos outros. Tia Cláudia saíra, porque não assistiria aos outros shows. Cansados ao extremo, sentamos no banco do lado de fora. Havia chovido e agora caia um chuvisco. Alex se despediu, dizendo que iria para a tenda dedicada às divas. Em poucos minutos, Wallace liga. Diz que está vindo nos encontrar com Juliana. Daí, nem esperava, conheci Fábio pessoalmente que me presenteou com o último disco da Nação Zumbi, “Fome de Tudo”. Eu, claro, adorei o presente e agradeci. A noite tinha tudo para ser perfeita. Pessoas super especiais, com ótimos shows, num lugar muito lindo. Tudo muito bom, até que eu e Amélia tivemos que enfrentar a file das pulseiras para o próximo show. Lá fomos nós. Wallace e Ju já tinham pego e Fábio estava com sua credencial. Fila, como sempre, é chata. Demorou e estava com medo de perder o Arctic Monkeys. Mas deu certo. Com as pulseiras, voltamos para encontrar o grupo. Porém, bateu a fome e entramos para a fila do cachorro-quente. Fui avisar ao pessoal, enquanto Amélia ficava na fila que parecia não andar. Quando cheguei, estava Wallace, Ju e um casal de amigos deles. Fui apresentado e voltei para ajudar Amélia. Acabamos invertendo os papéis: fiquei na fila e ela foi descansar com o grupo. Aconteceu algo curioso comigo. Uma moça pediu-me para que comprasse um hot-dog para ela. E eu disse: “OK, entre na minha frente se quiser”. Ela ficou ali do lado, meio que querendo nada. No final das contas, acabou pagando meu sanduíche. Voltei feliz e disse: “ganhei um cachorro-quente!”. - “Como assim?”. Foi a moça que insistiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já estava na hora da próxima estação, então, corremos para a fila. Fábio estava com a gente. Na entrada da tenda, que por sinal era a mesma da Björk, já se ouvia as batidas do grupo britânico Hot Chip.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A banda, considerada, no cenário do novo rock, como new rave, fez jus à característica que os críticos lhe empregaram. Na tenda, muitos dançavam e se divertiam com as batidas eletrônicas. As músicas ao vivo pareciam ser mais extensas. Eles abriram o show com “And I was a boy from school…” e deram início ao repertório variado, para todos os gostos. O som das batidas estava muito alto e dava-nos a sensação de estarmos presentes numa festa eletrônica, com o show de luzes e pessoas se deixando levar pelas pulsações. Mesmo sendo algo bem eletrônico, o Hot Chip apimentava o som com guitarra e percussões. Um show realmente animado, diferente do CD, que parece morto, às vezes. Deu até vontade de dançar ao som de “Over and over”. As músicas se emendavam e os caras no palco se moviam sem jeito, numa dança tímida e maluca, típicas deles. Foram, aproximadamente, 50 minutos de show. Pois, é bem verdade que a maioria das pessoas ali esperava a próxima banda: o Arctic Monkeys.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cansados, eu, Amélia e Wallace sentamos no chão. Tirávamos fotos. Fábio esperava muito do próximo show, Amélia e eu também, por isso descansávamos, enquanto os equipamentos do palco eram trocados. Lembro-me que os amplificadores das guitarras ficavam à direita, bateria e baixo à esquerda. Era uma montagem de palco simples, comparada a de Björk. Microfones, guitarras e bateria eram testadas: tudo pronto para os macacos entrarem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No princípio, a escuridão. Dái um susto: uma música começa a tocar. Mas onde estão os músicos? – procura-se naquela escuridão. Não havia ninguém. A música era dos caras, mas eles não estavam lá. Foi com isso que abriram o show. Quando ligam as luzes, os gritos são fortes. Os quatro estão lá no palco e emendam o intro a uma música nova. Todos meio calados agora para escutar aquela música desconhecida. No final, aplausos. Mas os quatro não querem nem saber. “This house is a circus” deu continuidade ligeira e esta nos deu alegria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sete refletores estão atrás da banda, no palco. Acendem e apagam, conforme a música. E, conforme a música, o charme e empolgação dos quatro jovens ingleses do Arctic Monkeys atingem todos que estavam ali. “Brainstorm” veio trucidando. Eles pareciam máquinas de tão ensaiados que estavam. O público enlouquecia e logo surgiu uma, duas rodas-punk por perto de onde estava. Não estou querendo justificar as rodinhas, mas é quando aquelas pessoas, geralmente jovens, extravasam todos seus problemas ali. É uma forma de manifestação, mas que fique bem longe de mim. Voltando ao show, a banda era muito elétrica. Mandavam hits atrás de hits, na pegada forte de guitarras, baixo e bateria. As já famosas “Dancing shoes”, “The view from the afternoon” e “Flourescent adolescent” (que por sinal tocava nas rádios do Rio e Fortaleza “!”) fizeram todos cantar. Um show a parte foi dado pelo baterista, Matt Helders, que tocava com enorme segurança e agilidade, em sua bateria sempre à vista, do lado dos outros integrantes, e Alex Turner, com sua guitarra nervosa e voz rouca, balançava sua cabeleira, sempre se voltando para o baterista ou o guitarrista Jamie Cook. Se pedissem para em uma palavra resumir o show, esta seria energia. Energia que passam esses ingleses e nos revigora por saber que o bom rock ainda está vivo. O clima intenso fazia muitas pessoas pular e dançar naquela noite. Ainda temos “When the sun goes down” e “D is for dangerous” para continuar o repertório enorme de umas vinte músicas. “A certain romance” ficou para o final, encerrando o show. Dali saíram desacreditados, outros contentes. Mas uma coisa é certa: os ingleses realmente arrasam no palco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era o fim de mais um show. E o que mais poderia acontecer? Já havia certas expectativas, principalmente por parte da Amélia, em ver o Montage, banda cearense no palco dedicado às atrações nacionais. Mas não foi desta vez. A chuva acabou estragando tudo e os shows do palco “nacional” foram cancelados. Mas a ressaca nem nos deixava pensar direito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esperamos, meio paralisados pelo cansaço, o dia amanhecer para irmos embora. Mesmo com o show da Cibelle liberado, decidimos conversar ou apenas admirar a noite. Já eram cinco da manhã e uma tapioca com carne de sol (acreditem, tinha barraquinha de tapioca lá) foi nosso café da manhã. Partimos, eu e Amélia de táxi, enquanto Fábio e Wallace pegaram um ônibus por ali. O resto do grupo foi de carona.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ficamos mais dois dias no Rio. Aproveitamos algumas coisas além do TIM, sim. Principalmente a amizade e carinho de todos de lá. Foi inesquecível, pelo momento em que vivíamos e por termos tanta sorte e atitude: tudo deu certo para nós. Já no ônibus, a caminho do aeroporto, quis ouvir uma certa cantora islandesa. Desde então não parei mais de ouvi-la. Felizes, realizados e com lembranças muito especiais, voltamos a Fortaleza. Era hora de começar a escrever tudo isso aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2125232124153696526-4269642414321306844?l=ciclodocontratempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/feeds/4269642414321306844/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2125232124153696526&amp;postID=4269642414321306844&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/4269642414321306844'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/4269642414321306844'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/2007/11/dirio-ps-viagem-rio-de-janeiro-tim.html' title='Diário pós-viagem - Rio de Janeiro, Tim Festival e Histórias p&apos;ra contar'/><author><name>Lucas Benedecti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03918975084398072168</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/-tqx6ynQDrkQ/TpSWRSKzLpI/AAAAAAAAA14/5s34x1xEha0/s220/foto%2Bcurriculo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2125232124153696526.post-6263017380623934558</id><published>2007-11-26T15:33:00.000-08:00</published><updated>2007-11-26T16:39:39.218-08:00</updated><title type='text'>TIM em Fotos - Parte 2</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Adentrando o Festival&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5137297025153800242" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R0tYbQH2mDI/AAAAAAAAAI0/GU4pAPsSDgU/s400/S4010054.JPG" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;*Parede luminosa&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;---------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5137299443220387906" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R0taoAH2mEI/AAAAAAAAAI8/gQk2gjXMU2c/s400/S4010183.JPG" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;*Visual moderno&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;---------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5137300306508814418" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R0tbaQH2mFI/AAAAAAAAAJE/kdGGZTVYvLU/s400/S4010064.JPG" border="0" /&gt;*Björk no Palco&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;---------------------------------------------------------------&lt;/p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5137300731710576738" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R0tbzAH2mGI/AAAAAAAAAJM/75Of9FENsg8/s400/S4010068.JPG" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;*Entre mãos&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;---------------------------------------------------------------&lt;/p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5137303166957033586" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R0teAwH2mHI/AAAAAAAAAJU/DH7mWogFxzI/s400/S4010094.JPG" border="0" /&gt;*Entre lasers&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;---------------------------------------------------------------&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5137303678058141826" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R0teegH2mII/AAAAAAAAAJc/aeOV28ocgZg/s400/S4010098.JPG" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;*Todos querem toca-la&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;---------------------------------------------------------------&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5137304970843297938" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R0tfpwH2mJI/AAAAAAAAAJk/Z_rZA4WP5g4/s400/S4010181.JPG" border="0" /&gt;Enquanto, lá fora há um monumento TIM&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;---------------------------------------------------------------&lt;/p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5137306147664337058" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R0tguQH2mKI/AAAAAAAAAJs/X55ioIv7QiA/s400/S4010110.JPG" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;*Felicidade, porque não tem outra palavra&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;---------------------------------------------------------------&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5137306907873548466" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R0thagH2mLI/AAAAAAAAAJ0/e7kJ05VICUQ/s400/S4010117.JPG" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;*Amélia, Wallace e eu, esperando o Arctic Monkeys, felizes da vida...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;---------------------------------------------------------------&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5137307912895895746" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R0tiVAH2mMI/AAAAAAAAAJ8/W0-Iq6Bev1Q/s400/S4010130.JPG" border="0" /&gt;*Aí aparecem os macacos de sangue quente&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;---------------------------------------------------------------&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5137308969457850578" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R0tjSgH2mNI/AAAAAAAAAKE/h5W8kodUxM8/s400/S4010149.JPG" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;*Que soltam seus nervos...&lt;/p&gt;&lt;div&gt;---------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5137309897170786530" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R0tkIgH2mOI/AAAAAAAAAKM/9rBPJuWt9ok/s400/S4010169.JPG" border="0" /&gt;*para que tudo fique perfeito até o final&lt;/p&gt;&lt;p&gt;---------------------------------------------------------------&lt;/p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5137310897898166514" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R0tlCwH2mPI/AAAAAAAAAKU/9rsp_iePkaY/s400/S4010185.JPG" border="0" /&gt;*Nos últimos dias, foto tirada do último andar do Botafogo Praia Shopping&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;---------------------------------------------------------------&lt;/p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5137312010294696194" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R0tmDgH2mQI/AAAAAAAAAKc/qPBQoG9smYo/s400/S4010203.JPG" border="0" /&gt;*Pôster e pulseiras do tim: saudades...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2125232124153696526-6263017380623934558?l=ciclodocontratempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/feeds/6263017380623934558/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2125232124153696526&amp;postID=6263017380623934558&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/6263017380623934558'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/6263017380623934558'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/2007/11/tim-em-fotos-parte-2.html' title='TIM em Fotos - Parte 2'/><author><name>Lucas Benedecti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03918975084398072168</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/-tqx6ynQDrkQ/TpSWRSKzLpI/AAAAAAAAA14/5s34x1xEha0/s220/foto%2Bcurriculo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R0tYbQH2mDI/AAAAAAAAAI0/GU4pAPsSDgU/s72-c/S4010054.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2125232124153696526.post-5978374754488298801</id><published>2007-11-23T22:30:00.000-08:00</published><updated>2007-11-23T17:59:52.094-08:00</updated><title type='text'>TIM em Fotos</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Chegada ao Rio&lt;/span&gt; (25/10/07)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5136210535866865586" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R0d8RQH2l7I/AAAAAAAAAH0/fhR8nGu4_24/s400/S4010032.JPG" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;*"Olha o Pão de Açucar!" - Coisa de turista. Foto tirada de dentro do carro, na chuva, percebe-se.&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5136211875896661954" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R0d9fQH2l8I/AAAAAAAAAH8/SlbIYfJ-zZE/s400/S4010020.JPG" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;*Museu Nacional&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;--------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5136213465034561490" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R0d-7wH2l9I/AAAAAAAAAIE/eAe0f6vyzlA/s400/S4010039.JPG" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;*Túnel, para chegar a Copacabana&lt;/p&gt;&lt;p&gt;--------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Correndo para o TIM (26/10/07)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5136214908143572962" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R0eAPwH2l-I/AAAAAAAAAIM/1iZDdUlOU-M/s400/S4010043.JPG" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;*Vista da passarela, no Flamengo. De um lado o Pão de Açucar...&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;--------------------------------------------------------------------------&lt;/p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5136216368432453618" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R0eBkwH2l_I/AAAAAAAAAIU/CmbV1OvXJOo/s400/S4010046.JPG" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;*De outro, o caminho para o Festival&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;--------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5136217708462249986" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R0eCywH2mAI/AAAAAAAAAIc/Gry-JgcpMVU/s400/S4010044.JPG" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;*Amélia e eu, ainda na passarela&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;--------------------------------------------------------------------------&lt;/p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5136219400679364626" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R0eEVQH2mBI/AAAAAAAAAIk/HERW6k1ib3s/s400/S4010050.JPG" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;*Chegando, só pra confirmar&lt;/p&gt;&lt;p&gt;--------------------------------------------------------------------------&lt;/p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5136220263967791138" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R0eFHgH2mCI/AAAAAAAAAIs/IfwYhJEfXIs/s400/S4010052.JPG" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;*Bom, agora está realmente perto&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2125232124153696526-5978374754488298801?l=ciclodocontratempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/feeds/5978374754488298801/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2125232124153696526&amp;postID=5978374754488298801&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/5978374754488298801'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/5978374754488298801'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/2007/11/tim-em-fotos.html' title='TIM em Fotos'/><author><name>Lucas Benedecti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03918975084398072168</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/-tqx6ynQDrkQ/TpSWRSKzLpI/AAAAAAAAA14/5s34x1xEha0/s220/foto%2Bcurriculo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/R0d8RQH2l7I/AAAAAAAAAH0/fhR8nGu4_24/s72-c/S4010032.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2125232124153696526.post-529243683470707509</id><published>2007-11-12T16:38:00.000-08:00</published><updated>2007-11-12T16:54:22.978-08:00</updated><title type='text'>Arctic Monkeys no TIM</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;TIM Festival - 26/10/2007 - Rio de Janeiro&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5132118874107754338" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/Rzjy7MRFN2I/AAAAAAAAAHM/smk3gtOmfao/s400/S4010130.JPG" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;No princípio, a escuridão. Dái um susto: uma música começa a tocar. Mas onde estão os músicos? – procura-se naquela escuridão. Não havia ninguém. A música era dos caras, mas eles não estavam lá. Foi com isso que abriram o show. Quando ligam as luzes, os gritos são fortes. Os quatro estão lá no palco e emendam o intro a uma música nova. Todos meio calados agora para escutar aquela música desconhecida. No final, aplausos. Mas os quatro não querem nem saber. “This house is a circus” deu continuidade ligeira e esta nos deu alegria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sete refletores estão atrás da banda, no palco. Ascendem e apagam, conforme a música. E, conforme a música, o charme e empolgação dos quatro jovens ingleses do Arctic Monkeys atingem todos que estavam ali. “Brainstorm” veio trucidando. Eles pareciam máquinas de tão ensaiados que estavam. O público enlouquecia e logo surgiu uma, duas rodas-punk por perto de onde estava. Não estou querendo justificar as rodinhas, mas é quando aquelas pessoas, geralmente jovens, extravasam todos seus problemas ali. É uma forma de manifestação, mas que fique bem longe de mim. Voltando ao show, a banda era muito elétrica. Mandavam hits atrás de hits, na pegada forte de guitarras, baixo e bateria. As já famosas “Dancing shoes”, “The view from the afternoon” e “Flourescent adolescent” (que por sinal tocava nas rádios do Rio e Fortaleza “!”) fizeram todos cantar. Um show a parte foi dado pelo baterista, Matt Helders, que tocava com enorme segurança e agilidade, em sua bateria sempre à vista, do lado dos outros integrantes, e Alex Turner, com sua guitarra nervosa e voz rouca, balançava sua cabeleira, sempre voltando-se para o baterista ou o guitarrista Jamie Cook. Se pedissem para em uma palavra resumir o show, esta seria energia. Energia que passam esses ingleses e nos revigora por saber que o bom rock ainda está vivo. O clima intenso fazia muitas pessoas pular e dançar naquela noite. Ainda temos “Scummy” e “D is for dangerous” para continuar o repertório enorme de umas vinte músicas. “A certain romance” ficou para o final, encerrando o show. Dali saíram desacreditados, outros contentes. Mas uma coisa é certa: os ingleses realmente arrasam no palco. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;*Fotos:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5132119604252194674" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RzjzlsRFN3I/AAAAAAAAAHU/ZL35PGNU7Ac/s400/S4010147.JPG" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5132120098173433730" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/Rzj0CcRFN4I/AAAAAAAAAHc/ds0ibSoVoI8/s400/S4010165.JPG" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5132120411706046354" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/Rzj0UsRFN5I/AAAAAAAAAHk/jqSWSpXRGFM/s400/S4010169.JPG" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5132120901332318114" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/Rzj0xMRFN6I/AAAAAAAAAHs/eVVdTP1zOq8/s400/S4010175.JPG" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2125232124153696526-529243683470707509?l=ciclodocontratempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/feeds/529243683470707509/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2125232124153696526&amp;postID=529243683470707509&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/529243683470707509'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/529243683470707509'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/2007/11/arctic-monkeys-no-tim.html' title='Arctic Monkeys no TIM'/><author><name>Lucas Benedecti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03918975084398072168</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/-tqx6ynQDrkQ/TpSWRSKzLpI/AAAAAAAAA14/5s34x1xEha0/s220/foto%2Bcurriculo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/Rzjy7MRFN2I/AAAAAAAAAHM/smk3gtOmfao/s72-c/S4010130.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2125232124153696526.post-2357273674530678926</id><published>2007-10-31T16:51:00.000-07:00</published><updated>2007-10-31T16:57:49.637-07:00</updated><title type='text'>Hot Chip no TIM</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;TIM Festival - 26/10/2007 - Rio de Janeiro &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5127653619423417234" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RykVzKT6k5I/AAAAAAAAAG8/CUkOnB3qmrk/s400/hot+chip.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A banda Hot Chip, considerada, no cenário do novo rock, como new rave, fez jus à característica que os críticos lhe empregaram. Na tenda, muitos dançavam e se divertiam com as batidas eletrônicas. As músicas ao vivo pareciam ser mais extensas. Eles abriram o show com “And I was a boy from school…” e deram início ao repertório variado, para todos os gostos. O som das batidas estava muito alto e dava-nos a sensação de estarmos presentes numa festa eletrônica, com o show de luzes e pessoas se deixando levar pelas pulsações.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5127654078984917922" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RykWN6T6k6I/AAAAAAAAAHE/mu6nzkhmgJA/s400/S4010108.JPG" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mesmo sendo algo bem eletrônico, o Hot Chip apimentava o som com guitarra e percussões. Um show realmente animado, diferente do CD, que parece morto, às vezes. Deu até vontade de dançar ao som de “Over and over”. As músicas se emendavam e os caras no palco se moviam sem jeito, numa dança tímida e maluca, típicas deles. Foram, aproximadamente, 50 minutos de show. Pois, é bem verdade que a maioria das pessoas ali esperava a próxima banda: o Arctic Monkeys*.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*próximo show a ser comentado aqui, aguardem. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2125232124153696526-2357273674530678926?l=ciclodocontratempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/feeds/2357273674530678926/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2125232124153696526&amp;postID=2357273674530678926&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/2357273674530678926'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/2357273674530678926'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/2007/10/hot-chip-no-tim.html' title='Hot Chip no TIM'/><author><name>Lucas Benedecti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03918975084398072168</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/-tqx6ynQDrkQ/TpSWRSKzLpI/AAAAAAAAA14/5s34x1xEha0/s220/foto%2Bcurriculo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RykVzKT6k5I/AAAAAAAAAG8/CUkOnB3qmrk/s72-c/hot+chip.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2125232124153696526.post-6914869853616292917</id><published>2007-10-30T17:43:00.000-07:00</published><updated>2007-10-30T18:01:05.789-07:00</updated><title type='text'>Antony and the Johnsons + Björk no TIM</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;TIM Festival - 26/10/2007 - Rio de Janeiro&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RyfQeqT6k1I/AAAAAAAAAGc/3v9TlH2MqVI/s1600-h/antony.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5127295925957071698" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RyfQeqT6k1I/AAAAAAAAAGc/3v9TlH2MqVI/s400/antony.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O piano de calda no palco não deixou dúvidas de que o primeiro a subir seria Antony. Com seu visual andrógino, descabelado e todo vestido de preto, ele aparece. Sua banda, composta por dois violinos, um baixo e um violoncelo, completam o visual &lt;em&gt;dark&lt;/em&gt;: todos de preto para combinar?! O cantor inglês parece todo tímido, mas logo se solta com sua voz, ao piano. A pouca iluminação é para que o clima nos envolva melhor. Mas parece que não adiantava, pessoas conversavam do começo ao fim da apresentação. Antony, contudo, era bastante aplaudido entre as músicas. “Fistful of love”, “Cripple and the starfish” e “You are my sister” foram algumas das músicas mais esperadas e, muito bem executadas, fizeram parte de um repertório não muito extenso. Um show tipicamente acústico deixou a desejar pela falta de volume do piano tocado por Antony e, talvez, pela ausência de uma bateria em algumas músicas. A voz de Antony, todos concordaram, era realmente maravilhosa ao vivo. Prova disso foi o final com “Hope there’s someone”. Sua voz ecoava pela tenda e todos ficavam atônitos. Hegarty desejou-nos bom show (da Björk) e disse que talvez subiria no palco para cantar com a islandesa. Sabia que todos queriam Björk e o lugar não era tão apropriado para seu show. Foram apenas quarenta minutos de apresentação.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A musa Björk era muito esperada. Estava rodeado de fãs. No palco, começavam as mudanças. O cenário da cantora é todo enfeitado de bandeiras, com telões e equipamentos pesados. Sapos, peixes e outros animais estavam estampados na decoração tribal/oriental. A ansiedade tomou conta do público, que gritava seu nome. Quem primeiro apareceu foi o grupo de metais, composto por dez islandesas, todas maquiadas e vestidas no estilo “Volta”. Tocavam uma introdução, caminhando para o canto direito do palco. Nessa hora o público ia ao delírio. O restante do grupo foi entrando, dando corpo a música. Havia bateria, lap-tops e teclados. Quando Björk entra com “Earth Intruders”, ouve-se apenas os gritos da multidão que cantava. A pequena estava no seu vestido dourado reluzente de plástico, descalça e com sua coroa na cabeça. A partir de então começava o espetáculo. Björk ia de um lado para o outro, enquanto o público dançava o ritmo tribal. E tudo se tornava mágico com sua interpretação a cada música. O show passou não só a explorar seu último disco, mas canções de toda sua carreira como cantora solo. “Hunter” foi enigmática e assustadora. “Unravel” me pegou pelo pescoço, puxou-me para outra dimensão e me fez chorar. “I miss you” e “Army of me” foram cantadas em coro por todos que estavam ali. “Pagan Poetry”, mais do que linda, tornou-se destaque na apresentação. Björk ria, fazia carinha de bruxa, dançava e dizia “obrigado”, em português mesmo. Os &lt;em&gt;lasers&lt;/em&gt; verdes, a espuma branca que ela soltava da mão, a incrível sonoridade e estilo do “reactable*”, unida ao pique do DJ björkiano, e as islandesas sempre acompanhando as músicas, não saíram de minha cabeça ainda. “Wanderlust” teve maravilhosa apresentação também.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5127296471417918306" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RyfQ-aT6k2I/AAAAAAAAAGk/DE2wu7_WJY0/s320/S4010091.JPG" border="0" /&gt;Até ali Antony não apareceu, nem apareceria, pois estava no palco das Divas. Mas a pequena islandesa por si só deu um show à parte. Em uma hora e meia de show, não acreditávamos que tudo havia acabado. Mas Björk voltou para o “grand finale”. Uma música que valeu por mil: “Declare Independence” compôs o &lt;em&gt;Bis&lt;/em&gt;. A cantora apresentava a banda e agradecia muito, enquanto as meninas islandesas formavam um círculo em torno da musa. “Declare Independence” tem um ritmo forte, crescente e eletrônico e todos se uniam num ritual cego, cantando e pulando. Lembrava uma festa &lt;em&gt;rave&lt;/em&gt;. Pedaços de papeis luminosos jorravam do palco e o público enlouquecia. Era uma noite de festa e tudo acabou como num sonho. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;FOTOS:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;*Reactable &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5127297450670461810" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RyfR3aT6k3I/AAAAAAAAAGs/zp7sGCzboBU/s400/reactable.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Björk, em "Declare Independence", cantando "raise your flag!!!"&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5127298485757580162" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RyfSzqT6k4I/AAAAAAAAAG0/vhJeiwY-Mc4/s400/S4010102.JPG" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2125232124153696526-6914869853616292917?l=ciclodocontratempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/feeds/6914869853616292917/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2125232124153696526&amp;postID=6914869853616292917&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/6914869853616292917'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/6914869853616292917'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/2007/10/antony-and-johnsons-bjrk-no-tim.html' title='Antony and the Johnsons + Björk no TIM'/><author><name>Lucas Benedecti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03918975084398072168</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/-tqx6ynQDrkQ/TpSWRSKzLpI/AAAAAAAAA14/5s34x1xEha0/s220/foto%2Bcurriculo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RyfQeqT6k1I/AAAAAAAAAGc/3v9TlH2MqVI/s72-c/antony.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2125232124153696526.post-7811786481210131874</id><published>2007-10-30T10:49:00.000-07:00</published><updated>2007-10-30T11:54:02.248-07:00</updated><title type='text'>Cheguei!</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/Ryd9lKT6k0I/AAAAAAAAAGU/_mxv5JVZSE8/s1600-h/S4010052.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5127204778161115970" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/Ryd9lKT6k0I/AAAAAAAAAGU/_mxv5JVZSE8/s400/S4010052.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Cheguei ontem de viagem. Fui ao Tim Festival. Pretendo contar como foi lá pelo Rio. Estou escrevendo tudo, aguradem. &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2125232124153696526-7811786481210131874?l=ciclodocontratempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/feeds/7811786481210131874/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2125232124153696526&amp;postID=7811786481210131874&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/7811786481210131874'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/7811786481210131874'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/2007/10/cheguei.html' title='Cheguei!'/><author><name>Lucas Benedecti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03918975084398072168</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/-tqx6ynQDrkQ/TpSWRSKzLpI/AAAAAAAAA14/5s34x1xEha0/s220/foto%2Bcurriculo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/Ryd9lKT6k0I/AAAAAAAAAGU/_mxv5JVZSE8/s72-c/S4010052.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2125232124153696526.post-6202841615724149845</id><published>2007-10-23T09:49:00.001-07:00</published><updated>2007-10-23T09:49:16.547-07:00</updated><title type='text'>Pj Harvey - "When Under Ether" - (Copenhagen Opera)</title><content type='html'>&lt;div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'&gt;&lt;p&gt;&lt;object height='350' width='425'&gt;&lt;param value='http://youtube.com/v/6rKNOBPpeg8' name='movie'/&gt;&lt;embed height='350' width='425' type='application/x-shockwave-flash' src='http://youtube.com/v/6rKNOBPpeg8'/&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2125232124153696526-6202841615724149845?l=ciclodocontratempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/feeds/6202841615724149845/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2125232124153696526&amp;postID=6202841615724149845&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/6202841615724149845'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/6202841615724149845'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/2007/10/pj-harvey-under-ether-copenhagen-opera.html' title='Pj Harvey - &amp;quot;When Under Ether&amp;quot; - (Copenhagen Opera)'/><author><name>Lucas Benedecti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03918975084398072168</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/-tqx6ynQDrkQ/TpSWRSKzLpI/AAAAAAAAA14/5s34x1xEha0/s220/foto%2Bcurriculo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2125232124153696526.post-8642831605191756181</id><published>2007-10-05T12:23:00.000-07:00</published><updated>2007-10-23T09:43:25.320-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RwaQsfYf2EI/AAAAAAAAAF8/YEBbcs-xyQ8/s1600-h/pj_white_chalk.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5117937120566040642" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RwaQsfYf2EI/AAAAAAAAAF8/YEBbcs-xyQ8/s200/pj_white_chalk.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;PJ Harvey&lt;br /&gt;Disco: &lt;em&gt;White Chalk&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Ano: 2007&lt;br /&gt;Island Records&lt;br /&gt;11 faixas&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pianos e mais pianos é o que encontramos em &lt;em&gt;White Chalk&lt;/em&gt;, de PJ Harvey. O instrumento torna-se centro da maioria das canções, exibindo o lirismo, delicadeza e harmonia na música da cantora e compositora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este é o oitavo álbum de estúdio de Polly Jean Harvey. Em &lt;em&gt;White Chalk&lt;/em&gt;, PJ mostra que não tem medo de inovar. Por estar aprendendo um novo instrumento (piano), pôde dar asas a sua imaginação, declarou. E decidiu aplicá-lo em quase todas a músicas de seu novo trabalho. O peso das guitarras, que outrora fora o forte de Harvey, desaparece nesse disco, dando lugar a melodias mais intimistas e melancólicas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5117937275184863314" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RwaQ1fYf2FI/AAAAAAAAAGE/On_uPm8wcpg/s400/PJ_1.jpg" border="0" /&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ao começar, temos a voz &lt;em&gt;superafinada&lt;/em&gt; e suave de PJ. O piano e a bateria ritmados compõe a primeira faixa, “The Devil”. As letras tendem para um lado obscuro da cantora, percebe-se somente pelos nomes das canções. Não que isso seja uma novidade em seu trabalho, mas desta vez é algo que abraça o disco por completo. “Dear Darkness” é um bom exemplo, no qual a voz sussurrada, a bateria delicada e o piano dedilhado dão clima soturno à música. “Grow grow grow” surge misteriosa e desvenda seus segredos lá pelo meio. Faz lembrar Regina Spektor, com viagens ao piano. “When Under Ether”, o primeiro &lt;em&gt;single&lt;/em&gt; do disco, remete-nos à lembrança de “It is desire?”, álbum de 1998, da cantora numa ótima fase. E esta faixa, por mais simples que pareça, tem força tremenda na voz e composição de PJ Harvey.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“White Chalk”, faixa que dá nome ao CD, é bucólica, com seus banjos, violão, percussão e vocais. Característica nova, de certo modo, no trabalho de PJ. Parece com muitas bandas novas, talvez influentes, do novo folk misturado a mil e um estilos, citando Joanna Newsom, Cocorosie e Jenny Lewis. Porém, o sombrio continua a rondar PJ Harvey, que se esconde sua voz por trás de efeitos nessa faixa. Seguem “Broken Harp” e “Silence”. Na primeira, bastante intimista, ouve-se harpa. Na segunda, temos piano e harmônica. A multiinstrumentista PJ ainda experimenta em “To Talk To You” algo sem muita linearidade, entretanto, esta música absorve bem o espírito do disco, onde encontramos um poço sem fim de imaginação. E, se estamos em eterna viagem, sobra uma homenagem ao instrumento que nos proporcionou isto. Em “The piano” , uma das faixas mais belas do álbum, há tudo e mais um pouco. PJ exclama: “Oh God, I miss you”. E há lembranças de tempos antigos da carreira da moça, se ouvir com atenção, sua voz está entre o(s) antigo(s) e o novo trabalho, o mesmo se encontra na composição da música.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5117937481343293538" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RwaRBfYf2GI/AAAAAAAAAGM/wL6iBiubraQ/s400/Pj_2.jpg" border="0" /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;“Before Departure” dá continuidade ao poço de imaginação. PJ já se despede, em tom melancólico. Bateria comportada e ótimos vocais de fundo. Chegamos ao fim com “The Mountain”. Aqui se concentra o diferencial da cantora, que transforma sua voz. E também nos presenteia com um belo piano. O clima é cheio e pesado, como numa solidão profunda. E no final, depois que tudo passou, gritos. Nada melhor do que gritos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que PJ desejou com isso? Talvez seja seu estranhamento. De uma experiência nova nasce a cantora. E tudo está escuro. Os gritos são para aqueles que não acreditavam em seu trabalho. Mas, acima de tudo, é um grito interior. &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2125232124153696526-8642831605191756181?l=ciclodocontratempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/feeds/8642831605191756181/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2125232124153696526&amp;postID=8642831605191756181&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/8642831605191756181'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/8642831605191756181'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/2007/10/pj-harvey-disco-white-chalk-ano-2007.html' title=''/><author><name>Lucas Benedecti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03918975084398072168</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/-tqx6ynQDrkQ/TpSWRSKzLpI/AAAAAAAAA14/5s34x1xEha0/s220/foto%2Bcurriculo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RwaQsfYf2EI/AAAAAAAAAF8/YEBbcs-xyQ8/s72-c/pj_white_chalk.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2125232124153696526.post-3263606217443229493</id><published>2007-10-03T08:56:00.000-07:00</published><updated>2007-10-23T09:38:57.923-07:00</updated><title type='text'>Novo disco do Radiohead</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RwT50vYf2DI/AAAAAAAAAF0/LayN6d2hlls/s1600-h/radiohead_big.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5117489761067456562" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RwT50vYf2DI/AAAAAAAAAF0/LayN6d2hlls/s200/radiohead_big.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Quanto você pagaria numa música do Radiohead? Não sabe?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, o novo disco da banda, "In Rainbows", estará disponível para download no site oficial &lt;a href="http://www.radiohead.com/"&gt;www.radiohead.com&lt;/a&gt; , a partir do dia 10 de outubro. Mas não se trata somente disto. O preço das músicas você escolhe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história é resultado disto: o contrato com a gravadora teve seu fim. E agora? Ocorreram boatos que não haveria mais CDs. Thom Yorke anunciou que esta seria uma boa idéia: lançar músicas na internet, ou EPs. Porém, ano passado o Radiohead fez alguns shows, mostrando músicas novas. A gravação de um disco estava garantida, todos felizes!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RwPHbfYf2AI/AAAAAAAAAFc/tNby-idTy1M/s1600-h/thom_Piano.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5117152876717660162" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RwPHbfYf2AI/AAAAAAAAAFc/tNby-idTy1M/s400/thom_Piano.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Demorou. Mas o sétimo disco está completo. E vieram perguntas novamente: Quando será lançado o disco? E a gravadora, qual será? Por parte dos integrantes, nada de muita preocupação com isso. A estréia ficaria para 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A surpresa veio quando num belo dia o guitarrista Johnny Greenwood anunciou no site oficial do grupo que o &lt;em&gt;CD&lt;/em&gt; será lançado já neste mês. Está certo que não é um CD, mas, sim, as músicas do disco novo para download. Agora, algo com encarte, gravado, assinado, com fotografias e ficha técnica terá outra data de lançamento: dia 3 de dezembro. E esta vem numa versão especial, em vinil e &lt;em&gt;compact disc&lt;/em&gt; e um segundo disco multimídia, com faixas bônus. A compra poderá ser feita também no site. O download custa quanto você quiser pagar. O trabalho com vinil e CD custarão 40 libras.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2125232124153696526-3263606217443229493?l=ciclodocontratempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/feeds/3263606217443229493/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2125232124153696526&amp;postID=3263606217443229493&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/3263606217443229493'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/3263606217443229493'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/2007/10/novo-disco-do-radiohead.html' title='Novo disco do Radiohead'/><author><name>Lucas Benedecti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03918975084398072168</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/-tqx6ynQDrkQ/TpSWRSKzLpI/AAAAAAAAA14/5s34x1xEha0/s220/foto%2Bcurriculo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RwT50vYf2DI/AAAAAAAAAF0/LayN6d2hlls/s72-c/radiohead_big.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2125232124153696526.post-4562686105603764722</id><published>2007-10-02T17:43:00.000-07:00</published><updated>2007-10-02T17:49:07.265-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Passando para dar notícias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aulas, provas, cabeça em outro lugar, enfim, estive pensando em postar algo diferente e não tomei coragem. Em breve, mais resenhas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2125232124153696526-4562686105603764722?l=ciclodocontratempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/feeds/4562686105603764722/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2125232124153696526&amp;postID=4562686105603764722&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/4562686105603764722'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/4562686105603764722'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/2007/10/passando-para-dar-notcias.html' title=''/><author><name>Lucas Benedecti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03918975084398072168</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/-tqx6ynQDrkQ/TpSWRSKzLpI/AAAAAAAAA14/5s34x1xEha0/s220/foto%2Bcurriculo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2125232124153696526.post-3419329030012940073</id><published>2007-09-11T10:18:00.000-07:00</published><updated>2007-09-11T10:44:05.420-07:00</updated><title type='text'>Tim Festival - Rio de Janeiro</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Palco: Novo Rock UK - dia 26/10/07&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Arctic Monkeys&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RubPhapLkSI/AAAAAAAAAE8/eYcPb4xniOU/s1600-h/arctic+monkeys_logo.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5108999000293085474" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" height="165" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RubPhapLkSI/AAAAAAAAAE8/eYcPb4xniOU/s320/arctic+monkeys_logo.jpg" width="210" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;É um dos shows mais esperados do ano no Brasil. “Tenho uma queda pelo Brasil. Sempre quis tocar lá" – declarou Alex Turner, vocalista/guitarrista do Arctic Monkeys, recentemente no festival Coachella, Califórnia.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O Arctic Monkeys é uma das últimas bandas que explodiram no cenário do rock inglês. Os garotos, seguindo a formação clássica de uma banda de rock: guitarras, baixo e bateria, conquistaram grande público desde 2002, e já possuem dois discos de estúdio: &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Whatever People Say I Am, That's What I'm Not&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; (2006) e &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Favourite Worst Nightmare&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, deste ano. Alex Turner, Jamie Cook, Matt Helders e Nick O’Malley descobriram a fórmula perfeita, que resgata passagem p&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RubP1apLkTI/AAAAAAAAAFE/HJYVJQSMF4Y/s1600-h/arctic+monkeys.jpg"&gt;&lt;/a&gt;elos anos 60 e 70. O som também se resume a várias bandas atuais que os influenciaram. Só para citar algumas: Strokes, Libertines e Franz Ferdinand. Mas o Arctic Monkeys atinge sua identidade, deixando de ser apenas uma cópia, ou imitação destas. O vocal de Turner, as guitarras nervosas e o baixo dançante transformam-se no verdadeiro espírito do rock.&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5109002500691431762" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RubStKpLkVI/AAAAAAAAAFU/KTqSeJzystk/s400/arctic+monkeys.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;_ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Hot Chip&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5108999902236217666" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RubQV6pLkUI/AAAAAAAAAFM/rEbVWCiClg8/s320/hot+chip.bmp" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Olhando pelo outro lado do cenário “novo rock UK”, temos o Hot Chip. A banda possui seguimento do eletro-rock/pop, e do dance. Algumas claras influências são Kraftwerk, Björk (por que não?) e Daft Punk. Os cinco integrantes: Alexis Taylor (vocal, guitarra, percussão e teclado); Joe Goddard (vocal e sintetizador); Owen Clarke (guitarra e sintetizador); Al Doyle (guitarra, sintetizador e baixo); e Felix Martin (bateria e percussão), divulgam seu segundo disco, &lt;em&gt;&lt;strong&gt;The Warning&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; (2006). Este rendeu dois &lt;em&gt;singles&lt;/em&gt; à banda: &lt;em&gt;Over and Over&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;[And I Was] A Boy From School&lt;/em&gt;, músicas que realmente chamam a atenção pela melodia, pelos refrões marcantes e mistura de sons. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O Hot Chip torna-se um exemplo do novo rock por suas características eletrônicas, misturadas a ritmos que não se definem; pelos integrantes não enxergarem barreiras quanto aos instrumentos (os rapazes chegam a colocar quatro sintetizadores na música); e, por ainda conseguir fazer um som original, sem limites nas letras e composições. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;*Segue vídeo do Hot Chip&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2125232124153696526-3419329030012940073?l=ciclodocontratempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/feeds/3419329030012940073/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2125232124153696526&amp;postID=3419329030012940073&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/3419329030012940073'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/3419329030012940073'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/2007/09/tim-festival-rio-de-janeiro_11.html' title='Tim Festival - Rio de Janeiro'/><author><name>Lucas Benedecti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03918975084398072168</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/-tqx6ynQDrkQ/TpSWRSKzLpI/AAAAAAAAA14/5s34x1xEha0/s220/foto%2Bcurriculo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RubPhapLkSI/AAAAAAAAAE8/eYcPb4xniOU/s72-c/arctic+monkeys_logo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2125232124153696526.post-7998051008061239057</id><published>2007-09-11T10:17:00.001-07:00</published><updated>2007-09-11T10:17:33.735-07:00</updated><title type='text'>Hot Chip - Over and Over [live] Later with Jools Holland '06</title><content type='html'>&lt;div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'&gt;&lt;p&gt;&lt;object height='350' width='425'&gt;&lt;param value='http://youtube.com/v/iruv7Z-16GA' name='movie'/&gt;&lt;embed height='350' width='425' type='application/x-shockwave-flash' src='http://youtube.com/v/iruv7Z-16GA'/&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2125232124153696526-7998051008061239057?l=ciclodocontratempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/feeds/7998051008061239057/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2125232124153696526&amp;postID=7998051008061239057&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/7998051008061239057'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/7998051008061239057'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/2007/09/hot-chip-over-and-over-live-later-with.html' title='Hot Chip - Over and Over [live] Later with Jools Holland &amp;#39;06'/><author><name>Lucas Benedecti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03918975084398072168</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/-tqx6ynQDrkQ/TpSWRSKzLpI/AAAAAAAAA14/5s34x1xEha0/s220/foto%2Bcurriculo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2125232124153696526.post-9155085010679892846</id><published>2007-09-04T19:40:00.000-07:00</published><updated>2007-09-04T17:10:53.078-07:00</updated><title type='text'>Tim Festival - Rio de Janeiro</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Palco: Tim Volta - Dia: 26/10/07&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Björk + Antony and the Johnsons&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5106480431470711042" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/Rt3c5apLkQI/AAAAAAAAAEs/i2iAjQiAm9I/s400/bjork_01.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta será a quarta vez da islandesa no Brasil. O último show, em 1998, era época do disco “Homogenic”, de grande destaque em sua carreira. Agora, o álbum “Volta” (2007) será apresentado, porém, Björk nos dará muito mais: o encerramento de sua turnê 2007 há de se confirmar em solo brasileiro. Logo, supõe-se algo especial. Porque nenhum de seus shows cai na mesmice. E incluirá certamente a participação de Antony Hegarty ao vivo, já que este estará no Tim Festival.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antony Hegarty, do Antony and the Johnsons, gravou duas músicas ao lado da cantora no “Volta”. O cantor e compositor encanta com sua voz e simplicidade, elaborando algo perto do Jazz, ou, às vezes, Pop. Ele também fará apresentação dia 26 de outubro. É provável que suas músicas novas entrarão no repertório, já que seu disco está para ser lançado em 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A turnê de Björk vem dando grandes públicos. A novidade é um coral que a acompanha em ritmos sempre novos e inesperados. Não deixando de lado os sucessos antigos, que se tornam novidades a cada interpretação da cantora, o show traz grandes expectativas. Ainda mais porque Björk adora o Brasil. Esperemos sua dança, carisma e alegria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Video: Björk e Antony - trecho de "Dull flame of desire" - 2007&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2125232124153696526-9155085010679892846?l=ciclodocontratempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/feeds/9155085010679892846/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2125232124153696526&amp;postID=9155085010679892846&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/9155085010679892846'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/9155085010679892846'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/2007/09/tim-festival-rio-de-janeiro.html' title='Tim Festival - Rio de Janeiro'/><author><name>Lucas Benedecti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03918975084398072168</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/-tqx6ynQDrkQ/TpSWRSKzLpI/AAAAAAAAA14/5s34x1xEha0/s220/foto%2Bcurriculo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/Rt3c5apLkQI/AAAAAAAAAEs/i2iAjQiAm9I/s72-c/bjork_01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2125232124153696526.post-4934978644266248519</id><published>2007-09-04T15:45:00.001-07:00</published><updated>2007-09-04T15:45:35.699-07:00</updated><title type='text'>Björk and Antony - The dull flame of desire (live Rekjavik 2007)</title><content type='html'>&lt;div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'&gt;&lt;p&gt;&lt;object height='350' width='425'&gt;&lt;param value='http://youtube.com/v/H_3cTeu_w0g' name='movie'/&gt;&lt;embed height='350' width='425' type='application/x-shockwave-flash' src='http://youtube.com/v/H_3cTeu_w0g'/&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2125232124153696526-4934978644266248519?l=ciclodocontratempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/feeds/4934978644266248519/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2125232124153696526&amp;postID=4934978644266248519&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/4934978644266248519'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/4934978644266248519'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/2007/09/bjrk-and-antony-dull-flame-of-desire.html' title='Björk and Antony - The dull flame of desire (live Rekjavik 2007)'/><author><name>Lucas Benedecti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03918975084398072168</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/-tqx6ynQDrkQ/TpSWRSKzLpI/AAAAAAAAA14/5s34x1xEha0/s220/foto%2Bcurriculo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2125232124153696526.post-8128257539997390863</id><published>2007-09-01T11:53:00.000-07:00</published><updated>2007-09-01T13:21:12.594-07:00</updated><title type='text'>Tim Festival + Eu e o contrabaixo</title><content type='html'>Vamos ao Tim Festival?!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Rio de Janeiro&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Local: Marina da Glória&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dia 26 de outubro – Sexta-feira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;TIM Volta&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Horário: 20:00&lt;br /&gt;Preço: R$180,00&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artistas:&lt;br /&gt;Antony and the Johnsons&lt;br /&gt;Björk&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Novo Rock UK&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Horário: 23:30&lt;br /&gt;Preço: R$180,00&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bandas:&lt;br /&gt;Hot Chip&lt;br /&gt;Arctic Monkeys&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pretendo ir a estes 2 palcos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segue um Video do Arctic Monkeys (&lt;span style="font-style:italic;"&gt;505&lt;/span&gt; ao vivo no programa Jools Holland, 2007)  e minha foto com essa preciosidade: o contrabaixo, maior do que eu, que toquei nessa semana. Em breve, mais resenhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;embed src="http://www.livevideo.com/flvplayer/embed/CD954244B13A49BBBFF3CB03D4F824F1" type="application/x-shockwave-flash" quality="high" WIDTH="445" HEIGHT="369" wmode="transparent"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://www.livevideo.com/video/embedLink/CD954244B13A49BBBFF3CB03D4F824F1/337082/arctic-monkeys-sos.aspx"&gt;arctic_monkeys-sos&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5105315335692325090" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/Rtm5P6pLkOI/AAAAAAAAAEc/RNZ8-iNiQho/s320/sem+t%C3%ADtulo.bmp" border="0" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2125232124153696526-8128257539997390863?l=ciclodocontratempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/feeds/8128257539997390863/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2125232124153696526&amp;postID=8128257539997390863&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/8128257539997390863'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/8128257539997390863'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/2007/09/tim-festival-eu-e-o-contrabaixo.html' title='Tim Festival + Eu e o contrabaixo'/><author><name>Lucas Benedecti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03918975084398072168</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/-tqx6ynQDrkQ/TpSWRSKzLpI/AAAAAAAAA14/5s34x1xEha0/s220/foto%2Bcurriculo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/Rtm5P6pLkOI/AAAAAAAAAEc/RNZ8-iNiQho/s72-c/sem+t%C3%ADtulo.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2125232124153696526.post-5741830031439276698</id><published>2007-08-20T09:16:00.000-07:00</published><updated>2007-08-20T09:45:47.224-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RsnC1KpLkII/AAAAAAAAADs/VyUzIl3vuv0/s1600-h/Capa.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp2.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RsnC1KpLkII/AAAAAAAAADs/VyUzIl3vuv0/s200/Capa.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5100822271619731586" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;The Smashing Pumpkins&lt;br /&gt;Disco: &lt;em&gt;Zeitgeist&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Ano: 2007&lt;br /&gt;Reprise Records&lt;br /&gt;12 faixas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2007 o Smashing Pumpkins volta à ativa, depois de sete anos parado, com o novo trabalho intitulado “Zeigtgeist”. Um fato curioso, que gerou indignação de fãs, foi a banda não ter a mesma formação (James Iha, D’arcy ou Auf der Maur) de quando acabou em 2000. Mas a idéia de retomar a banda é antiga, segundo Billy Corgan, líder da banda. Daí surgem perguntas: será que o novo Smashing Pumpkins é capaz de carregar nas costas todo o peso de uma das maiores bandas de rock dos anos 90?&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RsnC96pLkJI/AAAAAAAAAD0/m6eIk3zxhEU/s1600-h/foto_1.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp1.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RsnC96pLkJI/AAAAAAAAAD0/m6eIk3zxhEU/s200/foto_1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5100822421943586962" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Será que esta não é só mais uma aventura de Corgan e Jimmy Chamberlin, como foi o Zwan? Enfim, qual será a nova identidade dos Pumpkins?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Digamos que a primeira impressão é boa. &lt;em&gt;Doomsday Clock &lt;/em&gt;começa forte, com ótima bateria e guitarras. E Corgan já dá o seu primeiro recado: “Is everyone afraid?/ Is everyone ashamed?” (“Todos estão com medo?/ Todos estão envergonhados?”). Na verdade, a mensagem é direta aos norte-americanos. E, se isso é pouco, como se não bastasse a capa de “Zeigtgeist” que afunda a estátua da liberdade, a letra de &lt;em&gt;Doomsday Clock &lt;/em&gt;traz toda a expressão de fúria imersa na garganta de muitos. Billy critica a falta de liberdade, e a  política/cultura dos EUA, fazendo menção a algo apocalíptico que bate em seu coração.Este sofre, sendo ele um cidadão norte-americano. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Engana-se quem esperava algo sem sal. Em &lt;em&gt;7 Shades of Black&lt;/em&gt;, o estilo Pumpkins continua vivo. E esta dá continuidade à primeira música: “I’m digging my own hell” (“Estou cavando meu próprio inferno”). Guitarras soam nervosas, com direito a solos de Billy. Seguindo, temos &lt;em&gt;Bleeding the Orchid&lt;/em&gt;, com ótima melodia e letra poética. Lembra o estilo mais sombrio vivido pela banda. Até aí, os novos integrantes, Jeff Schroeder (guitarras), Ginger Reyes (baixo e voz) e Lisa Harriton (teclado e voz), cumprem bem suas partes. Nem parece uma outra banda. Guitarras de James Iha, nunca mais. Porém, a essência do Smashing Pumpkins continua viva. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RsnFI6pLkNI/AAAAAAAAAEU/inaTvn71H_U/s1600-h/foto_8.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp1.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RsnFI6pLkNI/AAAAAAAAAEU/inaTvn71H_U/s400/foto_8.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5100824809945403602" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;That’s the way (My love is)&lt;/em&gt; quebra um pouco o clima. Com letra mais romântica, chega a parecer com o Zwan. Os profundos teclados e a voz de Billy salvam esta música, que não é ruim, mas não chega perto da obra do antigo SP. É aqui que D’arcy e James fazem falta, por mais que tenha backing-vocal bonitinho e tudo mais. O &lt;em&gt;single Tarantula&lt;/em&gt; é uma das músicas mais pesadas do disco. Nota-se a grande influência de &lt;em&gt;heavy-metal&lt;/em&gt; que Billy tanto cita, letra típica da banda, cheia de antíteses. Um bom rock que melhora lá pelo meio com uma quebrada de ritmo, enquanto guitarras falam. A sexta faixa, &lt;em&gt;Starz&lt;/em&gt;, lembra as primeiras músicas da banda. Sem muitas inovações, mas com uma bateria incandescente de Chamberlin.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entra &lt;em&gt;United States&lt;/em&gt;, com seus nove minutos e cinqüenta e três minutos. Um desabafo de Corgan, irritado com tudo que venha de seu país. Guitarras distorcidas melhoram do meio para o final, ouvimos um grito de revolução e gritinhos, acabamos por conhecer o verdadeiro espírito do (novo?) Smashing Pumpkins. Depois disso, temos uma banda perdida entre estilos, que não assimila uma linha contínua no disco. Começando por &lt;em&gt;Neverlost&lt;/em&gt;, que se torna mais introspectiva e lembra mais a carreira solo de Billy. &lt;em&gt;Bring the light&lt;/em&gt; não é SP, a não ser pela voz de Corgan. Aqui podemos dizer realmente que temos outra banda. O mesmo acontece com &lt;em&gt;Come On (Let's Go&lt;/em&gt;&lt;em&gt;)&lt;/em&gt;, que está mais para Zwan, afastando-se da comparação com o velho Smashing.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RsnDcqpLkLI/AAAAAAAAAEE/WQLFYyhYyxM/s1600-h/foto_%26.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp0.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RsnDcqpLkLI/AAAAAAAAAEE/WQLFYyhYyxM/s320/foto_%26.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5100822950224564402" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;For God and Country&lt;/em&gt; surge enigmática com tendências eletrônicas. Experimentalismo que deu certo. Um baixo marcante e guitarras fazem o pano de fundo. “For God and country, I'll fight/ For God and country, I'll die/ For God and country, my soul is so alive”: são referências ao mundo que vive em guerra e esquece de valores humanos. &lt;em&gt;Pomp and Circumstances &lt;/em&gt;encerra o disco, com mais alusões à guerra: “War, sunshine and Grace”... como numa canção de ninar, vocais em coro, teclados e guitarra fazem um ótimo contexto para o fim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E assim segue Billy Corgan (e sua banda), com muitas idéias, mas sem definições exatas do que quer. Talvez queira pouco, talvez queira muito, talvez queria continuar apenas tocando no tão sonhado Smashing Pumpkins.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RsnDqapLkMI/AAAAAAAAAEM/tc3CTar5mQU/s1600-h/foto_final.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp3.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RsnDqapLkMI/AAAAAAAAAEM/tc3CTar5mQU/s320/foto_final.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5100823186447765698" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2125232124153696526-5741830031439276698?l=ciclodocontratempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/feeds/5741830031439276698/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2125232124153696526&amp;postID=5741830031439276698&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/5741830031439276698'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/5741830031439276698'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/2007/08/smashing-pumpkins-disco-zeitgeist-ano.html' title=''/><author><name>Lucas Benedecti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03918975084398072168</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/-tqx6ynQDrkQ/TpSWRSKzLpI/AAAAAAAAA14/5s34x1xEha0/s220/foto%2Bcurriculo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RsnC1KpLkII/AAAAAAAAADs/VyUzIl3vuv0/s72-c/Capa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2125232124153696526.post-2441938930262585612</id><published>2007-08-10T09:19:00.000-07:00</published><updated>2007-08-10T09:54:42.997-07:00</updated><title type='text'>A cultura dos caranguejos com cérebro</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RryVwwO5xdI/AAAAAAAAACs/5f0v_ADsOJI/s1600-h/capa.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp2.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RryVwwO5xdI/AAAAAAAAACs/5f0v_ADsOJI/s200/capa.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5097113543090226642" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Chico Science e Nação Zumbi&lt;br /&gt;Disco:&lt;em&gt;Afrociberdelia&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Ano: 1996&lt;br /&gt;Chaos/Sony Music&lt;br /&gt;23 faixas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Afrociberdelia&lt;/em&gt;.Um nome estranho, mas que tem seu significado quando se trata de ficção científica, psicodelismo, cultura afro e  cibernética ao som de Chico Science e Nação Zumbi. O MagueBeat, movimento que teve sua origem em Pernambuco, é embalado e reverenciado por parte de um disco que propõe arte para todos. Com uma diversidade imensa de ritmos, cores e protestos, Chico Science mostrava-nos uma mistura de viagem no tempo, lirismo, poesia e cultura regional. Tudo isso leva-nos a uma complexa compreensão da música proposta. A linguagem e os ritmos, sejam eles regionais ou internacionais, formam uma figuração única rica em sentidos e significados. Por outro lado, por mais que não tenhamos o mínimo de conhecimento sobre o que nos fala/canta Chico Science (o que é bem difícil), sua música tem o poder de nos levar a uma dança frenética. Percebemos o quão forte é seu grito de esperança na arte de fazer um som verdadeiro, principalmente para os jovens que habitam esse mundo cruel  e perdido entre valores. &lt;em&gt;Afrociberdelia&lt;/em&gt;, então, vem a ser, segundo o texto de Bráulio Tavares no encarte do CD, uma expressão do ano de 2102, junção de África+Cibernética+Psicodelismo, com o seguinte significado: “A arte de cartografar a Memória Prima Genética (o que no século XX era chamado “o inconsciente coletivo”) através de estímulos eletroquímicos, automatismo verbais e intensa movimentação corporal ao som de música binária”. Vamos ao disco...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Eu vim com a Nação Zumbi, ao seu ouvido falar/ quero ver a poeira subir/ e muita fumaça no ar/cheguei com o meu universo/ e aterriso no seu pensamento/ trago as luzes dos postes nos olhos/ rios e pontes no coração/ Pernambuco em baixo dos pés/ e minha mente na imensidão”. Assim começa Chico Science a cantar na primeira faixa (&lt;em&gt;Mateus Enter&lt;/em&gt; ou &lt;em&gt;Intro&lt;/em&gt;). De cara temos o som da Nação, com guitarra pesada e percussão, na letra Chico diz o propósito de vinda ao nosso ouvido. E tem muito a nos falar ainda. Começa &lt;em&gt;O Cidadão do Mundo&lt;/em&gt;, uma das músicas mais fortes do disco. Seu &lt;em&gt;groove&lt;/em&gt; de baixo é perfeito, o violão nos traz ao regionalismo e a bateria meio que eletrônica, diferente das outras que compõem o disco. Há ainda &lt;em&gt;samples&lt;/em&gt; de músicas como “Bat Macumba”, de Gil e Caetano. O refrão é marca registrada da banda, com fortes tambores de maracatu: “Eu pulei e corri no coice macio/ só queria matar a fome/ no canavial na beira do rio”. Mais à frente, Chico faz referências a Recife e ao movimento MangueBeat nos versos: “Daruê Malungo, Nação Zumbi/ é o zum zum zum da capital/ só tem caranguejo esperto/ saindo desse manguezal”, ou seja, caranguejos com cérebro saindo dos mangues de Recife, nada mais específico para definir tal movimento. Para finalizar, ainda na mesma faixa, um &lt;em&gt;rap&lt;/em&gt; que sintetiza bem a realidade brasileira. Um pivete vindo do interior passa sufoco por não conhecer as gírias da cidade grande. Seria o cidadão do mundo o pivete, ou esse se refere aos homens da cidade? Parte da interpretação de cada um.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RryXqwO5xiI/AAAAAAAAADU/TtJzOSCezhs/s1600-h/foto2.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp2.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RryXqwO5xiI/AAAAAAAAADU/TtJzOSCezhs/s400/foto2.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5097115639034267170" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A terceira faixa, &lt;em&gt;Etnia&lt;/em&gt;, explora a levada de percussão, guitarra e baixo muito bem formulados e uma bateria típica da Nação Zumbi. Tambores, solos hendrixanos e uma exaltação e incentivo à cultura popular na letra de &lt;em&gt;Etnia&lt;/em&gt;. A abordagem socio-política de Chico tende para uma unificação da sociedade brasileira (ou mundial?!), não importando a diferença étnica/cultural de cada pessoa. Ainda aparecem expressões que definem a miscigenação proposta na música: “maracatu psicodélico”, “Berimbau eletrônico”... Chegamos então a outra dimensão com &lt;em&gt;Quilombo Groove&lt;/em&gt;, uma das muitas instrumentais que estão presentes no disco. Ritmos africanos no começo e a guitarra de Lucio Maia mais rockeira do que nunca, vem um som dali meio psicodélico, tambores com eco que permanecem até o fim. Entra &lt;em&gt;Macô&lt;/em&gt; com uma levada funk na guitarra “wah wah”, tambores explodem, acompanhados da voz de Chico. Nesta há participação de Gilberto Gil e Marcelo D2. Uma letra que pode parecer estranha, quando se tem um refrão “Macô/ macô/ macô...”, mas é quase um hino da banda. São essas coisas que não se explicam, se sentem. O regional está tão presente, porém, nos sentimos em casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo após vem &lt;em&gt;Um passeio no Mundo Livre&lt;/em&gt;. Com uma levada cheia de swing da guitarra, ótimo arranjo de metais e fortíssima bateria. O melhor é como a música se transforma lá pelo final. A letra de Chico expõe um mundo sem sociedade, um lugar onde se possa ir e vir sem ser incomodado, um mundo sem preconceitos sonhado e idealizado. Uma boa música e letra que mostra a consciência de Science rondando os mínimos cantos do mundo (como o bairro Peixinhos, onde muitos da banda cresceram) até o globo como um todo. Chegamos a sétima faixa, &lt;em&gt;Samba do Lado&lt;/em&gt;, que brinca com a música tipicamente brasileira. Chico pergunta: “E você samba de que lado/ de que lado você samba?”. O efeito de guitarra “wah wah” é muito bem composto aqui. Lucio Maia usa o volume como um segredo nessa música e, no refrão, utiliza uma escala que permuta tons. Que venha &lt;em&gt;Maracatu Atômico &lt;/em&gt;agora! A música de Jorge Mautner e Nelson Jacobina é mística, simples (também complexa) e poética. Anteriormente gravada por Gil em 73, agora se torna um dos maiores sucessos de Chico Science e Nação Zumbi. Ninguém duvida que uma letra tão cativante, com um ritmo tão &lt;em&gt;zen&lt;/em&gt;, mas ao mesmo tempo dançante, faria o som da Nação se eternizar. O refrão é daqueles que poucos sabem o que significa, mas todos cantam (Ana ama eu, na versão original, sofre adaptações de Chico). E nisso, &lt;em&gt;Maracatu Atômico &lt;/em&gt;outrora fora e é mais um hino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RryWVwO5xfI/AAAAAAAAAC8/GLM5DsyZ4_I/s1600-h/foto3.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp2.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RryWVwO5xfI/AAAAAAAAAC8/GLM5DsyZ4_I/s320/foto3.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5097114178745386482" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já &lt;em&gt;O Encontro de Isaac Asimov com Santos Dumont&lt;/em&gt; migra para um espaço distante, ao som de um baixo hipnotizador e efeitos de computador, Chico manda sua mensagem quase metafísica, complicada de se entender. Algo como se o pensamento fosse mais forte que as leis da física. A música seguinte é &lt;em&gt;Corpo de lama&lt;/em&gt;. Difícil de ser analisada, meio fantasmagórica, sombria como “aquele grupo de caranguejos ouvindo a música dos trovões”. Como se fosse um auto-reconhecimento, o eu lírico procura-se entre imagens da natureza, pensamentos e outras pessoas. No fim, Science diz: “deixar que os fatos sejam fatos naturalmente, sem que sejam forjados para acontecer”. Entramos, então, no mundo mágico de &lt;em&gt;Sobremesa&lt;/em&gt;, onde borboletas se equilibram no espaço e uma cadeira flutua num espiral. A vida louca da cidade é exposta, enquanto a personagem acaba por lembrar que uma sobremesa lhe espera em casa. É uma música curiosa que mistura o inglês e português. A guitarra viaja como numa música ambiente, tambores e sopros complementam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Manguetown&lt;/em&gt; é outro destaque do &lt;em&gt;Afrociberdelia&lt;/em&gt;. “Andando por entre becos/ andando em coletivos/ ninguém foge ao cheiro sujo da lama da Manguetown...” A cidade do mangue, a capital Recife, fica mais evidente nas letras de Chico. Este também relata, em uma antiga entrevista, sua preocupação com o mangue e com a população ribeirinha. A letra “suja” de &lt;em&gt;Manguetown&lt;/em&gt; refere-se justamente à poluição do mangue: “fui no mangue catar lixo,/ pegar caranguejo,/ conversar com urubu”. Assim termina a música e, mais uma vez, a cozinha (baixo e bateria) e a guitarra estão no ponto. Passemos agora para uma parte mais “pesada” do disco. Percebe-se pela guitarra distorcida de Lucio e o forte ritmo de tambores. &lt;em&gt;Um Satélite na Cabeça&lt;/em&gt; é um grito de rebeldia. “A TV não tem olhos para ver ... conquistando seu próprio espaço/ é onde você pode estar agora”. É uma fuga do mundo, através de suas idéias, pensamentos. Depois daí, um &lt;em&gt;Baião Ambiental Dub&lt;/em&gt; para relaxar. Impressionante como os ritmos se casam bem. Um baião viajante do espaço cósmico, destaque na parte instrumental do CD. Depois seguem duas músicas de guitarras super pesadas, casando o &lt;em&gt;heavy-metal&lt;/em&gt;  e os ritmos nordestinos. A primeira, &lt;em&gt;Sangue de Bairro&lt;/em&gt;, fala de Lampião, limoeiro, catingueira e lamparina, nada mais nordestino do que isto. Esta ainda é trilha do filme “Baile Perfumado”, sobre Lampião. A segunda, &lt;em&gt;Enquanto o Mundo Explode&lt;/em&gt;, fala de globalização e consumismo de um modo bem específico: “Um curupira já tem seu tênis importado”. Forró, baião e ritmos de Umbanda são apresentados nestas últimas faixas. &lt;em&gt;Interlude Zumbi&lt;/em&gt; lembra bem o som de outra banda da mesma região, o &lt;em&gt;Cordel do Fogo Encantado&lt;/em&gt;. Aparece o som do berimbau, ritmos africanos e...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RryX_wO5xjI/AAAAAAAAADc/KUhNFvCc_BE/s1600-h/foto1.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp2.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RryX_wO5xjI/AAAAAAAAADc/KUhNFvCc_BE/s400/foto1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5097115999811520050" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Surge um violão ritmado, numa melodia mística, o som do tambor, que não muda de compasso, e todo lirismo ao som da voz de Chico está presente. &lt;em&gt;Criança de Domingo &lt;/em&gt;traz consigo uma magia única. Faz-nos voltar aos tempos de criança. &lt;em&gt;Amor de Muito&lt;/em&gt; é igualmente viajante. Um ritmo cubano no começo e uma letra que fala de esperança no amor. Conta a história de um casal que se guia pelo mar. Em &lt;em&gt;Samidarish&lt;/em&gt;, de Lucio Maia, nada de tambores. Experimentações com guitarra e baixo. Por fim, teclados e um poema muito bem interpretado por Chico Science, que pergunta: “Quem mandou você falar de mim?”. E tudo se encerra. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Não! Temos ainda três &lt;em&gt;remixes&lt;/em&gt; de &lt;em&gt;Maracatu Atômico&lt;/em&gt;, para provar a influência eletrônica da Nação. Reggae, outra trip hop e atomic version. Mesmo sendo de músicas repetidas, os &lt;em&gt;remixes&lt;/em&gt; são criativos, dançantes e caem bem numa rave. E é isto, saímos de maracatu para acabar numa festa eletrônica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É triste dizer que depois de &lt;em&gt;Afrociberdelia&lt;/em&gt;, segundo disco da banda, Chico Science nos deixou num terrível acidente de carro, faz dez anos. Mas suas músicas continuam vivas e estão aí para serem escutadas e refletidas.            &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RryYOwO5xkI/AAAAAAAAADk/ijGRUhwhhJ8/s1600-h/foto4.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp2.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RryYOwO5xkI/AAAAAAAAADk/ijGRUhwhhJ8/s400/foto4.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5097116257509557826" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2125232124153696526-2441938930262585612?l=ciclodocontratempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/feeds/2441938930262585612/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2125232124153696526&amp;postID=2441938930262585612&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/2441938930262585612'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/2441938930262585612'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/2007/08/cultura-dos-caranguejos-com-crebro.html' title='A cultura dos caranguejos com cérebro'/><author><name>Lucas Benedecti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03918975084398072168</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/-tqx6ynQDrkQ/TpSWRSKzLpI/AAAAAAAAA14/5s34x1xEha0/s220/foto%2Bcurriculo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RryVwwO5xdI/AAAAAAAAACs/5f0v_ADsOJI/s72-c/capa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2125232124153696526.post-9052493671790537555</id><published>2007-07-22T08:58:00.000-07:00</published><updated>2007-08-10T08:39:39.821-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RqN-8gO5xbI/AAAAAAAAACc/xhmkqXacaJM/s1600-h/battles+mirrored_capa.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp0.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RqN-8gO5xbI/AAAAAAAAACc/xhmkqXacaJM/s200/battles+mirrored_capa.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5090051581768484274" /&gt;&lt;/a&gt; Battles&lt;br /&gt;Disco: &lt;em&gt;Mirrored&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Ano: 2007&lt;br /&gt;Warp Records&lt;br /&gt;11 Faixas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cada dia em que se descobrem bandas como Battles, fica mais difícil saber quais os caminhos do rock atual. Esqueça todas as salvações do rock já aclamadas pela imprensa. Afinal, hoje está complicado de se definir os estilos nesse universo de misturas e experimentalismo. Por exemplo, essa banda: poderíamos encontrar mil e uma definições aliadas ao som “rock” que nos mostra o Battles. Será que o rock puro ainda existe? A verdade é que em vez de procurarmos uma “salvação” ou jogarmos todo &lt;em&gt;estrelismo&lt;/em&gt; em certas bandas, deveríamos prestar mais atenção em bandas do tipo Battles que produzem, acima de tudo, música boa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em &lt;em&gt;Mirrored&lt;/em&gt;, primeiro disco da banda nova-iorquina, encontramos influências muitas. Do tipo que não importa o que vão pensar: o som abrange tudo. Desde o eletrônico ao Heavy-Metal, temos teclados, guitarras, laptops, baixo e uma bateria de fazer inveja. O grupo conta com John Stainer, ex-baterista do Helmet; Ian Williams, ex-guitarrista do Dom Caballero (banda de rock instrumental americana); Dave Konopka,baixista e guitarrista, ex-Lynx; e Tyondai Braxton (filho do músico jazzista americano Anthony Braxton) que cuida dos vocais, teclados e guitarra. Um time pesado para um som nada simples, que pode lembrar 65daysofstatic, Animal Collective ou ainda Explosions in the Sky. Se nunca ouviu nenhuma dessas bandas, procure urgente! E não se espante se o som for mais instrumental do que pensava, essa é uma das características dessas bandas classificadas como &lt;em&gt;Post-Rock&lt;/em&gt;. Enfim, esta é só uma nomenclatura para uma corrente de bandas que tendem ao experimentalismo, a um rock progressivo, com músicas que podem chegar a dez minutos e utilizam muitas vezes de sons incomuns. Battles é uma delas. Basta ouvir o primeiro &lt;em&gt;single&lt;/em&gt; do disco, intitulado “Atlas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RqOATQO5xcI/AAAAAAAAACk/p7tx-MZuOPc/s1600-h/battles_band_foto1.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp3.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RqOATQO5xcI/AAAAAAAAACk/p7tx-MZuOPc/s320/battles_band_foto1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5090053072122136002" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Atlas” tem um ritmo contagiante formulado a partir da bateria e batidas eletrônicas. Guitarras viajam junto da voz modificada de Braxton, que chega a ser engraçada. Bom dizer que a voz nesse disco, sendo modificada pelo computador, ganha um papel diferente, não o apenas de cantar, mas de simular notas musicais como se fosse um teclado, por exemplo. O mestre Tom Zé já previra isto outrora, em seu disco. Poucas palavras é o que se encontra em &lt;em&gt;Mirrored&lt;/em&gt;. Apreciemos o instrumental, então, e os cantos tribais no começo de “Tonto”, quarta faixa do disco. Impressionante o desenrolar desta faixa, escalas de guitarra fora do normal, bateria que vai do baião(!) até o Heavy-metal e esse baixo que entra tão poderoso?! Depois tudo cai num compasso lento e surge o mistério. A música acaba por nos deixar assim lentamente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Músicas como “Leyendecker” mostram o lado mais pop/eletrônico da banda. Mas a bateria continua ali, é fato. Não pense que o baterista será poupado. E mais: Bateria comum, nada de eletrônica! Essa característica é de chamar atenção, presente em todas as músicas. Ouça ainda “Bad Trails”, um passeio por vocais que lembram muito o Animal Collective, assim como a “Ddiamondd”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do lado mais pesado do CD, temos “Snare Hanger”. Guitarras e bateria em movimento seguem um baixo marcante. Há ainda teclados, barulhinhos eletrônicos e cantos ritmados que acompanham todo o disco. “Tij” também é destaque. São criados temas infinitos de guitarra em cima da mesma batida. E é uma situação disesperadora. Onde tudo isso vai parar? Em gritinhos efêmeros ou na guitarra mais distorcida? Por que não nos dois? Por fim, “Race out” nos presenteia com diálogos de guitarra no melhor estilo Battle de ser. Para que um final melhor?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2125232124153696526-9052493671790537555?l=ciclodocontratempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/feeds/9052493671790537555/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2125232124153696526&amp;postID=9052493671790537555&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/9052493671790537555'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/9052493671790537555'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/2007/07/battles-disco-mirrored-ano-2007-warp.html' title=''/><author><name>Lucas Benedecti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03918975084398072168</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/-tqx6ynQDrkQ/TpSWRSKzLpI/AAAAAAAAA14/5s34x1xEha0/s220/foto%2Bcurriculo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RqN-8gO5xbI/AAAAAAAAACc/xhmkqXacaJM/s72-c/battles+mirrored_capa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2125232124153696526.post-1256309525199817713</id><published>2007-07-10T15:55:00.000-07:00</published><updated>2007-07-10T17:09:12.848-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RpQR5ToZJbI/AAAAAAAAACM/djczWBwziqQ/s1600-h/silverchair_2.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp0.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RpQR5ToZJbI/AAAAAAAAACM/djczWBwziqQ/s200/silverchair_2.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5085709555428042162" /&gt;&lt;/a&gt; Silverchair&lt;br /&gt;Disco:&lt;em&gt;Young Modern&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Ano: 2007&lt;br /&gt;Eleven/Atlantic Records&lt;br /&gt;11 Faixas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Daniel Johns, vocalista e guitarrista do Silverchair, a banda encontrou neste quinto álbum sua verdadeira sonoridade. &lt;em&gt;Young Modern &lt;/em&gt;é intenso, bem trabalhado e, por fim, soa como uma obra completa, pois passeia pelas várias vertentes do Rock e da carreira do grupo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O álbum realmente surpreende para uma banda que estava parada há mais ou menos quatro anos. Daniel Johns, Chris Joannou e Ben Gillies, depois das férias,  entregaram-se a um som cada vez mais ousado do Silverchair. Não se trata apenas de uma continuação do &lt;em&gt;Diorama&lt;/em&gt;, disco lançado em 2002, mas de uma evolução e descoberta de caminhos próprios, que vão desde a voz mutável de Daniel, até os diversos estilos (rock, pop, blues e eletrônico) que adentram o álbum. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RpQRTDoZJZI/AAAAAAAAAB8/IW8a7TJ8nXg/s1600-h/silverchair.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp3.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RpQRTDoZJZI/AAAAAAAAAB8/IW8a7TJ8nXg/s320/silverchair.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5085708898298045842" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O &lt;em&gt;Young Modern &lt;/em&gt;abre com uma música (&lt;em&gt;Young Modern Station&lt;/em&gt;) que começa eletrônica, punk e, por fim, chega ao pop, afinal, é assim que se pode definir esta composição que está recheada de guitarras pesadas e de vocais doces: Silverchair está de volta! Logo após, &lt;em&gt;Straight Lines &lt;/em&gt;surge como uma balada romântica, primeiro &lt;em&gt;single&lt;/em&gt; do disco, ao som de pianos e um refrão bem Coldplay, ao longe se escuta uma orquestra, reflexos de &lt;em&gt;Diorama&lt;/em&gt;?! – Sim! É só começar a terceira faixa para notarmos a orquestra tão esperada para uns e tão estranha para outros. Em &lt;em&gt;If You Keep Losing Sleep&lt;/em&gt; a casa cai. Aqui está o som. Aproveite, ria e se delicie: a criatividade flui tanto que não se sabe onde a canção vai parar. Já a quarta faixa,&lt;em&gt;Reflections of a Sound&lt;/em&gt;, está mais para uma balada romântica, mostrando-nos a diversidade existente no disco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas é na quinta música do &lt;em&gt;Young Modern &lt;/em&gt;que está o ápice de tudo. &lt;em&gt;Those Thieving Birds (Part 1) / Strange Behaviour / Those Thieving Birds (Part 2), &lt;/em&gt;três músicas em uma, o Silverchair se resume nesta que está mais para uma sinfonia. Delicada na primeira parte; com um &lt;em&gt;superarranjo&lt;/em&gt; orquestrado, na segunda, cheio de guitarra, bateria e baixo pulsantes, chega a ser impressionante; na terceira voltamos aos belos vocais de Daniel que se transformam em cada momento da música.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RpQRqDoZJaI/AAAAAAAAACE/GMtJ2q_ZyfM/s1600-h/silverchair_daniel.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp3.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RpQRqDoZJaI/AAAAAAAAACE/GMtJ2q_ZyfM/s320/silverchair_daniel.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5085709293435037090" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois seguem músicas divertidas como &lt;em&gt;That Man That Knew Too Much &lt;/em&gt;e &lt;em&gt;Waiting All Day&lt;/em&gt;, esta última com direito a uma guitarra meio caribenha no começo. Enfim, são boas canções, com ótimos refrões e melodias. Ao chegar em &lt;em&gt;Mind Reader&lt;/em&gt;, o cenário muda. A influência de Blues aparece,com uma voz totalmente alterada de D. Johns. Piano e guitarra fazem algo parecido com Lenny Kravitz?! Mas logo o Grunge fala mais forte e faz Johns gritar: “Don’t know what you want/ don’t know what you want/ No I’m not a mind reader baby, come on!”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos ainda &lt;em&gt;Low&lt;/em&gt;, outra boa canção que explora guitarras com slide, muito piano e sintetizador. &lt;em&gt;Insomnia&lt;/em&gt; segue num ritmo mais pesado, mas nada que impressione muito depois de tantas canções encantadoras. Para finalizar com chave de ouro, surge &lt;em&gt;All Across The World&lt;/em&gt;, canção que lembra o psicodelismo de Beatles, com algo enigmático na melodia, e um refrão que marca pela beleza. A orquestra dá um toque especialíssimo no final e tudo acaba serenamente. O trio poderá dormir tranqüilo, pois seu trabalho continua digno de uma grande banda.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2125232124153696526-1256309525199817713?l=ciclodocontratempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/feeds/1256309525199817713/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2125232124153696526&amp;postID=1256309525199817713&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/1256309525199817713'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/1256309525199817713'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/2007/07/silverchair-disco-young-modern-ano-2007.html' title=''/><author><name>Lucas Benedecti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03918975084398072168</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/-tqx6ynQDrkQ/TpSWRSKzLpI/AAAAAAAAA14/5s34x1xEha0/s220/foto%2Bcurriculo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RpQR5ToZJbI/AAAAAAAAACM/djczWBwziqQ/s72-c/silverchair_2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2125232124153696526.post-6715387097530409125</id><published>2007-06-21T10:30:00.000-07:00</published><updated>2007-06-27T07:52:44.129-07:00</updated><title type='text'>Coco and Rosie</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/Rn8qR3l8uAI/AAAAAAAAAB0/3HXLnnBaiJE/s1600-h/cocorosie_4.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp0.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/Rn8qR3l8uAI/AAAAAAAAAB0/3HXLnnBaiJE/s200/cocorosie_4.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5079825391166470146" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;CocoRosie&lt;br /&gt;Disco: The Adventures of Ghosthorse and Stillborn&lt;br /&gt;Ano: 2007&lt;br /&gt;Touch and Go Records&lt;br /&gt;12 Faixas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às vezes me pergunto se tenho um gosto realmente diferenciado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As irmãs, Sierra Rose Casady “Rosie” e Bianca Leilani Casady “Coco”, que formam o CocoRosie, estão além de uma dupla freak folk. Digo isto porque não há limites para a criação em suas músicas. As batidas de hip-hop (beat-box), aliada aos mais diversos instrumentos que você possa imaginar, levam-nos aos mais variados campos, antes nunca explorados. Se existe música moderna original?! CocoRosie prova-nos que sim. E, acima de tudo, com qualidade. A dupla, no seu terceiro disco, &lt;em&gt;Adventures of Ghosthorse and Stillborn&lt;/em&gt;, firma sua carreira. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RnrEWnl8t9I/AAAAAAAAABc/STERrVhWf3E/s1600-h/cocorosie_2.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp2.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RnrEWnl8t9I/AAAAAAAAABc/STERrVhWf3E/s400/cocorosie_2.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5078587422677972946" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um som de difícil definição. Inicialmente, em 2003, as irmãs criavam uma música independente dentro de um apartamento. Seu primeiro disco, &lt;em&gt;La Maison De Mon Revê&lt;/em&gt;, mostrava o som das &lt;em&gt;inocentes&lt;/em&gt; CocoRosie: com um violão, piano, brinquedinhos de criança e duas vozes extremamente marcantes, nascia o propósito da dupla. Fazer arte com o que tinham: era isso. Suas gravações caseiras, misturadas a um certo bucolismo e melancolia nas músicas, trazem lembranças do bom Blues e Folk. Temos um romantismo exacerbado, característica que envolve a banda até atualmente, assim como canções belíssimas que nos fazem lembrar a infância em melodia doce. Mais tarde, em 2005, no segundo álbum, &lt;em&gt;Noah's Ark&lt;/em&gt;, temos um CocoRosie mais seguro, maduro, e pronto para o mundo. Suas gravações estão em melhor qualidade, porém, é o mesmo espírito que move a banda. Nota-se claramente as influências de Opera, por parte de Sierra, e o Hip-Hop, de Bianca. O &lt;em&gt;Noah’s Ark&lt;/em&gt; só vem a acrescentar  e a voz de Bianca (“Coco”) torna-se reconhecida, (embora, para muitos, estranha) transformando-se em sinônimo da banda. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RnrE23l8t-I/AAAAAAAAABk/L3VNWeDcLvM/s1600-h/cocorosie_3.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp3.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RnrE23l8t-I/AAAAAAAAABk/L3VNWeDcLvM/s320/cocorosie_3.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5078587976728754146" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No seu mais recente disco, &lt;em&gt;Adventures of Ghosthorse and Stillborn&lt;/em&gt;, o duo continua a crescer em idéias e experimentalismo. Parece um disco mais “alegre”, com ritmos mais dançantes encontrados logo nas primeiras faixas. Mas não o é. As músicas caem num tom meio depressivo, trazendo baladas com batidas eletrônicas, teclado e, claro, a voz inesquecível de Bianca. A garota “Coco” tem um canto diferente, que consegue encaixar-se tanto nas músicas mais lentas e românticas (ouvir &lt;em&gt;Raphael&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Werewolf&lt;/em&gt;), quanto nas mais pulsantes e ritmadas (ouvir &lt;em&gt;Rainbowarriors&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Japan&lt;/em&gt;). Impressionante o experimentalismo que encontramos nesta última. Japan é um reggae! Sim... mas, lá pelo meio tudo pára e ouvimos o canto lírico de Sierra “Rosie”. Mas que diabos?! Isto é &lt;em&gt;CocoRosie&lt;/em&gt;! Esperemos mais o que?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RnrFIHl8t_I/AAAAAAAAABs/n5bqt8cYHak/s1600-h/cocorosie_5.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp0.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RnrFIHl8t_I/AAAAAAAAABs/n5bqt8cYHak/s400/cocorosie_5.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5078588273081497586" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É de chamar a atenção, também, a voz de Sierra, que é limpa e suave. Parece bem o oposto da voz de sua irmã. E as duas se combinam e complementam nas várias canções do álbum. O disco fala, às vezes, de um mundo dos sonhos, muito da infância e adolescência das duas (bom dizer que os brinquedinhos de criança não foram esquecidos, aparecem aqui e ali), e, por fim, de experiências introspectivas e românticas. A paz que se encontra neste trabalho é de outro mundo. Fato que comprova um CocoRosie ligado às suas raízes. Mesmo com batidas eletrônicas, ou hip-hop, sempre temos o piano de Sierra para nos desmancharmos em sentimentos. Os opostos caem extremamente bem. E isto faz a glória das irmãs. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;site oficial: &lt;a href="http://www.cocorosieland.com/"&gt;http://www.cocorosieland.com/&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2125232124153696526-6715387097530409125?l=ciclodocontratempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/feeds/6715387097530409125/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2125232124153696526&amp;postID=6715387097530409125&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/6715387097530409125'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/6715387097530409125'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/2007/06/coco-and-rosie.html' title='Coco and Rosie'/><author><name>Lucas Benedecti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03918975084398072168</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/-tqx6ynQDrkQ/TpSWRSKzLpI/AAAAAAAAA14/5s34x1xEha0/s220/foto%2Bcurriculo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/Rn8qR3l8uAI/AAAAAAAAAB0/3HXLnnBaiJE/s72-c/cocorosie_4.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2125232124153696526.post-6712932319876734693</id><published>2007-04-29T08:57:00.000-07:00</published><updated>2007-04-29T09:15:58.108-07:00</updated><title type='text'>A magia de Patrick Wolf</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RjTBEJQxo6I/AAAAAAAAAA8/Qpr958AuKJE/s1600-h/wolf_03.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp3.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RjTBEJQxo6I/AAAAAAAAAA8/Qpr958AuKJE/s400/wolf_03.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5058880558393828258" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Patrick Wolf&lt;br /&gt;Disco: The Magic Position&lt;br /&gt;Ano: 2007&lt;br /&gt;Loog Records&lt;br /&gt;13 Faixas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O terceiro álbum do jovem Patrick Wolf é encantador. Mostra-nos uma música contemporânea que respeita as influências clássicas (eruditas), sem deixar de lado as batidas eletrônicas ou os ritmos dançantes. O compositor, cantor e multi-instrumentista inglês repete sua dose de misturas musicais em “The Magic Position”. Porém, mais maduro e consciente de sua música e estilo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devo admitir que o disco não soou bem à primeira vez que escutei. Pareceu-me tão alegre, tão pop, tão dançante que me desagradou. Mas penso que esta é realmente a proposta do disco. Patrick Wolf, agora com novo visual, ruivo, lança em seus singles justamente músicas mais dançantes, como “Accident &amp; Emergency” ou “Magic Position”. A primeira, embora trata de um tema que fala de terrorismo, traz batida alegre com instrumentos de sopro numa melodia ritmada. Pode parecer meio contraditório, mas é a proposta que deu certo. A segunda é totalmente “pra cima”, como aquelas canções que não saem da sua cabeça. Violinos, bateria, palminhas e refrão compõem a música que dá nome ao disco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RjTBb5Qxo7I/AAAAAAAAABE/gseQ_IPyDig/s1600-h/wolf_02.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp2.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RjTBb5Qxo7I/AAAAAAAAABE/gseQ_IPyDig/s400/wolf_02.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5058880966415721394" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;Entretanto, não há apenas músicas do mesmo gênero. O lado sombrio do músico torna-se presente em toda sua obra, e nesta não foi diferente. Diria até que grande parte do disco é composta de músicas lentas e sombrias. Porém, não chegam com a intensidade das outras, que tomam conta do CD, chamando mais atenção. A característica de Wolf sempre foi essa divisão entre melodias calmas que tendem para a música erudita (escutar “Magpie” e “Enchanted”)  e as batidas dançantes (escutar “Get Lost”). É impressionante, também, sua habilidade em misturar as duas coisas (escutar “The Stars”). Violino e eletrônica se complementam com facilidade, delicadeza e harmonia que são indescritíveis nas composições do jovem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os arranjos e instrumentos estão bem selecionados. São partes do amadurecimento de Patrick que se vê nitidamente no seu terceiro álbum. Há também participações especiais de Marianne Faithfull e Edward Larrikin do Larrikin Love (&lt;a href="http://www.myspace.com/larrikinlove"&gt;http://www.myspace.com/larrikinlove&lt;/a&gt;), além de contribuições de membros da Orquestra Sinfônica de Viena. As cordas e piano de Wolf aparecem em todas as canções, praticamente. O disco parece mais cheio, robusto, como se fosse de uma banda e não de apenas um músico, comparando-o aos anteriores.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RjTCCpQxo8I/AAAAAAAAABM/nUia5Qh239w/s1600-h/Wolf_01.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp1.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RjTCCpQxo8I/AAAAAAAAABM/nUia5Qh239w/s400/Wolf_01.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5058881632135652290" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;“The Magic Position”, de Patrick Wolf, faz brilhar a nova música, sem preconceitos e com, acima de tudo, qualidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;My Space de Patrick Wolf: &lt;a href="http://www.myspace.com/officialpatrickwolf"&gt;http://www.myspace.com/officialpatrickwolf&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Site Oficial: &lt;a href="http://www.patrickwolf.com"&gt;http://www.patrickwolf.com&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2125232124153696526-6712932319876734693?l=ciclodocontratempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/feeds/6712932319876734693/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2125232124153696526&amp;postID=6712932319876734693&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/6712932319876734693'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/6712932319876734693'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/2007/04/magia-de-patrick-wolf.html' title='A magia de Patrick Wolf'/><author><name>Lucas Benedecti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03918975084398072168</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/-tqx6ynQDrkQ/TpSWRSKzLpI/AAAAAAAAA14/5s34x1xEha0/s220/foto%2Bcurriculo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RjTBEJQxo6I/AAAAAAAAAA8/Qpr958AuKJE/s72-c/wolf_03.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2125232124153696526.post-6502108375678297625</id><published>2007-04-04T13:14:00.000-07:00</published><updated>2007-04-04T13:32:21.262-07:00</updated><title type='text'>Arcade Fire - Capítulo 2</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;object width="400" height="236"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.dailymotion.com/swf/4xJQolHvWvV1VaRbL"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.dailymotion.com/swf/4xJQolHvWvV1VaRbL" type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="236" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://www.dailymotion.com/video/x1jgpp_41-arcade-fire-neon-bible-wake-up"&gt;#41 - Arcade Fire - Neon Bible &amp;amp; Wake Up&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Colocado por &lt;a href="http://www.dailymotion.com/lablogotheque"&gt;lablogotheque&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguém me explique o que é isso. Para quem nunca viu a banda tocar dentro de um elevador ou tão perto dos fãs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aproveitem as ótimas performaces das músicas "Neon Bible" e "Wake Up".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brilhante.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2125232124153696526-6502108375678297625?l=ciclodocontratempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/feeds/6502108375678297625/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2125232124153696526&amp;postID=6502108375678297625&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/6502108375678297625'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/6502108375678297625'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/2007/04/arcade-fire-captulo-2.html' title='Arcade Fire - Capítulo 2'/><author><name>Lucas Benedecti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03918975084398072168</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/-tqx6ynQDrkQ/TpSWRSKzLpI/AAAAAAAAA14/5s34x1xEha0/s220/foto%2Bcurriculo.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2125232124153696526.post-2026820948515706259</id><published>2007-04-02T18:16:00.000-07:00</published><updated>2007-04-02T18:38:11.850-07:00</updated><title type='text'>Arcade Fire - Neon Bible</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RhGtxesqnLI/AAAAAAAAAAk/QbhJ12J8RbQ/s1600-h/Neon+Bible_Disco.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5049007722824637618" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RhGtxesqnLI/AAAAAAAAAAk/QbhJ12J8RbQ/s320/Neon+Bible_Disco.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Banda: Arcade fire&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Disco: Neon Bible (2007)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Menger Records&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;11 faixas&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O NB é um bom disco. Porém, falta alguma coisa. E por isso se torna "pior" que o primeiro. Funeral é completo da primeira até a última faixa. Não sinto a continuidade das faixas no segundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que faltou algo mais inovador, talvez. Muitas canções do NB retomam os anos 80, não que isso seja ruim, mas é algo que não me agradou no sentido de ter a impressão "já ouvi isso antes". Exemplos: "Black Mirror" e "Keep the car running"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, a banda veio a nos presentear com as ótimas entradas (Intervention) e saídas (My body is a cage) do órgão usado nas músicas. Foi um achado. Arcade Fire combina bem com o som do instrumento. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5049008946890317010" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RhGu4usqnNI/AAAAAAAAAA0/5GPSfGO4Vzk/s400/Arcade_foto_blog_2.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;As canções com Regine desapareceram? -Não! Black Waves/Bad Vibrations está lá para confirmar sua participação (fraca) no disco. Digo fraca pelo maior destaque que mereceria a moça. Cadê suas canções? Esperava um pouco mais de sua voz no disco. Black Waves brilha quando Win começa a cantar..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Intervention" é a melhor, na minha opinião, e ainda tem cara de "Funeral". Violino, guitarra, baixo, órgão, bateria e a voz de Win: tudo soando maravilhosamente bem. "No cars go" está bonita também, mas senti falta de um violino no final: na versão do NB há um teclado em troca.&lt;br /&gt;E já que "No cars go" aparece no disco, por que não acrescentar também a linda "Cold wind"? Ah, mas isso já é outra discussão. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5049007340572548258" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RhGtbOsqnKI/AAAAAAAAAAc/0-CmE-T-drU/s400/Arcade_foto_blog.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;Para finalizar, o que me chamou atenção foi (Antichrist Television Blues), com letra e ritmo forte, meio Dylan, com violão, palminhas e vocais apressados. E a música que dá título ao disco, "Neon Bible", é sutil, delicada e tem algo que não consigo explicar. Gostei de sua melodia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Canções mais intimistas, como "My body is a cage" e "Ocean of Noise", tentam recriar aquele clima meio "Crown of love". Além disto, percebi, nas letras, críticas diretas e indiretas à vida americana, à guerra santa e à MTV(!?) (ouvir "Windowsill" e Antichrist Television Blues). Acho um fator positivo, que demonstra a visão de um novo Arcade Fire, que não fez feio nesse CD.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2125232124153696526-2026820948515706259?l=ciclodocontratempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/feeds/2026820948515706259/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2125232124153696526&amp;postID=2026820948515706259&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/2026820948515706259'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/2026820948515706259'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/2007/04/arcade-fire-neon-bible.html' title='Arcade Fire - Neon Bible'/><author><name>Lucas Benedecti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03918975084398072168</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/-tqx6ynQDrkQ/TpSWRSKzLpI/AAAAAAAAA14/5s34x1xEha0/s220/foto%2Bcurriculo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_q7o8WAoBipQ/RhGtxesqnLI/AAAAAAAAAAk/QbhJ12J8RbQ/s72-c/Neon+Bible_Disco.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2125232124153696526.post-1525038074631026837</id><published>2007-03-27T17:43:00.002-07:00</published><updated>2007-06-21T08:29:21.735-07:00</updated><title type='text'>Abertura: Carta à Musa</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Ah! Ela me avisa. E persegue-me. Doentia, perversa, e linda. Minha Musa. É minha Musa!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Das grandes vibrações deste amplificador saem gritos de um cantor ou violinos em agressividade. Tanto faz. Ela está presente. Em suas notas curtas ou longas, bemol ou sustenido, soa tão natural como o canto de um pássaro, que, por sua vez, está imerso em sua infinidade.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Venham logo, venham logo, sentir o que sinto! Está chegando como uma marcha lenta e soa bonita. Tão bonita quanto o sorriso daquela menina. Mas, de repente, transforma-se em outra. Não que seja feia. Porém, vem violentamente agarrando meu coração. Algo me diz que isso não é humano. Não pode ser. Eu vou aos céus, eu vou ao chão, cantando compassos, peço perdão:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;-         Perdão!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Eu não a esqueci, mas pouco tenho me dedicado a ti, minha Musa. Voltarei a escrever sobre seus romances, estórias, e, acima de tudo, a apreciá-la. Mesmo que dentro da atualidade muitos tenham te desviado para outros fins. Agora, enfim, meus comentários vagueiam por essas redes virtuais. &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2125232124153696526-1525038074631026837?l=ciclodocontratempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/feeds/1525038074631026837/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2125232124153696526&amp;postID=1525038074631026837&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/1525038074631026837'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/1525038074631026837'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/2007/03/abertura-carta-musa_27.html' title='Abertura: Carta à Musa'/><author><name>Lucas Benedecti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03918975084398072168</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/-tqx6ynQDrkQ/TpSWRSKzLpI/AAAAAAAAA14/5s34x1xEha0/s220/foto%2Bcurriculo.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2125232124153696526.post-1652868059796156105</id><published>2007-03-23T18:44:00.000-07:00</published><updated>2007-04-02T12:16:03.331-07:00</updated><title type='text'>Blog Novo</title><content type='html'>OK, tive que criar um novo Blog.&lt;br /&gt;Coisa que realmente me encomodou, pois tive que fazer outro email e, nisso, tenho mais 2 senhas pra decorar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui está o endereço do 1° Blog: &lt;a href="http://www.coisasnocontratempo.blogspot.com/"&gt;Coisas no Contratempo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até mais, amigos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2125232124153696526-1652868059796156105?l=ciclodocontratempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/feeds/1652868059796156105/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2125232124153696526&amp;postID=1652868059796156105&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/1652868059796156105'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2125232124153696526/posts/default/1652868059796156105'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ciclodocontratempo.blogspot.com/2007/03/blog-novo.html' title='Blog Novo'/><author><name>Lucas Benedecti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03918975084398072168</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/-tqx6ynQDrkQ/TpSWRSKzLpI/AAAAAAAAA14/5s34x1xEha0/s220/foto%2Bcurriculo.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry></feed>
